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Mostrando postagens de Setembro, 2014

Nem sempre é um pecado desobedecer o governo

É comum ao vermos ou ouvirmos no noticiário que a "Justiça" está investigando "fulano de tal" por suposto desvio de dinheiro, digamos, já tomarmos um partido e passarmos a defender que a "Justiça" está fazendo o correto; quando ouvimos que determinado empresário, supostamente, desviou "milhões" de impostos devidos, já nos posicionamos e achamos que o mesmo deve ser brutalmente punido. Mas será isto verdade? Um grande erro de nossos dias, certamente, é achar que a "Justiça" não erra. Sim, todos são levados a pensar desta forma, pois ninguém ao ter ciência de uma das notícias acima, se põe a perguntar se realmente os fatos são verdadeiros. Aliás, importa notar que um dos meios mais eficazes para tornar alguém um "criminoso", é criando uma série sem fim de leis estúpidas e sem qualquer sentido. Assim, quando o assunto é obedecer ao magistrado civil, boa parte dos crentes se lembra de Romanos 13, onde o apóstolo é enfático

6 benefícios de se cantar os salmos

Aqui estão, pois, seis benefícios do cântico congregacional dos salmos: 1. Ao cantar os salmos, você literalmente canta a Bíblia. Bons hinos são teologicamente profundos, artisticamente profundos e bíblicos em seu conteúdo, mas eles não são as próprias palavras da Escritura. Contudo, quando cantamos os salmos, estamos cantando a própria Bíblia. A estrutura poética, os temas e o conteúdo dos salmos são a Palavra inspirada de Deus para a sua igreja em todas as eras. 2. Ao cantar os salmos, você interage com uma riqueza de teologia. Martinho Lutero disse acerca do Saltério: “Ele poderia ser apropriadamente intitulado uma Pequena Bíblia, na qual tudo o que há na Bíblia inteira é bela e brevemente abrangido”. Os 150 salmos cobrem a orla da teologia. Salmodia é estudo teológico. 3. Ao cantar os salmos, você memoriza a Escritura. Uma parte importante da maturidade cristã é a habilidade de recordar passagens da Escritura conforme a necessidade. Os educadores há mui

A importância da obrigatoriedade na vida do cristão

Você já deve ter ouvido falar que "na vida cristã, nada é obrigatório", certo? Ocorre, porém, que esta frase é completamente descabida, pois está fora dos parâmetros bíblicos. Deus requer obediência e isto é mandamental. A Bíblia diz: " Tudo o que eu te ordeno, observarás para fazer; nada lhe acrescentarás nem diminuirás " (Dt 12.32). Notemos que a Escritura diz "ordeno" ou como no original "Tsavah", que significa "dar um comando; dar uma comissão; dar uma ordem" [ 1 ]. Isso se traduz em dizer que o crente está obrigado à seguir o que Bíblia diz para fazer - e tal coisa não deve ser considerada como um peso, pois lemos: " Então clamaram ao Senhor na sua angústia, e os livrou das suas dificuldades. Tirou-os das trevas e sombra da morte; e quebrou as suas prisões " (Sl 107.13-14). Como diz o salmista, " Oh! quanto amo a tua lei! É a minha meditação em todo o dia " (Sl 119.97). E como escreve João: " os

Porque Garotas Cristãs Postam "Selfies" Sedutoras?

Quando eu estava no ensino médio, Bethany e eu decidimos que queríamos fazer uma sessão de fotos bem legal de nós mesmas. Colocamos as roupas mais modernas que poderíamos encontrar, nos cobrimos com jóias, colocamos duas camadas de rímel e nos dirigimos a um lugar privilegiado – o nosso telhado. Recrutamos (imploramos) uma de nossas irmãs mais novas para ser a nossa fotógrafa. Todas nós subimos ao telhado de nossa casa e ela começou a tirar as fotos. Sim, um telhado é um lugar inusitado para fazer uma sessão de fotos, mas nós fizemos lá para que a perfeita brisa de top model soprasse direitinho o nosso cabelo. Para cada foto, nós posavámos exatamente do jeito que tínhamos visto as modelos profissionais fazerem – com os lábios franzidos, uma sobrancelha erguida, a mão no quadril e olhos sérios. Sem que ninguém nos ensinasse como posar sedutoramente, nós fomos “profissionais” e sabíamos exatamente o que fazer. Nós postamos nossa sessão de fotos no Facebook com todo orgulho e e

Por que eu coloco meu marido antes de nossos filhos

Antes de ter meus próprios bebês, eu imaginava o tipo de mãe que gostaria de ser: um pouco de Carol Brady pela paciência, um toque da Claire de "Modern Family" pelo senso de humor e uma pitada da Peg de "Married with Children" pelos bombons. E tinha plena consciência de que jamais poderia ser June Cleaver; simplesmente não está no meu DNA fazer jantar a partir do zero todas as noites, e não tenho um colar de pérolas. Quando meu marido e eu recebemos o "Bebê Número 1 em 2009", eu imediatamente estabeleci expectativas realistas para mim mesma como mãe e para nós como casal, porque de que adianta ter objetivos se eles não são alcançáveis? Eu obviamente queria ser a melhor mãe possível, mas não queria mergulhar tão completamente em meus filhos que ficasse distante de meu marido. Ou de mim mesma. Foi enquanto lutava para encontrar um equilíbrio entre meus desejos e minha realidade que fiquei cara a cara com as expectativas predeterminadas que a socieda