"Eu me confesso ser do número daqueles que, aprendendo, escrevem; e escrevendo aprendem" - Agostinho

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sexta-feira, 10 de junho de 2011

Quando a Reforma não é mais uma opção

Texto por
Filipe Luiz C. Machado
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"Meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento" (Os 4.6).

Amados, neste texto o profeta Oséias declara ao povo que o estopim de toda sua imoralidade e afastamento de Deus, se deu por conta de não mais atentarem para às leis e ordenanças expressadas por Ele. O profeta Oséias então adverte ao povo para que se volte para Deus e retome o caminho que outrora havia seguido.

De forma semelhante ao profeta Oséias e tantos outros que tiveram esse difícil ofício - proclamar o arrependimento ao povo de Deus em meio à quase total apostasia - vemos que nos dias atuais, a Reforma não é mais uma opção para a igreja, mas sim uma obrigação.

Muitas pessoas - as vezes travestidos de pseudo-piedade e pseudo-intelectualidade cristã - na tentativa de suavizarem o evangelho para ganharem mais adeptos, advogam que o importante é o amor e não a doutrina. Mas me ponho a pensar em como pode ser possível separar a doutrina do amor, haja vista que a doutrina emana do próprio Deus que é amor!

Queridos, a Reforma na igreja não é mais uma opção - já foi algum dia? - mas uma obrigação por parte dos pastores e membros que vêem que suas congregações e/ou denominações estão se estribando para terras e filosofias estranhas! Afinal, não foi o nosso próprio Senhor e salvador que disse que não havia vindo para trazer paz, mas espada (Mt 10.34)?

Não sou daqueles caçadores de heresias - que vive em blogs e sites heréticos em busca de bizarrices para ter o que ciriticar numa roda de amigos - mas é necessário que entendamos que a doutrina bíblica, tão veemente defendida pelos reformadores, puritanos e todos quanto os seguiram, é urgentemente necessária para a igreja brasileira - custe o que custar.

Acaso desejamos nos assemelhar aos ímpios (leia-se homens enganados pelo pecado e que acham que são cristãos), que na tentativa de serem relevantes acabam por ser revelados? É nosso intento arrebanhar o maior número possível de pessoas ao nosso ao redor ou temos por interesse genuíno o "pregar toda a palavra, instar em tempo e fora de tempo, redarguar, repreender, exortar, com toda a longanimidade e doutrina" (2Tm 4.2)?

Que possamos ser separados pela e para a verdade, assim como foram os reformadores. Que não tenhamos medo de cousa alguma, mesmo que isso nos custe amizades, prestígio, honras ou estima social - "pois, que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma?" (Mc 8.36).

Que Deus nos abençoe.

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