"Eu me confesso ser do número daqueles que, aprendendo, escrevem; e escrevendo aprendem" - Agostinho

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segunda-feira, 7 de maio de 2012

Série: Homem e Mulher os criou - parte 7 - Homem e Mulher no Jardim, A Questão dos Filhos (A Mulher e Esposa Cristã) - Sermão pregado dia 06.05.2012



Série: Homem e Mulher os criou - parte 7 - 
Homem e Mulher no Jardim, A Questão dos Filhos (A Mulher e Esposa Cristã) -
Sermão pregado dia 06.05.2012



Você pode acompanhar o vídeo onde tivemos esse estudo bíblico. O link é: http://twitcam.livestream.com/9wdfl (clique em "Skip this ad now" para pular a propaganda).

Agora, então, é preciso que notemos de que modo essa doutrina se "materializa", pois todo ensinamento não tem simplesmente o intuito de alcançar a mente, mas também o coração e as atitudes.

Conforme temos apontado, o Senhor legou ao homem o papel de lavrar e guardar a terra e à mulher o papel de lhe ser ajudadora idônea. Ao homem (Adão) era honroso e agradável (lembremos que estamos vendo a vida antes da queda) cuidar dos elementos que o Eterno lhe dispôs, de modo que tudo que subia à sua vista era nobre, justo e puro. Para a mulher (Eva) o submeter-se também era feito com total amabilidade e graciosidade de coração, pois como uma rainha ela se submetia alegre e confiante ao seu rei.

Penso que até o momento conseguimos ver com clareza com o papel do homem de Deus na relação, mas recapitulemos: em primeiro lugar, é seu dever primário o guardar e cuidar da terra que o Senhor lhe deu. Em segundo lugar, ele deve sustentar sua casa e somente deve se engajar num casamento quando tem reais possibilidades de os sustentar. Em terceiro lugar, uma vez que na relação de casamento há sempre a possibilidade de nascerem filhos, o homem do Senhor precisa sempre estar pronto a "trabalhar mais" e/ou  viabilizar o sustento de sua casa conforme o Senhor vai-lhe provendo (ou não) filhos. Em quarto lugar, o homem deve estar plenamente cônscio que é sua responsabilidade o cuidado não somente da terra, mas também da casa, dos filhos, não somente na questão financeira, mas também física e emocional. Em quinto lugar, o homem do Senhor sempre deve buscar liderar sua casa de acordo com o exemplo dado por Cristo Jesus, isto é, com amor, humildade, justiça e verdade. Jamais deve ser um tirano, mas também não deve ser um lacaio ou um alguém que não faz jus à ordenança divina.

Com relação à mulher, temos um excelente padrão divino que está fixado em Provérbios 31.10-31. O autor coloca-nos diante de uma mulher perfeita, uma esposa magnífica e uma mãe exemplar. Ao visualizarmos e contemplarmos tais versículos, não há homem que não se sinta desejoso de um dia encontrar tal mulher e creio também que toda mulher piedosa ao ler tal descrição, não hesita em seu coração e logo roga ao Senhor para que Ele lhe transforme em tal caráter. Vejamos alguns ensinamentos relacionamentos ao proceder que a mulher e esposa cristã deve ter.

1. Sua conduta é sempre amorosa para com seu marido. "Mulher virtuosa quem a achará? O seu valor muito excede ao de rubis. O coração do seu marido está nela confiado; assim ele não necessitará de despojo. Ela só lhe faz bem, e não mal, todos os dias da sua vida" (Pv 31.10-12). A palavra do Senhor começa-nos com uma pergunta: é possível encontrar a mulher que descreveremos? Acaso pode existir uma mulher com tamanha virtude como essa que o Senhor intentou? Sem deixar uma clara resposta, então ele diz qual é o valor dessa mulher: o maior possível. Uma mulher virtuosa, segunda a palavra de Deus, vale mais que qualquer joia, pedra preciosa ou todo ouro que alguém possa ter para si. Uma mulher virtuosa não é um bem fungível (trocável), é algo único e raro.

O autor pretende deixar bem claro que o homem casado com tal bela e formosa mulher (em caráter), sempre pode confiar nos seus afazeres. Chega até mesmo a dizer que tal homem não necessitará de despojos, isto é, provavelmente uma alusão àquilo que se o povo derrotado na batalha deixava para trás (por ocasião de fuga ou morte) e era então tomado pelos conquistadores. O marido que possui tal mulher não necessita de nenhum outro agrado, pois tem o melhor daquilo que se pode encontrar, é possuidor da joia mais rara e benignidade mais pura que se pode achar sobre a terra - mas não somente isso. Dize-nos também que "Ela só lhe faz bem, e não mal, todos os dias da sua vida". Um homem só tem felicidade dentro de seu lar quando primeiramente ele é temente a Deus e guarda sua casa assim como Senhor guarda sua igreja, mas também quando tem por companheira e ajudadora (uma rainha!) uma esposa que só lhe faz bem, só deseja o seu progresso e tudo corrobora para o bem de seu esposo.

2. É uma mulher trabalhadora e dedicada à sua casa. "Busca lã e linho, e trabalha de boa vontade com suas mãos. Como o navio mercante, ela traz de longe o seu pão. Levanta-se, mesmo à noite, para dar de comer aos da casa, e distribuir a tarefa das servas. Examina uma propriedade e adquire-a; planta uma vinha com o fruto de suas mãos. Cinge os seus lombos de força, e fortalece os seus braços. Vê que é boa a sua mercadoria; e a sua lâmpada não se apaga de noite. Estende as suas mãos ao fuso, e suas mãos pegam na roca. Abre a sua mão ao pobre, e estende as suas mãos ao necessitado. Não teme a neve na sua casa, porque toda a sua família está vestida de escarlata. Faz para si cobertas de tapeçaria; seu vestido é de seda e de púrpura" (Pv 31.13-22). A palavra do Senhor instrui-nos acerca do bom e reto trabalho que a mulher deve exercer dentro de seu chamado divino. No entanto, qual é o seu chamado? Em primeiro lugar, a mulher não foi chamada para sustentar a sua casa - esqueça o movimento feminista. A mulher cristã é como a Igreja de Cristo - trabalha e se esforça, mas não é sua a responsabilidade inerente de sustento, pois quem a verdadeiramente alimenta é o próprio Cristo. Em segundo lugar, a palavra de Deus não proíbe a mulher de trabalhar. Esse ponto é claramente notado já numa primeira leitura do presente capítulo de Provérbios, pois a narrativa fala-nos claramente que ela até mesmo "Examina uma propriedade e adquire-a". A Santa Palavra de modo algum pretende dizer que as mulheres devem nascer, crescer e morrer dentro de suas casas - não é esse o intuito bíblico; contudo, o oposto não é tão verdadeiro como muito podem achar.

Embora tal revelação bíblica (a Bíblia) nos revele muitas mulheres trabalhando, devemos lembrar que elas possuem ainda outro chamado: cuidar da casa e dos filhos que o Senhor pode enviar. O trabalho da mulher é visto também em Gn 24.15-16: "E sucedeu que, antes que ele acabasse de falar, eis que Rebeca, que havia nascido a Betuel, filho de Milca, mulher de Naor, irmão de Abraão, saía com o seu cântaro sobre o seu ombro. E a donzela era mui formosa à vista, virgem, a quem homem não havia conhecido; e desceu à fonte, e encheu o seu cântaro e subiu". Esse relato encontra-se dentro da ordem de Abraão ao seu servo para que fosse até sua terra natal e de lá trouxesse uma mulher para seu filho Isaque. Após o servo ter orado para o Senhor e ter se cumprido tal decreto divino, lemos também: "E o homem estava admirado de vê-la" (Gn 24.21). Rebeca não somente havia vindo pegar água para sua família (para si ou para os animais), mas também ofereceu-a ao servo e também aos animais que o servo de Abraão trazia consigo - e tudo isso muito admirou aquele homem. Assim também é a mulher virtuosa: trabalhadora e eficaz em tudo aquilo que faz.

Temos ainda outro exemplo advindo da família de Abraão: "Disse-lhes mais: Está ele bem? E disseram: Está bem, e eis aqui Raquel sua filha, que vem com as ovelhas. E ele disse: Eis que ainda é pleno dia, não é tempo de ajuntar o gado; dai de beber às ovelhas, e ide apascentá-las" (Gn 29:6-7). Agora foi a vez de Isaque mandar o seu filho Jacó a Padã-Arã e lá buscar uma mulher para si. Novamente, então, temos o relato de mais uma mulher do Senhor que trabalhava arduamente. Não é sem motivo que temos registrado as palavras de Jacó: " Eis que ainda é pleno dia". Raquel não era uma moça preguiçosa, não saía de casa apenas quando o sol já havia se posto - "[...] veio Raquel com as ovelhas... porque ela era pastora" (Gn 29.9).

Porém, precisamos, como já dito acima, relembrar-mo-nos de que esse não é o fim último da mulher, pois o Senhor ainda pode-lhe dar filhos. No relato de Raquel, após ter o Senhor feito-a fértil (Gn 30.22), não temos qualquer outro relato de que ela continuou a cuidar das ovelhas ou saiu para trabalhar. Isso significa que Raquel nunca mais trabalhou e ajudou em casa? Certamente que não. Isso quer ensinar-nos que a mulher não pode mais plantar nem ajudar seu marido? Não é isso que a Bíblia nos ensina (vide novamente Provérbios 31). A mulher nunca mais poderá exercer uma profissão? Lembre-se da mulher virtuosa e você obterá a resposta. Então, podem-se perguntar alguns, "como fica a questão do trabalho e da mulher?" Penso que podemos extrair alguns entendimentos a partir desses (e outros) relatos:

A mulher pode estudar e trabalhar fora. Ninguém está negando o "mundo" para a mulher. De forma alguma estamos advogando uma espécie de prisão domiciliar à mulher - por isso mesmo (baseado na palavra de Deus) é que afirmamos ser lícito à mulher sair, estudar e trabalhar fora. No entanto, deve-se ter alguns cuidados com relação isso.[1] Se podemos assim dividir, há dois momentos num casamento cristão: antes e depois dos filhos. Antes dos filhos é naturalmente compreensível que a mulher trabalhe em algum lugar, ajude seu marido, estude, se dedique em questões pessoais e tudo isso certamente lhe é lícito. Porém, quando (se assim for do agrado do Altíssimo) vierem os filhos, o fim primeiro da mulher muda de foco e, então, ela passa a se dedicar às "pequenas grandes bênçãos" (os filhos) que o Senhor lhe proveu. Por isso, há também algumas sugestões para a esposa cristã. Em primeiro lugar, embora você seja tenha liberdade para escolher qual curso superior deseja cursar, sendo possível, dê preferência aos cursos que poderão ter alguma valia para quando você for mãe. Não, eu não estou dizendo que uma esposa formada em, por exemplo, engenharia ambiental, seja uma esposa fora do padrão - novamente: não é isso que estou dizendo. O que desejo frisar é que tendo em vista a finalidade da esposa cuidar dos filhos, é prudente que enquanto ainda o Senhor não lhe proveu filhos (ou ainda é solteira), já visualize essa possibilidade e passe a estudar não com o propósito de ter uma "carreira bem sucedida", mas sim em ser uma mãe bem sucedida.

Esse entendimento é explicitado pelo apóstolo Paulo quando diz: "Há diferença entre a mulher casada e a virgem. A solteira cuida das coisas do Senhor para ser santa, tanto no corpo como no espírito; porém, a casada cuida das coisas do mundo, em como há de agradar ao marido" (1Co 7.34) - mundo, aqui, não é sinônimo de pecado, mas sim de coisas concernentes ao dia-a-dia.

Esse entendimento é clarividente também em outros dois textos bíblicos: "Quero, pois, que as que são moças se casem, gerem filhos, governem a casa, e não dêem ocasião ao adversário de maldizer" (1 Tm 5.14). "As mulheres idosas, semelhantemente, que sejam sérias no seu viver, como convém a santas, não caluniadoras, não dadas a muito vinho, mestras no bem; Para que ensinem as mulheres novas a serem prudentes, a amarem seus maridos, a amarem seus filhos, A serem moderadas, castas, boas donas de casa, sujeitas a seus maridos, a fim de que a palavra de Deus não seja blasfemada" (Tt 2.3-5). Ambos os escritores bíblicos (inspirados pelo Senhor) afirmam, note: afirmam (e, não, sugerem) que é dever da mulher ser boa dona de casa. Isso lhes é um dever abençoado e glorioso ao Senhor - e por que assim deve ser? "a fim de que a palavra de Deus não seja blasfemada." A ordem de Deus não foi dada para ser questionada, e sim, cumprida.

Em segundo lugar, não se deixe levar pela pressão dos tempos modernos e que afirma que uma mulher que cuida dos filhos é uma esposa fracassada e fadada às tristezas da vida. Uma frase atribuída à ‎Rebecca VanDoodewaard, diz assim: "As feministas se recusam a ver que ser dona-de-casa proporciona a uma mulher mais tempo na cozinha do que qualquer aficcionado por gastronomia pode ter, mais oportunidades de ler do que qualquer bibliotecária, mais chances de moldar o caráter das crianças que qualquer super babá, mais tempo para fazer o bem do que qualquer mulher engajada em obras sociais, mais tempo para decorar a sua casa do que qualquer decoradora ou arquiteta e mais tempo para ler estatísticas econômicas do que qualquer economista. Ficar em casa cria mais oportunidades para desenvolver os seus interesses, habilidades, capacidades e modos de servir do que qualquer outro trabalho lá fora. Ainda assim, as feministas empurram as mulheres em cubículos, dizendo-lhes que apenas dessa forma elas terão uma vida, se sentirão realizadas, e estarão em contato com o mundo exterior."[2]

Ao nascer dos filhos, é dever da mãe o cuidar e amar dos seus. Seguindo então a partir da "segunda" parte do casamento, a saber, quando há o nascimento dos filhos, é preciso compreender claramente que uma vez nascido os filhos, encerra-se, ao menos por alguns longos anos (em média 20 anos - mas sempre lembrando que o Senhor pode lhe dar muitos filhos) o sair para o mercado de trabalho e o desejar crescer numa carreira promissora. Falando acerca do afastamento do povo de Israel em relação à devoção ao Senhor, o profeta Jeremias faz um comparativo chocante: "Até os chacais abaixam o peito, dão de mamar aos seus filhos; mas a filha do meu povo tornou-se cruel como os avestruzes no deserto" (Lm 4.3). Trazendo esse exemplo (já que o profeta utilizou-se de tal alegoria) para o cuidado da mãe para com os filhos, vemos que é dever da mãe o amamentar seu filho e zelar por sua criação e cuidado. [3

Procure por toda a Escritura e você não encontrará nenhum resquício ou algo semelhante à creches ou crianças crescendo sob o cuidado dos avós, tios e amigos - simplesmente isso não existe para a palavra de Deus. De modo a impressionar o povo, o profeta Jeremias diz-lhes que até mesmo os animais, em alguns momentos, parecem demonstrar mais "humanidade" do que os filhos do Senhor. Diz ele que até os animais "sabem" que seus filhos precisam de cuidados e do leite materno, mas - infelizmente - muitos do povo de Deus não sabem! Quão lamentável é percebermos que tal atitude é grandemente representada ainda nos dias de hoje. Quantos casais relegam seus filhos a "tios e tias" de creche e "seja o que Deus quiser". Penso que sequer há a necessidade de citar um sem fim de versículos afirmando que cabe à mulher (pois fica em casa enquanto o homem trabalha) o cuidado dos filhos.

3. Por suas atitudes o seu marido é tido em boa reputação. "Seu marido é conhecido nas portas, e assenta-se entre os anciãos da terra. Faz panos de linho fino e vende-os, e entrega cintos aos mercadores. A força e a honra são seu vestido, e se alegrará com o dia futuro. Abre a sua boca com sabedoria, e a lei da beneficência está na sua língua" (Pv 31.23-26). Segundo os dizeres do próprio Senhor que inspirou o autor de Provérbios, quando uma mulher executa diligentemente seu trabalho, seu marido não é tido por fracassado ou é humilhado diante dos demais, mas sim é tido como um bom marido, feliz e de boa reputação entre os demais. Certamente que a Palavra de Deus não está se referindo literalmente à causa e efeito diretos, isto é, que se a mulher for boa dona de casa e boa mãe dos filhos, nada dará errado nos afazeres trabalhistas de seu marido - não é esse o ensinamento. A importância desse texto quer ensinar-nos que o marido que possui tal mulher virtuosa não tem do que se envergonhar, não possui motivos para reclamar e não há qualquer coisa que o desabone em frente ao seus colegas e amigos, pois assim como ele busca executar bem o seu mandato, de igual forma sua esposa lhe preenche e lhe é uma rainha por demais importante em sua vida.

4. Não é preguiçosa. "Está atenta ao andamento da casa, e não come o pão da preguiça. Levantam-se seus filhos e chamam-na bem-aventurada; seu marido também, e ele a louva" (Pv 31:27-28). Apesar de já ter frisado, aqui a palavra de Deus é mais incisiva: ela "não come o pão da preguiça". Não é porque não precise sustentar a sua casa que agora deve se achar no direito de gastar o dinheiro de seu marido em salões de beleza, hidroginástica, shopping, carro novo e uma miríade de outras coisas. A mulher cristã é aquela que entende o seu papel no lar e ao lado de seu marido. De maneira nenhuma a mulher de Deus é ociosa e fica o dia inteiro dormindo (até porque isso não é possível com uma casa para limpar, comida a fazer e filhos a cuidar) ou desperdiçando suas forças. A mulher virtuosa é aquela que tem boa estima até mesmo de seus filhos que são disciplinados; eles mesmos quando olham para ela, dizem: "bem-aventurada", isto é, feliz e agraciada. Mas não somente seus filhos, seu marido também mui se contenta com sua presença e por todos os seus feitos - " ele [também] a louva".

5. Seu agir testifica sua beleza. "Muitas filhas têm procedido virtuosamente, mas tu és, de todas, a mais excelente! Enganosa é a beleza e vã a formosura, mas a mulher que teme ao SENHOR, essa sim será louvada. Dai-lhe do fruto das suas mãos, e deixe o seu próprio trabalho louvá-la nas portas" (Pv 31.29-31). A esposa cristã não é alguém que busca se sobressair sobre as demais mulheres, pois o seu proceder não tem finalidades egocêntricas, mas tão somente fixa-se em Deus e no seu mandato como esposa e boa mãe. 

É preciso notar que a esposa cristã deve ser louvada, isto é, tida em boa estima, não por sua beleza exterior, nem por seus adornos, correntes e joias que naturalmente deseja usava, mas sim pelo seu temor ao Senhor - "essa sim será louvada". Sua própria devoção e trabalho é o que dão testemunho de sua competência como esposa graciosa. A mulher não precisa e não deve "sair para o mercado de trabalho" e deixar seus filhos sob o cuidado de outrem; também não lhe devido o abater-se do coração por não poder trabalhar fora enquanto seus filhos crescem, pois o autor de Provérbios nos diz que a mulher que procede de acordo com tais prescrições, "[é], de todas, a mais excelente!".

De modo mais objetivo, então, resumamos o que vimos até aqui: 1. A esposa cristã deve amar seu marido acima de tudo; 2. é chamada para cuidar de sua casa e dela cuidar com todo esmero e carinho; 3. não lhe é proibido o estudar e trabalhar fora, desde que isso não interfira em suas outras atividades e incumbências dadas pelo Senhor (cuidar da casa e cuidar dos filhos), ou seja, por uma questão praticamente óbvia, a mulher com filhos não possui possibilidade alguma de trabalhar fora e ainda cuidar dos filhos; 4. enquanto cuida dos filhos não lhe é proibido exercer alguma atividade e/ou ajudar seu marido - a mulher pode fazer algum trabalho em casa, seja confeccionando alguma coisa e depois vendendo, talvez ajudando nos trabalhos do marido (em casa), tendo alguma "renda extra" pela internet -, desde que não fira seu papel como mulher e esposa cristã; 5. não é preguiçosa - apesar de ser verdadeiro que vive-se num estado de pecado, a mulher busca forças no Senhor e não se deixar desanimar em face das grandes coisas que precisa fazer; 6. sua beleza não está numa "carreira promissora", nem em belas roupas ou joias (1 Tm 2.9; 1 Pe 3.3), mas no seu reto e justo proceder.

Nota:
[1] Mais para frente trataremos da mulher enquanto solteira; por ora importa-nos analisar a questão da mulher casada.
[3] Aqui, não estamos isentando o cuidado e carinho do pai, mas apenas enfatizando a questão materna.

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Um comentário :

  1. Passei e encontrei seu blog, li algumas coisas, seu blog é muito bom, quero deixar um incentivo: Continue a deixar-se guiar pela grande vontade de Deus, continue a ouvir a voz do Espírito Santo, e a escrever o que você sabe que é a vontade de Deus, tanto para ganhar outros para Jesus, quer incentivar nossos amigos a ficarem mais perto do nosso Deus. Deixo também um convite, mas é apenas se o quiser fazer, pertencer aos meus amigos no Peregrino E Servo, claro que irei retribuir.Um obrigado,e muita paz de Jesus.

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