"Eu me confesso ser do número daqueles que, aprendendo, escrevem; e escrevendo aprendem" - Agostinho

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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Efésios 2.8 (parte 4) - É Dom de Deus - Exposição em Efésios - Sermão pregado dia 28.10.2012




Efésios 2.8 (parte 4) - É Dom de Deus
Exposição em Efésios -
Sermão pregado dia 28.10.2012

Esta pregação foi gravada em vídeo - para assistir, clique no link abaixo:
http://twitcam.livestream.com/ck8u1

"Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus" (Ef 2.8 - ênfase minha).

Enquanto escrevo estas palavras, ouço um som de piano vindo pela janela - não sei quem é seu autor, o nome da música e se fato é realmente de um piano. Todavia, uma coisa sei: ouço algo gracioso e cujo dom para tocar, não possuo.

Amados irmãos, se consideramos o tocar de teclas, um dom e extrema habilidade, quanto mais deve nos encher os olhos de alegria, a visualização do dom vindo dos céus! A fé, nos diz a santa e inerrante Palavra, "é dom de Deus"! Diferentemente das teclas que produzem inúmeras melodias, notas harmônicas agradáveis, mas que para serem ouvidas, devem ser pressionadas cuidadosamente e adequadamente por algum homem ou mulher devidamente habilitado, na vida cristã, é o Senhor quem toca em nossos corações e faz ressoar a bela melodia da salvação! Este lindo soar, não possui apenas 88 teclas, mas todo o conselho de Deus que nos leva ao conhecimento de Sua verdade e glorificação (2Tm 3.16-17; 2Co 10.31)! Esta melodia, portanto, uma vez que não é vinda de nós, soará para todo o sempre!

No próximo versículo o apóstolo explicará qual a razão pela qual a fé é um dom de Deus - "para que ninguém se glorie" -, entretanto, neste ponto em que estamos na exposição, importa que verifiquemos de que natureza é este de dom, qual sua função e qual o desdobramento que ele possui na vida de todos os cristãos.

1. A natureza do dom.

Deve ser fixado em nossas vidas que este dom é irrevogável, insondável, impoluto, sublime, inalienável, majestoso e, portanto, imutável. Este dom não provém do homem, "para que ninguém se glorie", mas "de Deus", o Altíssimo ser que faz todos tremer (Sl 47.2).

Por este dom ser irrevogável, se depreende que sob hipótese alguma, o cristão verdadeiro poderá perdê-lo. É verdade que muitos em nossos dias se põem a proclamar um falso evangelho, a saber, um evangelho que não é capaz de levar os homens à completa perseverança, de modo que os que isto pregam e espalham esta semente maligna, são como as aves que buscavam retirar o sacrifício de Abraão (Gn 15.11) e incorrem contra à sã doutrina que diz: "Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo" (Fp 1.6). Tais perversos, devem ouvir o brado do apóstolo: "Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema" (Gl 1.8). Assim, este dom não pode, sob qualquer circunstância, ser perdido, pois sendo Deus quem opera "tanto o querer como o efetuar" (Fp 2.13), nada poderá arrebatar este dom gracioso, pois se isto fosse possível, a soberania de Deus seria anulada; afinal, um deus que intenta salvar e concede o dom para tal finalidade, mas é incapaz de levar adiante o seu querer, nada mais é do que um capacho e certamente se assemelha ao vil pecador.

Por insondável, queremos dizer que este dom é melhor vivido e experimentado, do que entendido. É plenamente verdade que as Escrituras nos ensinam sobre esta fé salvífica, porém, uma vez que o pecado ainda habita - mesmo que fortemente enfraquecido pelo Espírito, no presente tempo - em nossas vidas, temos uma debilidade tal para compreender e sondar a divindade, que somos graciosamente forçados a nos dobrar diante do Criador e reconhecermos como João Batista: "não sou digno de, abaixando-me, desatar a correia das suas alparcas" (Mc 1.7; Lc 3.16). Se o próprio João, enviado para preparar o caminho do Senhor (Mc 1.2), sabia não ser digno de realizar uma mera atividade cotidiana as pés do Cristo, por certo, desta maneira, igualmente não devemos ir além e buscar compreender os porquês deste dom ser distribuído a uns e não a outros, por exemplo. Tenhamos nossas mentes fixas nas palavras ditas ao apóstolo: "A minha graça te basta" (2Co 12.9).

Ao afirmarmos que este dom também é impoluto, afirmamos isto com base na declaração de que, uma vez que Deus "é espírito, em si e por si infinito em seu ser, glória, bem-aventurança e perfeição; todo - suficiente, eterno, imutável, insondável, onipresente, infinito em poder, sabedoria, santidade, justiça, misericórdia e clemência, longânimo e cheio de bondade e verdade", conforme poderosamente afirmaram os teólogos de Westminster (pergunta 7 do Catecismo Maior), então não devemos esperar que este dom - que é a fé - seja manchado ou vindo com algum defeito oculto. Este dom emana do próprio de Deus e, desta forma, nada mais pode ser, exceto a expressão e extensão da pureza do Senhor - ainda que imputadas a nós, vis pecadores.

Por sublime, queremos ecoar as palavras do salmista: "Muitas são, SENHOR meu Deus, as maravilhas que tens operado para conosco, e os teus pensamentos não se podem contar diante de ti; se eu os quisera anunciar, e deles falar, são mais do que se podem contar" (Sl 40.5). Esta fé vinda de Deus como um dom, é muitíssimo superior ao que poderíamos imaginar. Ainda que comparássemos as formigas às gigantes sequóias da Carolina (U.S.A) ou fizéssemos menção dum copo de água em relação à abundância de milhões de miríades de copos d'água que são formados um oceano, ainda assim nossa ilustração fracassaria, pois o dom de Deus é mais do que se "podem contar".

É também inalienável, pois é dada graciosamente e somente aos filhos de Deus: "E naquele dia eu separarei a terra de Gósen, em que meu povo habita, que nela não haja enxames de moscas, para que saibas que eu sou o SENHOR no meio desta terra. E porei separação entre o meu povo e o teu povo; amanhã se fará este sinal" (Êx 8.22-23). Este dom não pode ser transferido a outrem; não pode ser emprestado; não pode ser comercializado; não poder se exposto para admiração, pois é interior; não suporta a troca ou beneficiamento. A palavra de Deus nos diz que os filhos do Senhor, são separados, isto é,  fixados amorosamente ao Seu querer - "porei separação entre o meu povo e o teu povo".

Este dom necessariamente precisa ser majestoso. Aqui, invocamos o ser do Senhor: "Grandioso és, ó SENHOR Deus, porque não há semelhante a ti, e não há outro Deus senão tu só, segundo tudo o que temos ouvido com os nossos ouvidos" (2Sm 7.22). Com não pouca ênfase, são as palavras do salmista: "Bendize, ó minha alma, ao SENHOR! SENHOR Deus meu, tu és magnificentíssimo; estás vestido de glória e de majestade" (Sl 104.1). A majestade do dom, não é devida ao receptáculo do mesmo (os homens), mas sim ao doador misericordioso, que mesmo sendo nós, por natureza, filhos da ira (Ef 2.3), "pelo seu muito amor com que nos amou... nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus" (Ef 2.4, 6)

É igualmente imutável, porque é vindo de Deus. "Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa; porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria?" (Nm 23.19; Tt 1.2). Moisés, ao registrar tais preciosas palavras, foi cirúrgico em afirmar que Deus não é sequer semelhante ao homem. "Deus não é homem, para que minta", nos diz a Escritura divina. Ele não mente, não revoga suas bênçãos, "O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia" (2Pe 3.9). Um dom vindo dos céus, não pode ser extinto, pois veio pela vontade una e soberana de Deus, de modo que se pudesse ser recolhida aos céus, como foi o grande vaso com os animais (At 10.11), então ter-se-ia um falso deus, alguém que se arrepende - levando o Senhor a ser homem falho e destituído de qualquer soberania.

2. Qual a função do dom.

Nos é necessário avaliar, agora, a intenção ou, talvez, melhor afirmando, suas funções em nossas vidas. Poderíamos dizer que as funções do dom são basicamente seis: firmar, iluminar, proteger, revigorar, consolar e perseverar.

Firmar. Este dom de Deus não somente possui as características da natureza que acima aventamos, mas igualmente nos firma ao Salvador. A fé não é simplesmente concedida e deixada ao encargo dos homens. A fé é operada por Deus no homem e é eficaz para completar a obra que Ele começou. Destarte, quando o maligno envia seus agentes, este dom de Deus é plenamente eficaz para nos estabelecer sobre a rocha que é Cristo. São inúmeros os testemunhos bíblicos que poderíamos citar e que nos ensinam esta preciosa verdade: "Vive o SENHOR, e bendito seja o meu rochedo; e exaltado seja Deus, a rocha da minha salvação" (2Sm 22.47); "O SENHOR vive; e bendito seja o meu rochedo, e exaltado seja o Deus da minha salvação" (Sl 18.46); "Sejam agradáveis as palavras da minha boca e a meditação do meu coração perante a tua face, SENHOR, Rocha minha e Redentor meu!" (Sl 19.14); "Só ele é a minha rocha e a minha salvação; é a minha defesa; não serei grandemente abalado" (Sl 62.2); "Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha" (Mt 7.24)...

Iluminar. A fé, aliada ao poder das Escrituras, é certamente uma poderosa e indispensável ferramenta que o crente deve ter consigo: "Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho" (Sl 119.105). Nos diz o apóstolo noutro lugar que "andamos por fé, e não por vista" (2Co 5.7). Todavia, se nossa fé não pudesse iluminar as sombras de nosso coração pecador e nos levar ao caminho de Deus, através de Seu Espírito, de pouquíssima valia nos teria. Esta fé, portanto, é dom de Deus e ilumina o mais terrível dos pecadores: "E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam" (Jo 1.5). Onde esta fé é viva, certamente o cristão não vive mais na prática deliberada do pecado. "O povo, que estava assentado em trevas, Viu uma grande luz; E, aos que estavam assentados na região e sombra da morte, A luz raiou" (Mt 4.16).

Proteger. O dom do Senhor não intenta nos levar avante na batalha sem nos prover alguma boa e eficaz defesa. Esta fé vinda e maravilhosamente concedida pelo Eterno, também nos protege e livra-nos do perverso: "Tomando sobretudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno" (Ef 6.16). As graças concedidas por Deus visam cuidar e proteger os Seus eleitos - assim lemos: "Eis que eu envio um anjo diante de ti, para que te guarde pelo caminho, e te leve ao lugar que te tenho preparado" (Êx 23.20). Tal aquele santo anjo, a fé dada pelo Senhor nos guarda "pelo caminho" e nos leva ao lugar "preparado"; a saber, as moradas do Altíssimo (Jo 14.2). "Vós, os que temeis ao SENHOR, confiai no SENHOR; ele é o seu auxílio e o seu escudo" (Sl 115.11).

Revigorar. A fé em Cristo e em Seu ser, é capaz de animar o coração mais desfalecido e à beira da tristeza mortal: "Torna a dar-me a alegria da tua salvação, e sustém-me com um espírito voluntário" (Sl 51.12). Tendo cometido abominação diante do Senhor, ao ter pecado com Bate-Seba, além de planejar a morte de seu marido, Davi se fixa no Senhor e clama por novo vigor, no intuito de que possa continuar a batalhar e viver diante d'Ele. Não diferente, lemos Asafe dizer: "Quanto a mim, os meus pés quase que se desviaram; pouco faltou para que escorregassem os meus passos" (Sl 73.2). Por que o homem descrito pelo salmista  (se é que não era  o próprio, quem passara por tal situação) não veio a perder as esperanças e esmorecer diante do enriquecimento dos ímpios? Porque "Verdadeiramente bom é Deus para com Israel, para com os limpos de coração" (Sl 73.1). Se Ele é bom, então esta fé, que é um dom, é igualmente boa para revigorar, conforme lemos: "O SENHOR sustenta a todos os que caem, e levanta a todos os abatidos" (Sl 145.14).

Consolar. Além de trazer novo vigor ao cansado e ferido, este dom de Deus acalenta a alma e a conforta. "Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação; Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus" (2Co 1.3-4). Observemos que este consolar possui ação dupla: sermos consolado por Deus, para que "possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação". Porque este dom é vindo de Deus e n'Ele reside todo pleno e suficiente consolo, então somos levados, ainda que atribulados, a uma vida nos braços seguros do Rei. "Em paz também me deitarei e dormirei, porque só tu, SENHOR, me fazes habitar em segurança" (Sl 4.8).

Perseverar. Seria em vão recebermos um dom que não trouxesse perseverança em meio às provações da vida e na luta contra o pecado. O povo do Senhor sempre soube que Ele haveria de os guiar perseverantemente: "O SENHOR edifica a Jerusalém, congrega os dispersos de Israel. Sara os quebrantados de coração, e lhes ata as suas feridas" (Sl 147.2-3). A perseverança é a tal ponto essencial para a vida cristã, que Paulo se mostrou plenamente convicto, como já demonstramos anteriormente: "Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo" (Fp 1.6). Este dom, por ser advindo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação (Tg 1.17), é absolutamente capaz de levar os Seus filhos à reta e firme perseverança por meio da fé.

3. Do desdobramento do dom.

Os desdobramentos deste dom de Deus são, em resumo, quatro: alegria, santidade, justiça e bondade.

Alegria. Alguém afirmar que possui a fé salvadora, mas não ser jubiloso em relação à ela, certamente é forte indício de que possui algum defeito e precisa retornar às bases da fé cristã, a fim de entender que o cristão, apesar de seus pecados e mazelas da vida, é alguém alegre no e pelo Senhor. "Alegrei-me quando me disseram: Vamos à casa do SENHOR" (Sl 122.1). A fé em Deus fazia com que o salmista tivesse alegria ao ir até Jerusalém e adentrar os portões da santa cidade. Esta alegria não era advinda da cidade por si mesma, mas do que ela representava ao povo de Israel: a presença do Senhor. No mesmo tom, pronuncia o apóstolo João ao irmão Gaio: "Porque muito me alegrei quando os irmãos vieram, e testificaram da tua verdade, como tu andas na verdade" (3Jo 1.3). O júbilo, então, é algo comum ao dom, motivo este que justifica, portanto, a alegria que o crente possui; porque uma vez sendo preenchido com o dom do Senhor, nada mais pode fazer, exceto se alegrar pelo reino de Deus.

Santidade. "Porque não nos chamou Deus para a imundícia, mas para a santificação" (1Ts 4.7). O apóstolo não titubeia ante a esta importante questão. O cristão é alguém divinamente chamado pelo Senhor e eficazmente separado (pois é isto que santidade significa) para o serviço ao Senhor. Assim como os sacerdotes e levitas do Antigo Testamento eram separados do povo para servirem à casa do Senhor (1Cr 23.32; 2Cr 31.4), também hoje, todos os crentes são chamados à separação do mundo. Não foi, então, inutilmente que nos foi registrado: "Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor" (Hb 12.14). Todo cristão genuíno, não somente possui as características até aqui listadas, mas igualmente é alguém dedicado a promover a glória de Deus em santidade e em tudo o que faz (1Co 10.31).

Justiça. Diante do Senhor, o profeta Miquéias registra a importância de um viver justo: "Seria eu limpo com balanças falsas, e com uma bolsa de pesos enganosos?" (Mq 6.11). Salomão também escreve: "Balança enganosa é abominação para o SENHOR, mas o peso justo é o seu prazer" (Pv 11.1). Não diferente, foi o dito do profeta Amós, ao relatar as palavras do Senhor aos que oprimiam o fraco e necessitado: "Ouvi isto, vós que anelais o abatimento do necessitado; e destruís os miseráveis da terra, Dizendo: Quando passará a lua nova, para vendermos o grão, e o sábado, para abrirmos os celeiros de trigo, diminuindo o efa, e aumentando o siclo, e procedendo dolosamente com balanças enganosas, Para comprarmos os pobres por dinheiro, e os necessitados por um par de sapatos, e para vendermos o refugo do trigo" (Am 8.4-6). Um cristão que verdadeiramente é eleito pelo Senhor e possui a fé que é dom de Deus, luta pela justiça, seja ela em que campo de atuação for. Esta justiça, todavia, não é pautada pelos liames da sociologia, mas sim pela Lei e Evangelho de Deus.

Bondade. "Mas, se alguém não cuida dos seus, e especialmente dos da sua família, tem negado a fé, e é pior que um incrédulo" (1Tm 5.8); "Então, enquanto temos oportunidade, façamos bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé" (Gl 6.10). Estes preciosos versículos, expressam um dos grandes marcos da verdadeira fé que é concedida por Deus: ela é atuante em prol do próximo. Uma fé sem obras é morta, nos diz enfaticamente, Tiago. Uma fé que não dispõe o coração a um espírito de servidão, certamente não é uma fé vinda do Senhor, pois Ele mesmo enviou Seu único filho "o qual, subsistindo em forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus coisa a que se devia aferrar, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens" (Fp 2.6-7).

Que todas estas verdades que emanam do próprio Deus a todos os Seus eleitos, possam frutificar e serem certas em nossas vidas, "até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, ao estado de homem feito, à medida da estatura da plenitude de Cristo" (Ef 4.13).

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