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Mostrando postagens de Julho, 2016

Minhas BOAS impressões com Augusto Cury. Ou: vou me confessar a vocês!

Ninguém gosta de confessar seus erros ou tropeços. Confessar faz mal ao ego, porque demonstra uma falha. Todavia, confessar é também parte do crescimento e contribui à maturidade. Por isso, vamos lá: eu falava mal dos livros e do Augusto Cury, mesmo sem ter lido qualquer coisa sobre ele ou ver algo concreto sobre sua pessoa. Era isso. Essa era minha confissão. Simples e rápida, para não doer tanto. Eu tinha este procedimento com Cury, devido a certas questões: quando comecei a estudar teologia e iniciei na teologia reformada, não soube equalizar as informações e logo tudo que era psicologia, psiquiatria ou outra área afim, de imediato eu rejeitava. Se alguém me dissesse que estava lendo um livro do Cury, por exemplo, eu olhava com aquela cara de "hmmm, que ruim; não tinha mais nada pra ler? vai perder seu tempo com isso?". Confesso que nunca tive a intensão de menosprezar Cury ou quem o lia, apenas que o julgamento antecipado me fazia ter um falso zelo por aquilo que