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Mostrando postagens de Novembro, 2013

A Salvação Através da Substituição

A salvação através da substituição estava incorporada na primeira promessa em relação à semente da mulher e ao calcanhar ferido. A vitória sobre o nosso grande inimigo, por meio da sujeição do próprio Deus aos ferimentos causados por esses inimigo, foi proclamada naquele exato momento. A vestimenta de nossos primeiros pais, feita com aquilo que havia passado pela morte, preferivelmente às folhas de figueira, as quais não haviam passado pela morte, demonstrou o princípio da substituição como o princípio pelo qual Deus começou a agir em Seu tratamento com o homem caído.  A oferta de Abel revelou a mesma verdade, principalmente quando contrastada com a de Caim. Por aquilo que tornou Abel aceitável, e o fez aceito, foi a morte de uma vítima como um substituto para ele mesmo; e aquilo que tornou Caim odioso, e fez com que fosse rejeitado, foi a ausência dessa morte e desse sangue. As primícias mortas foram aceitas por Deus, de modo simbólico, como o substituto de Abel, abatido no a

10 Maneiras de ser um Advogado para a Glória de Deus

" Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus " (1Co 10.31). 1 . Lembre-se que a ira do homem não produz a justiça de Deus (Tg 1.20); 2 . Lembre-se que, antes de tudo, é preciso obedecer a Lei de Deus (Is 8.20); 3 . Lembre-se acerca de defender o necessitado e a ninguém buscar oprimir injustamente (Zc 7.10); 4 . Lembre-se de não perverter o juízo e ter balanças desonestas (Mq 6.11; Pv 11.1); 5 . Lembre-se de que, uma vez ser pecaminoso defender a violação dos mandamentos é Deus, é igual pecado advogar a absolvição de qualquer delinquente, como se a lei dos homens fosse maior que a Lei de Deus (Mt 24.35); 6 . Lembre-se que, sob certas circunstâncias, mais valor tem a coisa material do que a formal, isto é, não se atenha, sempre, ao "como", e sim ao "que", não buscando eximir o culpado sob alegações formais, ainda que tipificadas em lei e seguintes do due process of law (Dt 25.1);

Uma palavra reformada sobre a reunião de Natal e seus enfeites

Já tivemos a oportunidade, em outro momento ( clique aqui ), de discursar acerca da festividade natalina e outras instituições não ordenadas pela Escrituras. Naquela ocasião, mencionamos o porquê não comemorar o natal: pois não foi instituído pelo Senhor, de maneira que devemos nos pautar por aquilo que é ordenado (Dt 12.32). Vimos, porém, que o fato de ganharmos presentes, em si, não é qualquer mal, não devendo os cristãos caírem em um fascismo ignorante. Entretanto, ainda algumas dúvidas têm surgido e extremos têm sido cometidos por cristãos, ainda que movidos por um princípio de piedade e zelo ao Senhor. Explico. Alguns cristãos, no afã de seguirem a pura doutrina cristã, têm caído no erro de atribuírem maldade a atividades simples, como o estar em família em determinada época, por exemplo. Citando outro caso, alguns afirmam que certos objetos são como que passíveis de maldição, isto é, não que afirmem que o mal se une ao objeto, mas que o objeto, em si, na ocasião fest