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Mostrando postagens de Abril, 2014

Sempre Alegres! Isso é Possível?

Em sua Epístola aos Filipenses, o apóstolo Paulo fala sobre alegria e sobre o dever cristão de alegrar-se constantemente. Por exemplo, ele escreve: “Alegrai-vos sempre no Senhor” (Fp 4:4a). Este é um dos imperativos bíblicos sobre a alegria e não deixa lugar para o não alegrar-se, porque Paulo diz que os cristãos devem se alegrar sempre – não às vezes, não periodicamente, não ocasionalmente. Ele acrescenta: “Outra vez digo: alegrai-vos” (v.4b). Paulo escreveu esta epístola quando estava na prisão e nela tratou de vários assuntos solenes, como a possibilidade de que fosse martirizado, oferecido como um sacrifício (2.17). Contudo, ele disse aos crentes de Filipos que eles deveriam se alegrar, apesar das circunstâncias. Isso nos traz de volta ao assunto de como podemos ser alegres, como uma questão de disciplina ou de vontade. Como é possível permanecermos alegres em todo o tempo? Paulo nos conta o segredo: “Alegrai-vos sempre no Senhor” (ênfase acrescentada). O segredo para a a

"Olho por olho e dente por dente" - Como entender?

“Mas se houver morte, então darás vida por vida, Olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé, Queimadura por queimadura, ferida por ferida, golpe por golpe”. (Êxodo 21:23-25) “Quando também alguém desfigurar o seu próximo, como ele fez, assim lhe será feito: Quebradura por quebradura, olho por olho, dente por dente; como ele tiver desfigurado a algum homem, assim se lhe fará”. (Levítico 24:19-20) “Olho por olho, dente por dente”  é um mandamento que é frequentemente distorcido para justificar a vingança pessoal. Até mesmo muitos cristãos pensam que o mandamento fala de vingança pessoal e por isso argumentam que este mandamento foi abolido no Novo Testamento. Afinal, Jesus não nos ensinou a perdoar? O fato é que este mandamento somente autoriza a vingança  pública  administrada por juízes. O propósito deste artigo é demonstrar que o princípio moral que rege este mandamento, além de não ter sido abolido, permanecerá, não somente até o fim do mundo, mas até mesmo na eter

5 Coisas que Você Nunca Deveria Dizer ou Fazer em um Funeral

Nada me faz querer me afastar mais da santa ambição e da boa luta do ministério como pregar em um funeral. Eu luto por dias e noites a fio não apenas com o que dizer, mas como dizer. Se estou desfrutando de um momento encorajador da vida, eu tenho dificuldade de entrar no sofrimento do luto. Quem sou eu para representar os sentimentos da família enlutada enquanto ela assiste minha tentativa de honrar seu ente querido? Mas muita coisa mudou para mim quando preguei no funeral de meu pai agosto passado. Deus me deu o discernimento não apenas do pregador, mas também do membro da família. Tal momento nunca é casual ou fácil. Requer muita coragem e ajuda do Espírito Santo. Enquanto pedimos ajuda a Deus em oração, não devemos ser descuidados com nenhuma de nossas palavras. O que dizemos é poderoso em tal situação vulnerável, e devemos pisar com cuidado. Então aqui estão cinco coisas que devemos evitar quando pregamos em um funeral. 1. Não se refira ao santo falecido apenas no tem

O Evangelho da Prosperidade em Meu Próprio Coração

Embora eu tenha sido exposto ao evangelho da prosperidade mais cedo em minha vida, eu nunca pensei nele seriamente até ter começado o seminário. Eu comecei a servir em igrejas locais durante meus estudos, e fiquei espantado ao descobrir tantas pessoas sob meu cuidado consumindo material do evangelho da prosperidade via diferentes formas de mídia. Além disso, muitas pessoas pareciam ver seus relacionamentos com Deus como uma relação quid pro quo . Ele era tratado como um velho interesseiro celestial que existia para deixá-las saudáveis, ricas e felizes em troca de serviços prestados. No início de minha carreira acadêmica, publiquei em um jornal teológico bastante desconhecido um artigo chamado “The Bankruptcy of the Prosperity Gospel” (A Falência do Evangelho da Prosperidade, em tradução livre).[1] Nele eu tentei sintetizar minhas objeções iniciais à teologia da prosperidade, assim como (se possível) dar direções básicas àqueles cercados pelo movimento do evangelho da prosperida

Discussões e Debates Sobre Deus são Justificáveis?

Clique nas imagens abaixo para ampliar e ler. por - Martyn Lloyd Jones (1899-1981) Fonte: Pregação e Pregadores, Editora FIEL.