"Eu me confesso ser do número daqueles que, aprendendo, escrevem; e escrevendo aprendem" - Agostinho

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segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Série: Homem e Mulher os criou - parte 22 - Homem e Mulher após a Queda - A Modéstia no Vestir (Aplicando corretamente o ensinamento) - Sermão pregado dia 26.08.2012



Série: Homem e Mulher os criou - parte 22 -
Homem e Mulher após a Queda – A Modéstia no Vestir 
(Aplicando corretamente o ensinamento)
Sermão pregado dia 26.08.2012

Uma vez delimitado os pressupostos e posteriormente explanado os mesmos, é necessário que compreendamos a forma prudente e mais próxima da Verdade que podemos aplicas em nossas vidas. Digo desta forma porque precisamos ser sinceros ao interpretar as Escrituras; quer dizer, não devemos afirmar algo que a Bíblia não diz ou forçar uma interpretação para tão somente satisfazer interesses próprios. Analisemos, portanto, a maneira correta de se aplicar o que estudamos até aqui.

O uso de calças pelos homens

Todo intérprete da Bíblia precisa ser justo com o que ela é, de modo que não afirme erroneamente certa questão. Assim, de pronto deixemos estabelecido que as Escrituras não são explícitas e não possuem uma regra ou versículo específico e literal que diga que todos os homens devem usar calças. Conforme vimos no estudo anterior, os sacerdotes do templo eram os únicos que utilizavam uma espécie de calção/calça por debaixo de suas túnicas, pois a roupa sacerdotal não deveria entrar em contato com a carne (tipificando que o pecado não pode entrar em contato com a justiça de Cristo que cobre os Seus filhos). Isto implica em dizer que não se deve obrigar (sem amor, inflexivelmente, de modo legalista e intransigente) os homens a usarem calças. Todavia, também não se deve estimular a rebeldia e incitar homens a usarem túnicas (ou saias), pois não faz o menor sentido este uso em nossa cultura (relembre do estudo passado para melhor compreensão). Como sabemos, nosso Senhor preza pela ordem e decência - "Mas faça-se tudo decentemente e com ordem" (1Co 14.40) -, devendo todos os cristãos, então, se portarem com prudência e de modo a não serem escândalo para outrem (Rm 14.21).

Importa também salientar que ainda que não seja explicitado nas Escrituras o uso de calças para os homens, temos a citação do versículo já referido que diz que os homens que eram sacerdotes usavam calção sob a túnica. O texto nos diz que enquanto a túnica era para a "glória e ornamento" (Êx 28.40), o calção servia "para cobrirem a carne nua" (v. 42). Como bem sabemos que hoje todos os cristãos são como que sacerdotes diante do Senhor (o chamado sacerdócio universal dos crentes - vide o livro de Hebreus) e tendo Cristo como sumo sacerdote, então temos uma certa luz de que homens podem usar calças, afinal, haja vista que hoje não nos cobrimos mais para a "glória e ornamento", permanece o que é típico de todos os tempos: cobrir a nudez - e esta pode ser feita por calções e calças.

A síntese da interpretação e aplicação quanto à vestimenta masculina é que ela é variável conforme as estações, cultura e necessidade (assim como em certa medida é a da mulher). Porém, isto não se traduz em dizer que os homens podem usar todo tipo de roupa. Assim, se depreende que a vestimenta masculina deve ser não justa ao corpo (lembremos das túnicas dados pelo Senhor aos primeiros pais), deve cobrir a parte superior do homem (do peito até a cintura) e também não deve ser menor que a altura do joelho, pois conforme vimos, o mostrar da coxa é vergonhoso e sinônimo de nudez para as Escrituras sagradas.

Mulheres devem usar somente saias e vestidos?

Notemos a palavra usada em nossa pergunta: "devem". Isto é, há alguma obrigação ou versículo que diga claramente que em todas as ocasiões as mulheres devem usar saias ou vestidos? Não, não há. Embora muitas pessoas e denominações desejem impor um padrão modesto para as mulheres, muitas falham em sua sinceridade para com o texto bíblico e acabam afirmando certas doutrinas e aplicações que são fruto da mera subjetiva humana e não possuem respaldo escriturístico.

Entretanto, surge uma pergunta: por que se diz que as mulheres devem ser exortadas em amor para que usem saias e vestidos? Observemos novamente a ênfase: "exortadas em amor". Em outras palavras, como não há uma ordem bíblica explícita para que sempre usem este tipo de vestimenta - por exemplo, até quando estão em casa apenas com o marido -, precisamos ser prudentes em não oprimir as mulheres com algo que a Palavra não ordena de modo direto. Olhemos, então, alguns indicativos (por amor) pelos quais as mulheres são estimuladas a usarem saia ou vestido em público (em casa e a sós com o marido (considerando um casal no qual o Senhor não lhes tenha dado filhos)  não haveria necessidade, embora aquelas que desejarem podem assim proceder):

1. As Escrituras silenciam quanto ao uso de calças por mulheres;
2. A história demonstra que a diferença entre homem e mulher sempre foi representada por homens de calça e mulheres de saia ou vestido. Consideremos os seguintes exemplos:
2.1A placa do banheiro. Realmente não devemos generalizar, mas creio que nenhum de nós encontrará alguém que já teve dúvidas quanto ao sinal indicativo do masculino e feminino às portas dos banheiros públicos e privados;
2.2O casamento. Aqui também não devemos traçar a régua sobre todos, mas desconheço algum casamento onde noivo e noiva estavam de calças, afinal, o vestido se tornou a "marca registrada" e feminina da mulher;
2.3Vestes típicas. Tomemos o exemplo da vestes alemãs, onde homens se trajam com calças e mulheres com longos vestidos. Também temos a tradição do Rio Grande do Sul, onde os homens usam a tradicional "bombacha" (larga para não marcar as pernas e revelar a forma do corpo) e as mulheres grandes vestidos;
2.4Fotos e imagens de pessoas mais velhas. Interessante é notar que na maioria das vezes em que se vê uma foto ou pintura de pessoas mais velhas (geralmente duas ou mais geração atrás), sempre o homem está de calças e a mulher está de vestido. Aqueles que ainda têm avós ou bisavós poderão conversar pessoalmente com eles e se certificarem de que isto é verdade;
2.5Bicicletas de antigamente. Talvez muitos não saibam, mas as bicicletas de antigamente possuíam proteção por fora dos aros para que quando a mulher andasse (pois usava saia ou vestido) sua vestimenta não enroscasse nos raios e a rasgasse;
3. É a vestimenta mais modesta e que cumpre o propósito principal da roupa: esconder a pele e não revelar a forma do corpo;
4. É a roupa que identifica a mulher e exalta sua feminilidade sem ser vulgar ou sensual.

Diante do exposto, se chega a conclusão de que embora não haja uma regra explícita para homens usarem calças e mulheres saias ou vestidos, os cristãos devem se pautar pela modéstia e buscarem utilizar as roupas que mais condigam com o padrão bíblico - e isto certamente implica em homens usarem calças (ou noutro contexto alguma túnica) e mulheres saias ou vestidos. Contudo, frisamos ainda outra vez que esta conclusão não dever ser descarregada - principalmente - sobre as mulheres em forma de obrigação desamorosa e legalista. Nossas irmãs, esposas e filhas devem ser levadas paulatinamente ao entendimento de que as saias e vestidos ajudam tanto a igreja (principalmente os homens) como a sociedade, de modo que com isto todos saem beneficiados (até mesmo segundo ginecologistas, a calça na mulher - principalmente as "jeans" - pode até mesmo trazer patologias devido a não transpiração nas áreas onde o tecido é mais junto ao corpo).

É medida que se impõem também convocar os maridos e filhos para que ajudem suas esposas e irmãs neste sentido. Os olhos perversos estão em boa quantidade nos homens, o que significa que precisamos alertá-las e orientá-las em amor, para que sejam bênção na vida dos demais em vez de pedra de tropeço. Também frisamos que as mulheres que eventualmente tiverem alguma dificuldade para com este ponto, não devem ser desprezadas ou tratadas como rebeldes, mas sim acompanhadas, exortadas e animadas a andarem em boa companhia de mulheres modestas. Para a dificuldade inicial em se trocar boa parte do que se vestia, talvez seja prudente começar "devagar" esta transição - quer dizer, primeiro se vai ao culto com vestes desta natureza e depois, conforme o entendimento vai se consolidando, se amplia para outros dias da semana até que usar este tipo de vestimenta seja perfeitamente tranquilo. Forçar o uso destas vestimentas só piorará a situação e incitará a rebeldia.

É igualmente preciso pontuar que não são todas as saias, vestidos (assim como as calças e camisetas masculinas) e blusas que se adéquam para a mulher modesta do Senhor. Muitas são as saias que são demasiadamente apertadas, outras que possuem um corte alto na parte de trás ou do lado da mesma (e que acabam revelando a coxa). Vestidos muito justos também devem ser evitados (assim como blusas, camisetes e camisetas), pois o intuito da vestimenta não é fornecer uma aula de anatomia, mas sim esconder a nudez e não ser pedra de tropeço.

Alguns podem, então, se perguntar: quer dizer que a mulher nunca pode usar uma calça? A resposta é que a calça pode ser usada, contudo, será um trabalho heróico achar uma calça feminina que seja de acordo com a modéstia que já delimitamos, pois ou são muito justas, ou feitas de algum tipo de material que "cola" na pele. Entretanto, nem sempre é errado usar calças - vejamos o exemplo de roupas de inverno, onde se pode usar uma calça e por cima um casacão que cobre até o joelho (tanto quando em pé como sentado). Uma roupa que se encaixa nesta descrição seria o sobretudo comprido (pois existem uns mais curtos, uma espécie de blazer feminino). Para o verão, as mulheres que fizerem questão de usarem calça, podem usar um "blusão" que vá também até o joelho. Assim, se percebe que o problema não é a calça em si, mas o que ela revela.

Vestes de banho

Tendo aprendido mediante o bom exame das Escrituras, a conclusão para vestes de banho é pacífica: não são lícitas para os cristãos. Homens e mulheres tementes a Deus, ainda que possam não concordar com a questão da saia e vestido, ao menos terão de considerar que as vestes de banho são absolutamente impróprias para eles, pois violam flagrantemente a modéstia e prudência cristã. Sejamos sinceros e respondamos a pergunta: que diferença há entre as vestes íntimas e as vestes de praia, por exemplo? Talvez a única seja que enquanto a primeira não foi feita para usar na água, a segunda foi. Algum cristão sairia de sua casa com vestes de banho (leia-se biquíni/maiô, calção de banho e sem camisa) e andaria pela cidade? Algum irmão teria coragem de chegar a uma reunião de oração e de repente tirar a camisa diante de outras mulheres? Alguma irmã seria tão ousada de ir à igreja ou ao mercado vestindo apenas suas vestes íntimas? Se não far-se-ia isto, da onde se retirou o ideal de que tais coisas são permitidas em uma praia ou clube, tão somente porque há um bocado de água à frente?

É preciso enfatizar que o problema das vestes de banho não está na criação de Deus, isto é, a praia em si mesma não é um lugar perverso, assim como cachoeiras, rios, lagos e piscinas. O problema reside na total imodéstia das vestes e no estrondoso perigo de se violar o sexto mandamento ("não adulterarás"), ainda que apenas visualmente. Uma curiosidade que poucos sabem é que antigamente algumas praias eram literalmente dividas ao meio ou possuíam áreas distintas para homens e mulheres. Atualmente uma cidade chamada Trieste (na Itália) retornou com esta prática e colocou um muro dividindo a praia - ainda que tenha sido apenas para restaurar "o antigo esplendor da época do imperador Francisco José da Áustria e Hungria". [1]

Deste modo se compreende que não há problema em alguma piscina particular os homens tomarem banho sozinhos (assim como as mulheres também sozinhas). O fato problemático é a junção dos sexos com vestes (se é que podemos chamar de vestes) imodestas e a completa fornicação e adultério visual que é incitado entre os presentes - além, é claro, de ferir as roupas descritas pelo Senhor. Este entendimento é calcado no versículo que diz: "Então aquele discípulo, a quem Jesus amava, disse a Pedro: É o Senhor. E, quando Simão Pedro ouviu que era o Senhor, cingiu-se com a túnica (porque estava nu) e lançou-se ao mar" (Jo 21.7). Se os apóstolos que eram todos homens estavam pescando sem roupa (ou apenas com pouquíssima, não sabemos ao certo) não foram repreendidos, nós também assim podemos proceder.

Vestes para esportes

Ainda que muitos esportes sejam lícitos em si mesmos, as roupas que são requeridas para suas realizações não condizem com a modéstia cristã. As Escrituras são claras em delimitar a modéstia para todas as áreas da vida. Portanto, toda vez que se for praticar algum esporte/atividade física, haverá de se necessário a verificação das roupas a serem usadas. Em um caso prático, não há problema algum em os homens jogarem futebol (onde comumente se usa um short's acima do joelho por causa da melhor mobilidade), desde que seja apenas entre eles e não tenham mulheres por perto. Para abrangermos todo o restante e não termos de citar uma infinidade de ocasiões, deixemos estabelecido que quando apenas um sexo está reunido, fica sob o critério dos "participantes" escolherem a roupa adequada - mas quando ambos os sexos estão reunidos, impera a ordem da modéstia e prudência bíblica que já pontuamos.

Joias, penteados, esmaltes, maquiagem...

Certamente que as Escrituras não estão a proibir que a mulher seja feminina, pois a própria Escritura revela diversas vezes onde as mulheres usaram brincos, braceletes e acessórios (Gênesis 24, por exemplo) - o Senhor, através do profeta Ezequiel declarou ao povo que Ele havia restaurado a sorte de Israel: "E te enfeitei com adornos, e te pus braceletes nas mãos e um colar ao redor do teu pescoço. E te pus um pendente na testa, e brincos nas orelhas, e uma coroa de glória na cabeça" (Ez 16.11-12). Contudo, toda esta beleza e misericórdia de Deus personifica pelos adereços foi pessimamente aceita pelo povo: "Mas confiaste na tua formosura, e te corrompeste por causa da tua fama, e prostituías-te a todo o que passava, para seres dele" (Ez 16.15).

Deste modo, o que se deve ter em mente com relação a este tipo de coisa é que não se deve exceder a indumentária feminina (mas também masculina) moderada, pois a tentação é grande para que se caia no orgulho e confie na suposta formosura exterior. O problema não são os brincos ou outros acessórios femininos, mas o motivo pelo qual se usa eles. Assim sendo, a mulher modesta pode usar com decência certas coisas, mas sempre tendo em mente que o fim último é glorificar a Deus em todas as coisas (1Co 10.31) e também que: "É necessário que ele cresça e que eu diminua" (Jo 3.30). 

João Calvino comenta sobre 1Tm 2.9, 10 ("Que do mesmo modo as mulheres se ataviem em traje honesto, com pudor e modéstia, não com tranças, ou com ouro, ou pérolas, ou vestidos preciosos, Mas (como convém a mulheres que fazem profissão de servir a Deus) com boas obras"):

9. Que do mesmo modo. Conforme ele havia ordenado aos homens para que levantassem mãos puras, agora ele prescreve a maneira pela qual as mulheres devem se preparar para orar corretamente; e parece haver um contraste entre aquelas virtudes que ele recomendou e a santificação externa dos Judeus; para isso ele sugere que não há lugar profano, nem qualquer lugar onde ambos, homem e mulher, não podem se aproximar de Deus, desde que não sejam excluídos por seus vícios. Ele pretende abraçar a oportunidade de corrigir um vício de que as mulheres geralmente são propensas, e que talvez em Éfeso, sendo uma cidade de grandes riquezas e vastas mercadorias, especialmente abundavam; esse vício é a vontade e desejo de se vestir ricamente e abundantemente. Ele [o apóstolo] deseja, portanto, que suas roupas [das mulheres] sejam reguladas pela modéstia e sobriedade; para [mostrar] que o luxo e os gastos imoderados surgem do desejo de aparecer, quer por causa do orgulho, ou por se apartarem da pureza e simplicidade. E, portanto, é daí que deriva-se nosso dever de regular a moderação, pois desde que o vestir-se é uma questão indiferente (assim como todas as questões exteriores o são), é difícil estabelecer um limite fixo sobre o quão longe se pode ir. Os magistrados [governantes] podem de fato estabelecer leis pelas quais a vontade de se exceder em gastos supérfulos seja em alguma medida contida, mas mestres piedosos cujo trabalho é guiar as consciências, devem sempre manter em vista a finalidade pretendida pela lei. Isso, pelo menos, será concorde sem qualquer controvérsia, que tudo aquilo que no vestir-se não esteja de acordo com a modéstia e sobriedade, é certamente desapropriado. No entanto, devemos sempre começar com as disposições, pois onde reina a devassidão, não haverá pureza, e onde reina a ambição, ali não haverá modéstia no vestir-se exteriormente. Mas porque muitos hipócritas comumente aproveitam-se sobre todo tipo de desculpa que eles podem encontrar para ocultar suas disposições ímpias, nós temos a necessidade de tornar claro e comentarmos sobre aquilo que nossos olhos podem ver. Seria infâmia [vileza] negar a adequação da modéstia como sendo o ornamento virtuoso e peculiar das mulheres modestas ou o dever de todas observarem essa conduta - tudo que se opõe a essas virtudes é vã desculpa. Ele [o apóstolo] expressamente censura certos tipos de excesso [que vão além da modéstia], como cabelos ondulados, joias e anéis de ouro; não que o uso de ouro ou de joias seja expressamente proibido, mas que, onde quer que estas coisas estejam em proeminência, elas geralmente estão juntas e contornam-a [a mulher] das outras coisas malignas que eu mencionei, e surgem da ambição e falta de pureza.

10. Como convém às mulheres; é sem sombra de dúvidas que o vestir-se das virtuosas e piedosas mulheres deva diferir daquelas devassas prostitutas. O que ele [o apóstolo] estabeleceu como marcas de distinção e piedade, devem ser testemunhados nas obras e no vestir-se com pureza." [2]

A própria Bíblia relata a mulher da Babilônia como sendo alguém com total falta de modéstia em seus adornos: "E a mulher estava vestida de púrpura e de escarlata, e adornada com ouro, e pedras preciosas e pérolas; e tinha na sua mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua prostituição" (Ap 17.4).

Como membros da santa Igreja de Cristo, precisamos nos portar de modo que não sejamos confundidos ou imitemos o mundo vil em suas condutas e práticas libertinas. Somente com um firme regenerar do Espírito Santo é que conseguiremos aplicar um viver modesto em todas as áreas (neste ponto frisamos as vestimentas, mas outros pontos requerem também moderação - como comer, beber, comprar, construir...).

Que o Senhor nos dê graça para não cairmos nos erros dos escribas e fariseus, "porque dizem e não fazem" (Mt 23.3). Mas que também não erremos o alvo, passemos a nos orgulhar do que realizamos e nos achemos superiores aos demais irmãos em Cristo. Nossa oração deve ser para que a cada dia o bondoso Deus retire o coração de pedra e nos dê um coração que pulsa as verdades do evangelho.

"Por isso vos digo: Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário?" (Mt 6.25).

Nota:
[1] http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL1111228-6091,00-PRAIA+DE+TRIESTE+COLOCA+MURO+PARA+SEPARAR+HOMENS+E+MULHERES.html - acessado dia 14.05.2012.
[2CALVIN, John, Commentary on The First Epistle to Timothy, BakerBooks, pgs. 65-66 - tradução livre.

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