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Mostrando postagens de Junho, 2010

Neutralidade não é uma opção

Texto por Charles H. Spurgeon ----- De quem és tu? (1 Samuel 30.13) A neutralidade não pode existir no cristianismo. Ou estamos sob a bandeira do Senhor Jesus, para servi-Lo e lutar em suas batalhas, ou somos instrumentos do príncipe ímpio, Satanás. "De quem és tu?" Permita-me ajudá-lo a responder. Você já nasceu de novo? Se isto é verdade, você pertence ao Senhor Jesus. Mas sem o novo nascimento você não pode ser de Jesus. Em quem você confia? Aqueles que confiam em Jesus são filhos de Deus. Para quem você está trabalhando? Esteja certo de que você está servindo ao seu senhor, pois aquele a quem você serve, obviamente este é o seu senhor. Que tipo de companhia você mantém? Se pertence a Jesus, você se associará com aqueles que usam a insígnia da cruz. Qual é a sua conversa? Ela é celestial ou terrena? O que você tem aprendido de seu senhor? Se você tem gastado o seu tempo com Jesus, as pessoas dirão a seu respeito o mesmo que foi dito a respeito de João e

O evangelho da malandragem

Texto por Robert B. Selph ----- "Como foi que as igrejas ficaram tão cheias de falsos crentes, despreocupados, carnais e desobedientes? É que muitos púlpitos ‘suavizaram’ as exigências do evangelho, engavetando a verdade do arrependimento, que é tão importante. O evangelho moderno, de ‘aceitar Jesus’, é simplesmente o resultado aguado da má-vontade em se pregar a necessidade do arrependimento . Os púlpitos modernos, na tentativa de estimular os pecadores a tomarem uma ‘decisão por Cristo’, estão temerosos de mostrar os custos do discipulado, por causa da probabilidade de afastamento de muitos que, de outra maneira, aumentariam a taxa de batismos anuais e os números obtidos nas campanhas evangelísticas. Presume-se que insistir no arrependimento seria pregar uma ‘salvação pelas obras’. Porém, não podemos conciliar os métodos que Jesus usou em seu evangelismo com os métodos aceitos hoje em dia. De acordo com nossos padrões modernos, Jesus realmente deveria ter conq

Leia e aprenda!

Texto por Filipe Luiz C. Machado ----- No início desta semana, recebi uma má notícia: as portas de uma das mais tradicionais livrarias de minha cidade estavam se fechando. Esta livraria fazia parte da atual geração da cidade, afinal, estavam em funcionamento a mais de 55 anos. Devo confessar que meu espanto não foi porque eu a visitava frequentemente (para falar a verdade, não fui mais que 5 vezes), mas sim por saber que a cada dia o brasileiro tem lido menos. A estatística de leitura feita em 2008, apontou também que o brasileiro lê, em média, 4,7 livros por ano. Em algumas regiões o número é ainda maior, como é o caso do Sul, onde foi apurado que são lidos 5,5 livros por habitante ao ano. No Sudeste o número foi de 4,9, no Centro-Oeste 4,5, no Nordeste 4,2 e no Norte 3,9. A pesquisa confirmou também que as mulheres lêem mais que os homens, 5,3 contra 4,1 livros por ano. (http://www.cultura.gov.br) O veredicto foi dado: o povo não gosta de ler! Não gosta de ler porque ach

Deus escolhe os seus

Texto por J. I. Paker ----- “ Pois Ele (Deus) diz Moisés: “Terei misericórdia de quem me aprouver ter misericórdia e compadecer-me-ei de quem me aprouver ter compaixão.” Assim, pois, não depende de quem quer, ou de quem corre, mas de usar Deus a sua misericórdia. ” Romanos 9.15,16 O verbo eleger significa “selecionar ou escolher”. A doutrina bíblica da eleição consiste em que, antes da Criação, Deus selecionou da raça humana, antevista como decaída, aqueles a quem Ele redimiria, traria à fé, justificaria e glorificaria em Jesus Cristo e por meio dele (Rm 8.28-39; Ef 1.3-14; 2 Ts 2.13,14; 2 Tm 1.9,10). Esta escolha divina é uma expressão da graça livre e soberana, porque ela é não constrangida e incondicional, não merecida por qualquer coisa naqueles que são seus objetos. Deus não deve aos pecadores nenhuma misericórdia de qualquer espécie, mas somente condenação; por isso, é surpreendente, e razão de sempiterno louvor, que Ele

O pecado em nosso coração

Texto por Jonathan Edwards ----- Como observamos, naturalmente é, muito difícil avaliar honestamente o nosso próprio pecado. Mas, se estivermos realmente preocupados com isso, se formos rígidos e sondarmos totalmente o nosso coração, podemos, na maioria das vezes, descobrir o pecado no íntimo. As pessoas que querem agradar e obedecer a Deus, com toda luz que desfrutamos, certamente, não precisam continuar nos caminhos pecaminosos por causa da ignorância. É verdade que o nosso coração é muito enganoso. Mas Deus, em sua santa palavra, nos deu luz suficiente para o estado de trevas em que nos encontramos. Por meio do cuidado e da averiguação, podemos conhecer nossas responsabilidades espirituais e saber se estamos vivendo em algum caminho mau. Todo aquele que tem algum amor a Deus ficará grato pela ajuda bíblica nesta questão. Tais pessoas estão preocupadas em andar em todas as coisas que Deus queria que andassem, como agradá-lo e honrá-lo. Se a vida delas, de alguma maneira, ofende a

Jesus não era cristão

Texto por Augustus Nicodemos Lopes ----- Muita gente pensa que sim. Todavia, a religião de Jesus não era o cristianismo. Explico. Jesus não tinha pecado, nunca confessou pecados, nunca pediu perdão a Deus (ou a ninguém), não foi justificado pela fé, não nasceu de novo, não precisava de um mediador para chegar ao Pai, não tinha consciência nem convicção de pecado e nunca se arrependeu. A religião de Jesus era aquela do Éden, antes do pecado entrar. Era a religião da humanidade perfeita, inocente, pura, imaculada, da perfeita obediência (cf. Lc 23:41; Jo 8:46; At 3:14; 13:28; 2Co 5:21; Hb 4:15; 7:26; 1Pe 2:22). Já o cristão – bem, o cristão é um pecador que foi perdoado, justificado, que nasceu de novo, que ainda experimenta a presença e a influência de sua natureza pecaminosa. Ele só pode chegar a Deus através de um mediador. Ele tem consciência de pecado, lamenta e se quebranta por eles, arrepende-se e roga o perdão de Deus. Isto é cristianismo, a religião da graça, a

João Calvino...