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Mostrando postagens de Agosto, 2015

Biblicamente: o governo deve punir o uso de drogas?

Vivemos tempos indecisos na política e esta tem perdido a cada dia sua credibilidade. Tempos de trevas também abundam o judiciário, o qual é comprado e/ou profere decisões totalmente absurdas. O legislativo, então, não merece sequer comentários. E diante de tanta bagunça e desilusões com os poderes de nossa república, não poderíamos esperar que os mesmos sejam qualquer referência de moralidade, legalidade ou licitude para nós. Todavia, ainda é o nosso Judiciário que julga as demandas levadas até ele e é o que acontecerá muito em breve (em verdade, hoje mesmo, se tudo ocorrer dentro do planejado), com um caso onde um usuário de drogas foi pego com uma pequena quantidade. Em resumo, o Supremo Tribunal Federal (STF) - órgão máximo no Judiciário brasileiro -, irá decidir se portar uma pequena quantidade de droga para consumo próprio, continua ou não sendo crime. O STF já julgou inúmeros processos envolvendo drogas, mas ao que tudo indica, o que está pautado para hoje, será o primeir

O exercício físico e seus benefícios mentais

Em agosto de 2014, tive o prazer de conseguir relatar a maravilhosa experiência de participar de minha primeira maratona em trilhas, praias e morros. Naquela ocasião ( clique aqui para ler ), busquei enfatizar o quanto o exercício físico pode nos ensinar sobre a importância da perseverança na vida cristã. Agora, em agosto de 2015, mais precisamente no dia 08, tendo acabado os cinco anos de faculdade e me lembrando da icônica corrida do ano passado, resolvi encarar um novo desafio: correr 50 km por minha cidade. Se para o ano passado eu não havia treinado o suficiente e por isso sofri bastante (mas que lembro com saudades e faria tudo outra vez!), no presente momento eu vinha de um ano inteiro correndo e treinando - não com este foco específico, mas sempre na atividade e em movimento. Para estes 50 km, saí às 05:45 de casa e corri perto de 1,5 km até onde me encontraria com um colega e outro rapaz que nos iria acompanhar de bicicleta. Chegando lá, infelizmente, nem sinal do

Meu filho, você não merece nada

Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor. Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem