"Eu me confesso ser do número daqueles que, aprendendo, escrevem; e escrevendo aprendem" - Agostinho

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segunda-feira, 25 de junho de 2012

Série: Homem e Mulher os criou - parte 13 - Homem e Mulher após a Queda - Direitos e Deveres dos Solteiros e Casados - Sermão pregado dia 24.06.2012



Série: Homem e Mulher os criou - parte 13 -
Homem e Mulher após a Queda -
Direitos e Deveres dos Solteiros e Casados -
Sermão pregado dia 24.06.2012


Tendo sido expulsos do jardim, homem e mulher estavam de uma vez por todas privados daquela relação gloriosa que possuíam com o Senhor no Éden; mas, como vimos, aprouve ao Eterno lhes revestir da justiça de Cristo e constantemente lhes ser misericordioso, de forma que mesmo após o pecado, pela graça (e tão somente!) poderiam ser salvos e ter seu relacionamento reconciliado por Deus através de Jesus Cristo (Jo 14.6).

É preciso, portanto, que delimitemos algumas questões importantes sobre a vida humana após a queda, afinal, a criação havia se corrompido e, além disso, necessitariam labutar na terra e lutar contra o pecado que constantemente lhes assediaria. Assim, foi do agrado do Altíssimo paulatinamente lhes revelar a Sua vontade, isto é, como se diz na teologia, a revelação de Deus foi progressiva na história, de forma que constantemente os homens e mulheres eram ensinados por Deus - ora por meio de profetas, ora por reis, ora por juízes, pessoalmente pelo próprio Cristo e, por fim, através dos apóstolos e homens que andaram com o Senhor. Hoje, sendo sabido que as revelações cessaram, somos ensinados exclusivamente através da Bíblia - por isso não podemos deixar ao encargo do homem o imaginar de como deve ser a vida com a presença do pecado, devendo sempre este ir verificar nas Escrituras qual a melhor e correta maneira de se agir perante Deus.

Visto que nos propusemos a falar sobre homem e mulher, agora, após a queda, precisamos delimitar algumas questões de extrema relevância e importância para a Igreja do Senhor. Precisamos recordar que a vida após o pecado implica em grande dificuldade para o ser humano, pois luta constantemente com o pecado, de forma que muitíssimas vezes acaba por fazer aquilo que não desejava e se omite naquilo que deveria realizar (Rm 7.15). 

Por a presente série não ter como finalidade uma grande extensividade sobre os mais variados assuntos, me proporei a resumir as questões e dar diretrizes bíblicas sobre como se deve agir.

- Solteiros

Lembremos que existem duas etapas do homem e da mulher: enquanto solteiros e depois quando casados. Haveria uma posição melhor? Isto é, biblicamente falando, há alguma diretriz bíblica sobre se é melhor permanecer solteiro ou se dar-se em casamento? Sim, existe e está - também - em 1Coríntios 7. "Ora, quanto às coisas que me escrevestes, bom seria que o homem não tocasse em mulher; Mas, por causa da prostituição, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido" (1Co 7.1-2). 

Paulo inicia seu pressuposto dizendo: "bom seria que o homem não tocasse em mulher". Essa frase contém uma dupla aplicação: a primeira diz respeito ao próprio tocar, isto é, por causa da pecaminosidade humana que leva prostituição (v. 2), é bom que o homem não toque - fisicamente - em mulher. Isso não significa negar um abraço para a mãe, irmã de sangue ou deixar de cumprimentar as pessoas do sexo oposto. Porém, devemos sempre levar cativo que "a carne é fraca" (Mt 26.41; Mc 14.38), de modo que isto nos leve a evitar todo contato desnecessário com o sexo oposto, para que não transgridamos a santidade requerida (lembrando também que, embora se possa ter um exterior "puro", se deve priorizar o coração, "Porque do interior do coração dos homens saem os maus pensamentos, os adultérios, as prostituições, os homicídios" - Mc 7.21). A segunda aplicação é referente ao estado de não casado, quer dizer, Paulo argumenta que é melhor que o homem/mulher permaneça solteiro. Mas por que ele afirmou isso?

"Ora, quanto às virgens, não tenho mandamento do Senhor; dou, porém, o meu parecer, como quem tem alcançado misericórdia do Senhor para ser fiel. Tenho, pois, por bom, por causa da instante necessidade, que é bom para o homem o estar assim. Estás ligado à mulher? não busques separar-te. Estás livre de mulher? não busques mulher. Mas, se te casares, não pecas; e, se a virgem se casar, não peca. Todavia os tais terão tribulações na carne, e eu quereria poupar-vos" (1Co 7.25-28 - grifo meu). O fato de Paulo dar esse incentivo não é porque visse no casamento algo maligno, mas sim porque a união de homem e mulher implica em "tribulações". Outro motivo é também porque "O solteiro cuida das coisas do Senhor, em como há de agradar ao Senhor; Mas o que é casado cuida das coisas do mundo, em como há de agradar à mulher" (1Co 7.32-33). A sentença de Paulo não é que o solteiro não somente se dedica as coisas do Senhor (como se fosse um mero conselho humano), mas sim que deve fazê-lo. Note a afirmação no imperativo e tempo presente: "cuida". Ele, portanto, tem a obrigação (sempre buscando fazer com amor - 1Co 13.2) de se dedicar arduamente as coisas do Alto, despendendo seu tempo e dinheiro para essa causa.

"O solteiro cuida das coisas do Senhor, em como há de agradar ao Senhor" (v. 32). Esta é a obrigação do solteiro! O solteiro não está só para fazer acampamentos, inúmeras viagens, passear e não ter hora para voltar, viver "livre, leve e solto" - nada disso perpassou a mente de Paulo (que era um solteiro!) e sequer é cogitado nas Escrituras. Aqueles que estão solteiros devem se empenhar na causa de Cristo e por ela dar suas vidas, de modo que possam fazer como Paulo: "Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim" (Gl 2.20). De fato todo o cristão deve ressoar estas palavras apostólicas, mas o solteiro "cuida [apenas] das coisas do Senhor", ao passo que o casado "cuida [também] das coisas do mundo, em como há de agradar à mulher" (1Co 7.33).

O apóstolo também diz em relação aos solteiros: "De sorte que, o que a dá em casamento faz bem; mas o que não a dá em casamento faz melhor" (1Co 7.38). Paulo chega até mesmo a dizer que caso alguém tenha perdido seu cônjuge, que seria melhor permanecer solteiro: "A mulher casada está ligada pela lei todo o tempo que o seu marido vive; mas, se falecer o seu marido fica livre para casar com quem quiser, contanto que seja no Senhor. Será, porém, mais bem-aventurada se ficar assim, segundo o meu parecer, e também eu cuido que tenho o Espírito de Deus" (1Co 7.39-40).

Entretanto, notemos aqui que o apóstolo não está afirmando que todas as pessoas têm a capacidade (dada por Deus) de permanecerem solteiras por toda a vida. Ele escreve: "Porque quereria que todos os homens fossem como eu mesmo [solteiro]; mas cada um tem de Deus o seu próprio dom, um de uma maneira e outro de outra... Cada um fique na vocação em que foi chamado... Todavia o que está firme em seu coração, não tendo necessidade, mas com poder sobre a sua própria vontade, se resolveu no seu coração guardar a sua virgem, faz bem" (1Co 7.7, 20, 37). O voto de celibato (do latim cælibatus que significa "não casado") não é dado indiscriminadamente, pois a própria Escritura revela que a maciça maioria é impelida pelo Senhor ao casamento. Assim, o permanecer solteiro não é razão para deboches ou "gracinhas" entre colegas e amigos, mas sim algo determinado e estimulado pela Bíblia. Porém, é preciso notar que o voto de celibato pode ter fim, isto é, de um modo geral os cristãos ficam entre 20 e 30 anos neste voto, pois é o tempo de nascerem e se casarem. O voto de celibato não precisa ser por toda a vida (embora seja recomendado [1]). 

Por aprendermos que a condição de solteiro não deve ser estimulada caso haja muita tentação com relação a prostituição (desejos e vontades quase que desenfreados para se ter um cônjuge), devemos entender também que a condição de casado é o meio para se vencer essa tentação, de modo que quem assim não o faz (isto é, mesmo sendo continuamente tentado e caindo em pecado, insiste - por teimosia - em permanecer solteiro), comete grave violação para com as Escrituras e não a usa corretamente para seu crescimento em Cristo. Em outras palavras, o dom de permanecer solteiro não é para todos, portanto, se alguém pensa ter essa graça, mas continuamente é tentado ao lado contrário, então que renuncie essa graça que pensa (erroneamente) possuir - ou que já a teve pelo tempo determinado pelo Senhor - e se lance em casamento, a fim de constituir família e evitar a prostituição (1Co 7.2).

Em pormenores da vida de solteiro e de como se deve trilhar por este mundo, basta olhar para a vida de Jesus e dele recebermos todo o ensino precioso.

- Casados

Visto que nem todos possuem o dom do celibato (na verdade, todos os possuem, mas nem todos por toda a vida), nos foquemos agora em como deve ser a vida matrimonial em alguns aspectos ainda não visualizados. [2]

Ao lermos o presente capítulo 7 de Paulo à igreja de Corinto, de imediato o apóstolo assevera com relação ao casamento e aos atos de benevolência: "O marido pague à mulher a devida benevolência, e da mesma sorte a mulher ao marido" (1Co 7.3). Isto é, uma vez tendo casado por causa - também - do perigo em cair na prostituição [3], então que os cônjuges não fiquem se privando de atos sexuais, afinal, isso é parte importantíssima do casamento! Para que não restassem dúvidas quanto a isso, o apóstolo continua e explica o motivo: "A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no o marido; e também da mesma maneira o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no a mulher" (1Co 7.4). Em um casamento, os cônjuges "trocam de corpos", quer dizer, já não vivem para satisfazer tão somente os seus desejos, mas também os da pessoa amada com que agora divide o único corpo - "e serão ambos uma carne" (Gn 2.24). 

Mas, para que ninguém pensasse que agora se deve, sempre, sob qualquer circunstância, conceder a devida benevolência ao cônjuge, Paulo afirma: "Não vos priveis um ao outro, senão por consentimento mútuo por algum tempo, para vos aplicardes ao jejum e à oração; e depois ajuntai-vos outra vez, para que Satanás não vos tente pela vossa incontinência" (1Co 7.5 - grifo meu). Tendo em vista que marido e mulher já não mandam mais em seus próprios corpos, então precisam estar acertados de que privarão um ao outro dos atos sexuais, todavia, somente "por algum tempo" e por causas específicas - "ao jejum e à oração". Este é um ensinamento valioso, pois muitas são as vezes em que os cônjuges sofrem sérios problemas nesta área, devendo, portanto, recorrerem ao Senhor para que os santifique a cada a dia e os guie em relacionamento mais puro e semelhante à Palavra. Após terem se privado por certo tempo, "ajuntai-vos outra vez, para que Satanás não vos tente pela vossa incontinência". É útil e adequado se abster da devida benevolência, mas isto deve ser com consentimento mútuo e por breve tempo, caso contrário Satanás os tentará grandemente e as "chances" de um derramamento de sêmen fora do intercurso sexual (se lembre do pecado de Onã) ou adultério ocorrerem, será a cada dia maior.

Aprendamos também que o privar-se mutuamente não é uma ordem, mas uma permissão: "Digo, porém, isto como que por permissão e não por mandamento" (1Co 7.6). O que o apóstolo está a dizer é que é lícito a privação, mas que não se deve tê-la por mandamento, ou seja, é facultativo ao casal - se estiverem tendo problemas, que busquem ao Senhor e parem por breve tempo de se envolverem em carícias desta natureza; mas caso estejam com a consciência em dia e de acordo com as Escrituras, não há porque executar tal ato, afinal, o abster-se serve apenas para se dedicar "ao jejum e à oração". Isto também nos ensina que é completamente errado e contrário à Bíblia o negar a devida benevolência ao cônjuge sem motivo justificado. Certamente que isso não significa que se deve "sempre" ter relações sexuais com o cônjuge, mas sim que muitas vezes a finalidade do ato não será o bem-estar próprio, mas sim o do outro, pois assim lemos anteriormente: "O marido pague à mulher a devida benevolência, e da mesma sorte a mulher ao marido" (v. 3). Já que "A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no o marido; e também da mesma maneira o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no a mulher" (v. 4), então quando um deles deseja a devida benevolência, o outro deve gentilmente conceder, pois tendo como certo que são uma só carne e que ninguém desejaria ver o próprio sofrimento (Ef 5.29), é lícito e ordenado que seja feita a vontade alheia. [4]

Paulo também nos ensina sobre a indissolubilidade do casamento: "Digo, porém, aos solteiros e às viúvas, que lhes é bom se ficarem como eu. Mas, se não podem conter-se, casem-se. Porque é melhor casar do que abrasar-se. Todavia, aos casados mando, não eu mas o Senhor, que a mulher não se aparte do marido" (1Co 7.8-10). A autoridade para não haver a separação não é derivada do mero homem apostólico, "mas [d]o Senhor". O Senhor ordena que a mulher não se aparte do marido, "Se, porém, se apartar, que fique sem casar, ou que se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher" (1Co 7.11). Assim, o Senhor ensina que caso haja separação [5] por parte da mulher, que fique sem casar novamente ou "que se reconcilie com o marido"; o marido, neste sentido, também não deve repudiar a esposa, "e que o marido não deixe a mulher" - a ordenança para não se apartar também lhe cabe.

Com relação ao matrimônio onde se encontram crente e descrente, Paulo nos diz: "Mas aos outros digo eu, não o Senhor: Se algum irmão tem mulher descrente, e ela consente em habitar com ele, não a deixe. E se alguma mulher tem marido descrente, e ele consente em habitar com ela, não o deixe" (1Co 7.12-13). Aqui, que nenhum espírito espúrio pense que pode transformar as Escrituras num conto de fadas ou relatos de mera simplicidade moral e afirmar que o cristão pode se casar com um descrente. O próprio Paulo, deixou mais do que claro e explícito essa questão ao dizer: "A mulher casada está ligada pela lei todo o tempo que o seu marido vive; mas, se falecer o seu marido fica livre para casar com quem quiser, contanto que seja no Senhor" (1Co 7.39 - grifo meu). [6] Por isso, tendo em vista que não pode haver contradição nas Escrituras, Paulo somente pode estar se referindo a um casamento que ocorreu quando ambos eram descrentes e que posteriormente um deles se tornou devoto e professo da fé em Cristo Jesus. Para estes, o apóstolo lhes instrui e alenta seus corações ao dizer que não estão em pecado caso estejam casados com um descrente - e mais: que não se deve buscar a separação para, por fim, se casar com um cristão. Paulo confirma esse entendimento ao dizer: "Porque o marido descrente é santificado pela mulher; e a mulher descrente é santificada pelo marido; de outra sorte os vossos filhos seriam imundos; mas agora são santos" (1Co 7.14). [7] Portanto, mesmo que um crente habite com um descrente, pode ter sua consciência tranquila (embora continue orando pela conversão do mesmo(a)), afinal, tem autorização divina para isso.

Porém, pode ser que uma vez convertido, o cônjuge descrente não conceda mais em conviver com o crente, neste caso, assim lemos: "Mas, se o descrente se apartar, aparte-se; porque neste caso o irmão, ou irmã, não esta sujeito à servidão; mas Deus chamou-nos para a paz. Porque, de onde sabes, ó mulher, se salvarás teu marido? ou, de onde sabes, ó marido, se salvarás tua mulher? E assim cada um ande como Deus lhe repartiu, cada um como o Senhor o chamou. É o que ordeno em todas as igrejas" (1Co 7.15-17). Neste ponto o ensino de Paulo é clarividente: o cristão não deve buscar a separação de seu cônjuge apenas porque ele é um descrente, mas, caso o contrário aconteça, então o cristão está livre do jugo e pode casar novamente - apesar de lhe ser recomendado que permaneça solteiro (v. 8). Tanto a mulher cristã como o homem cristão que for rejeitado da relação, não tem como saber se o descrente que lhe rejeitou será salvo e nem pode fazer coisa alguma para que isso aconteça, portanto, "assim cada um ande como Deus lhe repartiu, cada um como o Senhor o chamou". Se Deus, em Sua soberania teve por bem que tal fato ocorre, então, apesar das lágrimas pela dissolução do casamento, o crente deve confiar a vida da ex-companheira(o) ao Senhor e trilhar seu caminho conforme "o Senhor o chamou" - "É o que ordeno em todas as igrejas".

Por fim, o apóstolo admoesta aos crentes para que compreendam que uma vez casados, para sempre assim devem ficar - "A mulher casada está ligada pela lei todo o tempo que o seu marido vive; mas, se falecer o seu marido fica livre para casar com quem quiser, contanto que seja no Senhor" (1Co 7.39 - grifo meu). Tendo o cônjuge falecido, é lícito contrair novo casamento, mas, como já exposto, desde que seja com um crente piedoso em Cristo Jesus. Todavia, Paulo ainda reitera uma outra vez que mesmo com a morte do cônjuge, "Será, porém, mais bem-aventurada se ficar assim, segundo o meu parecer" (1Co 7.40).

Tudo isso nos foi legado por meio das Escrituras inspiradas por Deus (2Tm 3.16-17), não para nosso desgosto. Os ensinos bíblicos são para instrução e aperfeiçoamento na piedade e prática cristã (Tg 1.22). "E digo isto para proveito vosso; não para vos enlaçar, mas para o que é decente e conveniente, para vos unirdes ao Senhor sem distração alguma" (1Co 7.35).

A seguir, vejamos o que a Bíblia nos fala acerca do divórcio e como ele se procede.

Nota:
[1] Se deve fazer a diferença entre ser "bom" e "melhor" - embora ambos sejam perfeitamente lícitos perante Deus. Conforme Paulo escreve, casar é algo "bom", mas permanecer solteiro é "melhor".
[2] Já vimos anteriormente sobre o casamento em si e a criação de filhos, por isso não nos deteremos novamente neles.
[3] A ênfase de Paulo não é para que se case porque não se consegue "controlar" (ainda que em certo sentido seja assim - compare com o versículo 37). É nítido (em outros lugares da Escritura) que se deve casar por amor à pessoa amada, mas também é preciso entender que o casamento é o meio pelo qual homem e mulher podem evitar a prostituição, isto é, o se envolver "sem compromisso" com diversas pessoas ou, mesmo que com uma, mas que viole o princípio "deixar pai e mãe" - ou seja, ser verdadeiramente casado com tal pessoa.
[4] Faço a ressalva também no sentido de que o cônjuge que esteja desejando a devida benevolência mas percebe claramente que o outro não está desejoso de tal prática naquele momento, muitas vezes por amor também pode e deve negar sua vontade, afinal, a recíproca do "são uma só carne" é verdadeira também a abstenção.
[5] Veremos a seguir a questão do divórcio e quando é lícito consentir com ele.
[6] Também lemos: "Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?" (2Co 6.14).
[7] Esta passagem está intimamente ligada com o batismo infantil - veja os artigos parte 1 e parte 2 no blog.

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