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Mostrando postagens de Maio, 2011

Decisão do STF – DIREITO DE PECAR?!

Decisão do STF – DIREITO DE PECAR?! por Rev. Josafá Vasconcelos Estive lendo alguns blogs, de colegas, bem como manifestações de entidades religiosas de cunho evangélico, que apóiam a decisão do STF, sobre a união estável dos homossexuais, como sendo um direito legítimo de uma classe minoritária. Alegam que discordam do homossexualismo, mas que, os que escolheram essa opção devem usufruir da liberdade de existir como qualquer outro seguimento da sociedade. Confesso que até eu, a princípio, ponderei que fosse razoável pensar assim; contudo examinando as Escrituras, lendo esses pronunciamentos, acompanhando os debates e orando, vi que esse modo de pensar está totalmente errado e completamente contrário ao bom senso e ao que ensina a Palavra de Deus, pelas seguintes razões: 1. Por causa da Glória de Deus. O pecado avilta a glória de um Deus santo. Deus é santo, e nada irá diminuir a Sua santidade. Nossos pecados não diminuem nem um milímetro da Sua glória, mas o propósito do diabo é o

Desde a Eternidade Deus Tem um Plano Imutável

Desde a Eternidade Deus Tem um Plano Imutável - por A. A. Hodge (1823 - 1886) Como Criador e Governador infinitamente inteligente e providente, Deus certamente teve um propósito definido com referência à existência e destino de tudo quanto criou, compreendendo em um só sistema todo-perfeito seu fim principal nesse particular e todos os fins e meios subordinados em referência a esse fim principal. E já que ele é um Ser eterno e imutável, seu plano certamente existiu em todos os seus elementos, perfeito e imutável, desde a eternidade. Visto ser Deus uma Pessoa infinita, eterna, imutável e absolutamente sábia, poderosa e soberana, certamente que seu propósito participa dos atributos essenciais de seu próprio ser. E visto que a inteligência de Deus é absolutamente perfeita e seu plano eterno; visto que seu fim último é revelado como que almejando unicamente sua própria glória, e toda a obra da criação e da providência é observada como a formar um sistema único, segue-se que seu plano é t

Deus é nosso refúgio e fortaleza (parte 1) - Sermão pregado dia 17.04.2011

Deus é nosso refúgio e fortaleza (parte 1) - Sermão pregado dia 17.04.2011 Nosso texto: “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia. Portanto não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares. Ainda que as águas rujam e se perturbem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza. (Selá.).” Salmos 46.1-3 Já tivemos a oportunidade de contemplarmos a beleza dos salmos ( clique aqui para ler) e a grande devoção que os salmistas tinham para com a lei do Senhor. O presente salmo nos fala por figuras de linguagem, querendo comunicar-nos as maravilhas dos feitos do Senhor em meio ao seu povo. É interessante notarmos a confiança que o salmista expressa com relação ao seu Senhor. Ele não o faz de maneira equivocada ou que dê margem a algum outro entendimento, mas é firme em sua declaração. A fonte de confiança do salmista era saber que Deus estava com seu povo. A aliança de Deus com seu povo é baseada no fato

Uma defesa da apologética reformada

Uma defesa da apologética reformada - por Cornelius Van Til Um diálogo – Sr. White, Sr. Black, Sr. Grey Temos, primeiro, o não-cristão, que cultua a criatura em vez do Criador. Vamos chamá-lo de Sr. Black. Poderá ser um tipo de pessoa bem “decente”. Em função da graça comum ele pode fazer muita coisa “boa”. Ainda assim, conquanto permaneça em seu estado de não-conversão, ele será tenebroso aos olhos de Deus. Entretanto, temos um representante daqueles que, pela graça de Deus, tornaram-se adoradores do Criador-Redentor. Será o Sr. White. Certamente, ele está distante de ser aquilo que poderíamos esperar devido ao seu nome. Mas ele foi lavado no sangue do Cordeiro. Em Cristo, ele é alvo como a neve. O Sr. White é um cristão reformado. Estranhamente, porém, há uma terceira parte, um arminiano, chamado Sr. Grey. Certamente, em Cristo, o Sr. Grey é tão alvo como o Sr. White. O primeiro, acha que o Sr. White é muito severo na avaliação do Sr. Black, mas ele próprio crê que o Sr. Blac

Somente teólogos liberais são moralmente liberais?

Somente teólogos liberais são moralmente liberais? - por Ewerton B. Tokashiki Quem pensar que somente os teólogos que usando o método histórico-crítico, ou outro método teológico de tradição liberal, apoiarão o homossexualismo, ou usarão a Bíblia para legitimizar a união estável entre pessoas do mesmo sexo, está enganado. Sabemos que há quem negue o método hermenêutico crítico-histórico, e até sustente uma perspectiva conservadora e inerrante da Escritura Sagrada e, ao mesmo tempo adote incoerentemente uma interpretação de legitimização do homossexualismo, ou seja, que a relação ou união estável entre pessoas do mesmo sexo não é algo proibido na Escritura Sagrada. Pode-se mencionar, por exemplo, o Dr. Marten Woudstra, falecido ministro da Christian Reformed Church, ex-professor de Antigo Testamento no Calvin Seminary e presidente da comissão de tradução da NIV - que é acusado de ter diluído a tradução onde os textos mencionam homossexualidade [acesse aqui]. Em outro site trás um a

A Culpa não é minha - João Calvino

A Culpa não é minha - por João Calvino A mente assim temperada para a reverência e a humildade não murmurará contra Deus por causa das calamidades que sobrevieram à humanidade em tempos passados; nem culpará a Deus por crimes que o homem cometeu, dizendo com Agamemnom na llíada: "A culpa não é minha; Os culpados são o Céu e o Destino." O homem humilde de coração preferirá buscar a vontade de Deus, e cumpri-la mediante a ajuda do Seu Espírito. Quanto aos eventos ainda futuros, aprendemos com Salomão que os propósitos do homem operam em harmonia com a providência de Deus; "O coração do homem traça o seu caminho, mas o Senhor lhe dirige os passos" (Prov. 16:9]. Estas palavras ensinam que os decretos eternos de Deus não nos impedem, de modo algum, de exercer providência por nós mesmos e de dispor todos os nossos negócios em sujeição à Sua vontade. E isto não deixa de ser razoável. Pois Aquele que colocou limites à nossa vida também nos comissionou a cuidar dela,

Bancada evangélica pressiona e Dilma proíbe o kit gay

Bancada evangélica pressiona e Dilma proíbe o kit gay A presidente da República, Dilma Rousseff, acaba de derrubar o programa do Ministério da Educação chamado de Kit gay pelos opositores - as bancadas evangélica e católica e, principalmente, o militar e deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ). Em encontro há pouco no Palácio do Planalto com 20 deputados da Frente da Família, a presidente garantiu que o material não será distribuído pelo MEC às escolas públicas do país. O chamado kit gay é composto por três filmetes e cartilhas, material bancado pelo MEC. Num dos pontos mais polêmicos, nos vídeos, há imagens de meninos de 12 anos se beijando na boca, o que os parlamentares consideraram uma ofensa à honra familiar e um incentivo à homossexualidade infantil. Os vídeos podem ser assistidos no http://www.fenasp.com /. Segundo o ministro da Educação, Fernando Haddad, em declarações à imprensa, ele não acompanhou a confecção do material. O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, G

Tenho medo de compartilhar minha fé - e agora?

Texto por Trevin Wax ----- O que fazer quando membros de sua igreja dizem que tem um desejo real de compartilhar de sua fé, mas ao mesmo tempo têm medo disso? Como ajudar essas pessoas a compartilharem o evangelho? Eu vou começar fazendo um diagnóstico das razões específicas por que esses membros têm medo de testemunhar: Alguns têm medo de testemunhar a um estranho, pois isso pode parecer desagradável e afastá-los do evangelho; outros se preocupam que, ao testemunhar para parentes e amigos, o relacionamento com eles pode mudar. Não querem correr o risco de ter seus relacionamentos quebrados. Alguns temem a rejeição; outros têm medo que possam não saber muito sobre cristianismo e não sabem dar respostas. Uma vez que você diagnosticou a raiz do medo dessas pessoas, você pode começar a explicar porque o medo não deve atrapalhar o evangelismo. É recomendado começar com uma aproximação da tarefa evangelística com um certo temor mesmo. Afinal, estamos participando da tarefa sagrada, obed

A mulher cristã no mundo!

A mulher cristã no mundo! - por Alfredo de Souza Todos concordam que a macro cultura ocidental é responsável pela degeneração dos valores contidos no Evangelho, valores estes destinados à sociedade em geral. A invenção do ateísmo no século XIX demonstra até onde vai a depravação humana contra Deus conforme revelado na carta de Paulo aos Romanos, capítulos um e dois. Nesse mórbido contexto encontramos o que considero a mais nojenta ação humana contra a Lei divina: a relativização dos princípios imutáveis das Escrituras que adéqua o Evangelho às insanidades culturais. O sentido contrário é que deveria ser a regra: o Evangelho se impondo ao mundo. Um exemplo disso é o papel da mulher na família e na sociedade. Antes de tudo quero reiterar minha total repulsa ao pecado do machismo onde o homem se acha no direito de apequenar a mulher diante da auto-afirmação masculina. Machismo é pecado e fere princípios básicos de relacionamentos conforme Gálatas 3: 28 e Efésios 5: 21 a 33, para citar

"Porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor" - Sermão pregado dia 10.04.2011

"Porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor" - Sermão pregado dia 10.04.2011 Nosso texto: " Porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor " ( Js 24.15 ). Os versículos que antecedem nosso texto, falam de um homem que avisara o povo de Deus sobre determinadas condutas que vinham tendo diante do seu Senhor e alertava-lhes sobre a necessidade de retornarem aos caminhos do Senhor, haja vista já terem presenciado grandes bênçãos e benfeitorias divinas em seu favor. Um dos propósitos do livro de Josué é ensinar às gerações futuras de Israel como servir ao Senhor nas batalhas, na distribuição da terra prometida entre as tribos e a renovação de sua aliança com Deus. Antes de Josué proferir o famoso versículo - que há tempos atrás era comum encontrarmos em adesivos, camisetas, bonés, etc. - é importante notarmos que há um explicação a ser feita sobre o contexto que o cercava. Dentre muitas coisas que poderíamos salientar sobre essa passagem e os versículos anteriores

Não negociamos princípios! O desabafo de um pastor contra a tal da “homofobia”.

Não negociamos princípios! O desabafo de um pastor contra a tal da “homofobia” - por Gilson Souto Maior Junior * Para a tristeza de todos aqueles que amam a Palavra de Deus e buscam viver uma vida digna de modo sóbrio, justo e piedoso, no último dia 5 de maio o STF e seus nobres juízes decidiram de modo despótico algo que a maioria da população brasileira não aceita: a idéia de que um “casal” homossexual seja visto como uma unidade familiar. Não se viu o bem comum, mas apenas o bem de um grupo que deseja se sobrepor sobre os outros como se não houvesse leis que protegessem o ser humano. As leis devem cumprir seu papel de defender os bons costumes e a integridade do ser humano e não favorecer grupos exclusivos. Nossa palavra não é contra os homossexuais. A Igreja é contra o homossexualismo! Ninguém em sã consciência deve tratar mal um homossexual, mas deve ajudá-lo segundo as Escrituras, pois Deus fez homem e mulher, estabelecendo um parâmetro familiar entre macho e fêmea, não entr

Só nos eleitos é a fé real e eficaz; nos réprobos, ela é apenas aparente e ineficaz

Só nos eleitos é a fé real e eficaz; nos réprobos, ela é apenas aparente e ineficaz - por João Calvino Além disso, ainda que a fé seja o conhecimento da divina benevolência para conosco e a segura convicção de sua verdade, contudo não é de admirar que nos chamados justos, temporariamente, se desvaneça o senso do amor divino, o qual, embora seja afim à fé, entretanto difere muito dela. Declaro que a vontade de Deus é imutável e sua verdade é sempre consistente com a mesma. Contudo nego que os réprobos avancem até o ponto de penetrar essa secreta revelação que a Escritura reivindica só para os eleitos. Nego, porém, que eles ou apreendam a vontade de Deus, como é imutável, ou com real constância lhe abracem a verdade; por isso é que se detêm em um sentimento evanescente, como uma árvore, plantada não bastante funda para produzir raízes vivas, seca-se no decurso do tempo, ainda que por alguns anos simule não só flores e folhas, mas até mesmo frutos. Enfim, assim como pela queda do pr