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Mostrando postagens de 2014

10 Maneiras de se tirar férias para a glória de Deus

" Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus " (1Co 10.31). 1. Não seja um "super espiritual", condenando tudo e todos, pois você também possui pecados (Mt 7.5); 2.  Entenda que o descanso é necessário, pois Deus o instituiu para o bem de Seu povo (Êx 20.8-11); 3. Aproveite o tempo livre, mas se lembre de que o pecado nunca descansa (1Pe 5.8); 4.  Você tirou férias dos afazeres do mundo, todavia, não do Senhor - por isso, continue a orar e ler a Bíblia (1Ts 5.17; 2Tm 3.16-17); 5. Não seja como os ímpios e coloque nas férias a sua esperança - se elas forem "frustrantes", recorde que o Senhor é acima de todas as coisas e estas cooperam para o seu bem (Rm 8.28); 6.  Se for sair de casa, aproveite a criação com sabedoria e prudência, louvando ao Senhor por todas as Suas obras (Sl 40.5); 7.  Se não puder aproveitar as férias na intensidade que gostaria, procure se manter sóbrio e nã

15 razões para rejeitar o pecado e aceitar o sofrimento

O pastor David Murray escreveu um artigo lembrando de um sermão feito pelo puritano Thomas Manton a respeito da escolha de Moisés em não aceitar os prazeres do Egito para falar sobre as 15 razões que se deve escolher o  sofrimento  no lugar do  pecado . O artigo do professor de Velho Testamento e Prática Testamental do Seminário Teológico Puritano Reformado de Michigan, nos Estados Unidos, usa um discurso que pode ser aplicado em todas as áreas da vida de um cristão. A começar ele oferece duas opções, a primeira seria aceitar o  pecado , mesmo que seja o menor deles, algo que lhe traga riqueza ou outros prazeres materiais. E a segunda é aceitar o  sofrimento  por rejeitar o  pecado . Qual dos dois você escolheria? Antes do leitor responder, Murray comenta o sermão de Manto baseado em Hebreus 11:25, usando Moisés como exemplo de que vale a pena rejeitar o  pecado “porque a maior aflição é melhor do que o menor  pecado ”, diz. Veja as 15 razões: 1.  No  sofrimento  a ofensa

Liberdade? Não, o povo não gosta de liberdade.

É costumeiro ouvirmos que "o povo quer liberdade", que "quer ser livre para pensar, expressar e viver sua própria opinião". Todavia, este sentimento é gerado por uma ilusão, pois, não raro, as pessoas que esboçam tais ideias, ainda não entenderam no que implica a liberdade, a saber: em responsabilidade. Responsabilidade é uma palavra totalmente atrelada à liberdade, mas que muitos insistem em não entender. Não é exatamente que não entendem, e sim que não desejam aceitar, afinal, a ideia de "liberdade" parece querer expressar um ideal aonde não será cobrado coisa alguma do indivíduo, afinal, ele é livre. Para tentar ilustrar, pense no primeiro exemplo : que coisa maravilhosa seria andar de motocicleta sem capacete - já pensou? O vento no rosto e a sensação de frescor aumentada exponencialmente. Quem não gostaria? Ouso dizer que a maioria teria tal desejo (ao menos para pequenas distâncias). Suponhamos, então, que isto seja possível em nossa leg

Maridos, Assumam Sua Culpa!

Gostaria que você, marido, lesse juntamente com a sua esposa e se esforçasse a escutar o que ela tem a dizer sobre você e sobre este texto. Se por acaso, o marido não tiver acesso a ele, peço para que a esposa o leia com seu marido. Marido, não tente argumentar, rebater, ignorar ou se revoltar com o que a sua esposa há de lhe dizer. Antes de qualquer réplica em sua própria defesa, aconselho que você, marido, por mais difícil que seja, escute atenciosamente, responda rapidamente as perguntas de sua companheira, reflita, ore e medite por algum tempo no texto lido e no que a sua esposa lhe falou. Pela graça de Deus, a intenção deste artigo é de ajudar o marido a ser um melhor cônjuge, de cooperar para que ele se pareça mais com Jesus Cristo e de melhorar o relacionamento conjugal de muitos, que está ou poderá ficar desgastado por causa dos erros, negligências e covardias de nós maridos. Em Efésios 5:25 é dito: “ Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e

Como ajudar seu marido a se sentir um homem de verdade

Os homens querem se sentir viris. Há um "macho-alfa" dentro de cada um. A maioria das definições de macho inclui as palavras “corajoso” e “forte”. Os homens querem ser o que são - e isso é uma coisa boa. As esposas fariam bem em aproveitar e edificar essas características em seus maridos. Há muito tempo se diz que para ser amada por um homem, é preciso ajudá-lo a se sentir bem consigo mesmo, o que inclui ajudá-lo a se sentir viril. Mas, claro que ele nunca deve ser abusivo com você ou outras pessoas no uso de sua força. Aqui estão algumas maneiras pelas quais uma mulher pode ajudar o marido se sentir um homem. Permitir, esperar, que ele te proteja É o instinto natural dos homens proteger as mulheres de suas vidas. Meninos estão sempre querendo socar quem diz coisas ruins sobre suas mães. Eles podem até ter atritos com ela, mas ninguém mais pode. Eles são, muitas vezes, igualmente protetores de suas irmãs. Quando se casam, a tendência de proteção dispara ainda

É lícito o uso da Cruz como sinal?

É apropriado para nós oferecermos uns poucos comentários sobre a colocação de cruzes nos locais de adoração. Quando falamos de cruz, ou cruzes, estamos nos referindo ao símbolo visível chamado cruz, não aos sofrimentos do Salvador. Quando o apóstolo Paulo exclamou: “ Longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz do nosso Senhor Jesus Cristo ” (Gl. 6:14), ele proferiu uma verdade preciosa. Mas a expressão do apóstolo é obviamente uma metonímia, pela qual ele exalta a obra salvífica de Cristo. A afirmação de Paulo não faz referência ao símbolo visível, conhecido entre nós como cruz. A direta adoração ou culto à cruzes é claramente proibida pelas Escrituras, no primeiro e segundo mandamentos, que proíbem o culto de qualquer outra coisa ou pessoa que não o Senhor. Historicamente, os protestantes condenaram a adoração de cruzes; por exemplo, a Confissão Escocesa de 1580 lista especificamente a “adoração de imagens, relíquias e cruzes”, entre as deploráveis práticas do “A

Como ensinar as crianças a se vestirem e se comportarem com modéstia

Roupas ousadas e reveladoras têm estado no topo da moda mundial há muitas décadas. Jovens e adultos são encorajados a expor seus corpos e deixar a sensualidade aflorar. A mudança no vestir veio acompanhada de uma mudança comportamental, principalmente nas paqueras. A inocência e o romantismo dos cortejos e flertes deram lugar à investida agressiva e insinuante. O comportamento moderno que afeta adultos e adolescentes estão ameaçando a candura infantil. As meninas são as maiores vítimas. Um estudo recente mostra que cerca de 30% dos modelos de roupas produzidas pelas empresas norte-americanas, voltadas para o público pré-adolescente, foram projetadas para sexualizar. Neste site lemos “Os pesquisadores descobriram que as roupas comercializadas para meninas de seis anos estão sendo projetadas para chamar a atenção para seus seios, nádegas e magreza, dando sinais de que são sensuais e inadequadas. Os pesquisadores dizem que é uma tendência que está reforçando estereótipos destrut

Amor Inquebrantável: Diretriz Divina para os Maridos

Para um marido amar a esposa como Cristo ama sua Igreja, deve amá-la com um amor inesgotável. Nesta conotação de Gênesis 2.24, Paulo enfatiza a constância, bem como a unidade do casamento: “Eis por que deixará o homem a seu pai e a sua mãe e se unirá à sua mulher, e se tornarão os dois uma só carne” (Ef 5.31). O padrão de Deus para o casamento não mudou. Um dos grandes obstáculos para um casamento bem sucedido é o fracasso de um ou dos dois cônjuges de “deixar pai e mãe”. Com o casamento, inicia-se uma nova família e embora o relacionamento dos cônjuges com os pais permaneça, ele é modificado quanto à autoridade e às responsabilidades. Você precisa amar e cuidar de seus pais, mas não pode permitir que controlem sua vida depois que se casa. Como recém-casados, marido e esposa devem deixar os pais e se “unir” — estar cimentados — um aos outros. Você quebra uma série de laços e cria outro conjunto. Não esqueça que o segundo conjunto é mais forte e mais permanente do que o primeir

O vazio em cada "curtida"

No Facebook e no Instagram acompanhamos o registro de vários acontecimentos na vida dos nossos contatos: festas incríveis, livros de cabeceira cabeçudos, drinks e jantares elaborados, janelas de avião, céu azul na praia, piqueniques, risadas. No Foursquare também estão registradas as passagens por alguma galeria de arte incrível, aeroportos internacionais ou festas VIP. Por que tudo isso? Imagem é tudo As mídias sociais criaram uma silenciosa e acirrada disputa entre as pessoas para mostrar quem aparenta ter a vida mais bacana. Pensamos que estamos felizes com o que temos até nos depararmos com um update na rede social que sussurra o contrário: você poderia ser mais interessante. Não para você, claro, mas para os outros. De que adianta ser feliz sem platéia? Compartilhar um ideal de vida é a cauda de pavão virtual — e nem sempre corresponde à realidade. Tudo isso reflete traços emocionais e psicológicos profundos em cada um de nós, interferindo na nossa auto-imagem

Sexo sem narrativa (ou: contra a pornografia)

Somos seres de imaginação, e no sexo tecemos a quatro mãos as nossas fantasias. Mas se terceirizamos essa narrativa à pornografia, o que resta de verdadeiro nela? Diante do caos da vida criamos as nossas narrativas . Nas páginas da brutalidade insuportável dos acidentes de trânsito, homicídios, tropeços, partidas, enganos, hesitações, encontros, desencontros, paixões e mágoas, tecemos a nossa história. A vida será tanto melhor quanto mais sofisticada a narrativa que dela fizermos. Quem dirige a sua vida? Woody Allen, Clint Eastwood, Tarantino, Fellini, Bergman, Buñuel, Walt Disney? Você? Seja quem for o diretor, seja o roteirista. A vida sem fio narrativo é uma vida vã . Ainda que a sinopse mude a todo tempo, e a cada dia os ventos levem o enredo numa direção, é preciso saber narrar para viver verdadeiramente. Para atravessar o caos inteiriço. Para ter grandeza e ser inteiro, sem exagerar nem excluir. O sentido da vida pode ser, hoje, um sorriso de menina . A dança

"Olhar não tira pedaços" - mas tira o essencial

Creio que boa parte de nós já ouviu a expressão "olhar não tira pedaços", onde quem falava se referia a olhar para outra pessoa com vontades "além da visão", como diria um amigo meu, sendo que tal pessoa já estava comprometida. Tal jargão se tornou comum e, não raro, é dito de forma bastante séria, como se o indivíduo estivesse defendendo seu direito de cobiçar o próximo, mesmo estando unido a outrem. Ocorre, porém, nobre leitor, que não se trata de não tirar pedaços da pessoa a quem se olha (francamente, que desculpa mais horrível!), e sim que a cada novo olhar você se corrompe e os desejos se tornam mais fortes! É exatamente isso que acontece: o indivíduo é casado, por exemplo, e fica olhando para todas as outras mulheres na rua - e crendo que isso é sinônimo de ser "macho" (coitado, pobre homem).  Mas, o que, invariavelmente, irá acontecer com este homem? Trair? Matar a esposa? Evidente que não. Todavia, a cada novo olhar, coisas acontecem

10 Personalidades Que Não Podem Existir Em Um Casamento Cristão

Minha querida esposa e eu estamos casados há dezesseis anos. Aprendemos muito ao longo desse tempo. O que começou turbulento deu lugar a uma união doce e gloriosa. É raro o dia em que eu não agradeço ao Senhor pela minha esposa. Nosso casamento não é perfeito porque nenhum de nós é perfeito (embora ela com certeza esteja mais perto da perfeição do que eu). Mesmo assim, posso dizer pela graça e misericórdia de Deus que nós temos um bom casamento. Existem diferentes lições que aprendemos ao longo desses dezesseis anos. Algumas foram mais doloridas do que outras e algumas são lições que continuamente terão que ser aprendidas. Como um pastor que aconselhou muitos casais e como um veterano de dezesseis anos de casamento, encontrei essas dez personalidades que não podem existir em um casamento cristão. 1. Agente secreto : não podemos ter expectativas secretas. Nosso cônjuge deve saber e devemos dar voz às nossas expectativas no relacionamento dentro do casamento. Não é justo e n