"Eu me confesso ser do número daqueles que, aprendendo, escrevem; e escrevendo aprendem" - Agostinho

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quinta-feira, 24 de maio de 2012

Robert Murray M'Cheyne (1813-1843) - Eu amo o Dia do Senhor


PORQUE É UMA RELÍQUIA DO PARAÍSO E UM TIPO DO CÉU.

O primeiro Sabbath alvoreceu num paraíso sem pecado. Quando Adão foi criado à imagem o seu Criador, ele foi colocado no jardim para cultivá-lo e mantê-lo. Sem dúvida, isso lhe tirou muita energia. Fazer o luxurioso vinho, juntar as frutas da figueira e manuseá-las, conduzir a água para as árvores frutíferas e para as flores, exigiu dele todo seu tempo e toda a sua habilidade. O homem nunca foi feito para ficar à toa. Quando chegava o dia de Sábado, seus instrumentos rurais eram postos de lado e o jardim já não era sua prioridade. Sua calma e sua mente pura enxergavam além das coisas que se podiam ver até o mundo das realidades eternas. Ele andou com Deus no jardim, buscando o conhecimento mais profundo de Jeová e de Seus caminhos; seu coração ardeu mais e mais com o santo amor, e seus lábios  transbordavam de louvor seráfico. Mesmo no paraíso, o homem precisou do Sabbath. Sem ele, o próprio Éden seria incompleto. Quão pouco eles conhecem as alegrias do Éden, o deleite de um andar santo e bem próximo de Deus! Quem arrancaria da Escócia esta relíquia de um mundo sem pecado?! É também um tipo do Céu. Quando um crente põe de lado seus cuidados e afazeres deste mundo e vem para a casa de Deus, é como a manhã da ressurreição, o dia em que sairemos da grande tribulação e entraremos na presença de Deus e do Cordeiro. Quando ele ouve a Palavra pregada e escuta a voz do pastor guiando e  alimentando sua alma, isso o lembra do dia em que o Cordeiro que está no meio do trono, irá alimentá-lo e guiá-lo para as fontes de água viva. Quando ele participará dos salmos de louvor, isso o lembra do dia em que suas mãos irão tocar na harpa de Deus – onde as congregações não se dividem e os Sabbaths não têm fim.

Fonte: I Love the Lord’s Day” - Rev. Robert Murray M'Cheyne - Sermon of 1844 (publicado com título "Eu amo o Dia do Senhor", sob a tutela do Instituto Malleus Dei).
Extraído de: A Prática da Piedade

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