"Eu me confesso ser do número daqueles que, aprendendo, escrevem; e escrevendo aprendem" - Agostinho

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terça-feira, 27 de agosto de 2013

Efésios 3.3 - A Genuína Revelação - Exposição em Efésios - Sermão pregado dia 25.08.2013


Efésios 3.3 - A Genuína Revelação
Exposição em Efésios -
Sermão pregado dia 25.08.2013

Veja a pregação em vídeo, realizada na Igreja Cristã Reformada de Blumenau.
Link: http://www.youtube.com/watch?v=kjYd4QAHDCM#t=7339

"Como me foi este mistério manifestado pela revelação, como antes um pouco vos escrevi" (Ef 3.3).

A Palavra do Senhor nos têm admoestado e alegrado o coração na medida em que somos ensinados a crer firmemente no evangelho, de modo que não venhamos a ser levados por qualquer vento de doutrina (Ef 4.14) e possamos estar firmados na verdadeira e única rocha: Jesus Cristo (Ef 2.20). Anteriormente fomos instados a crer somente na Escritura, a fim de termos como inabalável fundamento a "graça de Deus" (Ef 2.2) recebida pelos apóstolos do Senhor e ensinada até os confins da terra. Notamos como pela soberana providência, a grande comissão está e continuará sendo cumprida por Sua Igreja (Mt 28.19-20), de modo que nada poderá abalar a Igreja do Senhor, pois ela não está sendo erguida sobre a areia (Mt 7.26), mas, sim, na perfeita pedra angular.

Agora, precisamos notar o que o Artífice, através do apóstolo Paulo, intenta nos ensinar. O motivo pelo qual o Senhor teve por bem nos legar este presente versículo, é devido fato de que ele explicita uma sublime verdade: o cristianismo não é religião de homens. Ainda que saibamos desta verdade, muitas vezes os somos assaltados com dúvidas vorazes que o pecado sussurra em nosso ser, desejando nos levar à falsa crença de que o cristianismo é algo estúpido ou potencialmente errado. Quantas são as vezes em que um desânimo incompreensível se abate sobre nós, fazendo com que percamos as esperanças e nos esqueçamos do Senhor? Seria possível contar as formas e astúcias com que somos traídos por nossa mente, a tal ponto de crermos que pode existir algo nesta terra que seja plenamente satisfatório?

Aprendemos esta grande verdade, ou seja, de que o cristianismo não pode ser fruto da mentalidade humana, à partir da expressão registrada: "este mistério manifestado pela revelação". O apóstolo estava a refutar qualquer possibilidade de crença de que suas palavras eram resultado de vãs elucubrações. Ele escreve buscando mostrar sua autoridade em transmitir a mensagem do evangelho, de maneira que não fosse visto como um ostentador prepotente da mensagem cristã,  e sim como um servo a quem foi incumbido o dever de pregar.

Podemos listar dez motivos que nos asseguram que o cristianismo não pode ser oriundo da mentalidade humana.

1. O homem natural não busca a Deus. A palavra de Deus prescreve cristalinamente: "Não há ninguém que busque a Deus" (Rm 3.11). Ainda: "Assim diz o SENHOR: Ponde-vos nos caminhos, e vede, e perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho, e andai por ele; e achareis descanso para as vossas almas; mas eles dizem: Não andaremos nele" (Jr 6.16 - grifo meu). Desta forma, não há qualquer lógica em se ponderar que o homem tenha criado o cristianismo, pois se a criatura faz algo que ela mesmo não está de acordo, no mínimo é um contra senso; para não dizer, uma estupidez.

2. O cristianismo humilha o homem. A Bíblia é clarividente com relação ao homem: "No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás" (Gn 3.19 - grifo meu). Ademais: "Ponha a sua boca no pó; talvez ainda haja esperança" (Lm 3.29). Nenhum racional criaria um "sistema religioso" para se auto humilhar - isso seria uma atitude nefasta. O orgulho é o que move o homem sem Deus (Tg 4.16).

3. O cristianismo se opõe ao desejo natural homem. O apóstolo Paulo evidencia grandemente a luta que o cristianismo causa ao homem interior: "Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço. Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo" (Rm 7.18-21). É absolutamente descabida a assertiva com respeito que o cristianismo foi criado para o homem ter um "norte" ou uma direção. No mínimo, se assim fosse, esse "norte" apontaria para seus desejos naturais e, não, criaria outros.

4. O cristianismo afirma que Deus é irado. Assim diz o salmista: "Deus é juiz justo, um Deus que se ira todos os dias. Se o homem não se converter, Deus afiará a sua espada; já tem armado o seu arco, e está aparelhado. E já para ele preparou armas mortais; e porá em ação as suas setas inflamadas contra os perseguidores" (Sl 7.11-13). Qual homem espúrio iria maquinar uma crença que afirma ser o "Supremo" um Senhor irado contra sua criatura? Seria o mesmo que desenvolver uma bomba para se suicidar.

5. O cristianismo exige abnegação e santidade. Prescreve a Lei de Deus: "Portanto santificai-vos, e sede santos, pois eu sou o SENHOR vosso Deus" (Lv 20.7). Também Pedro: "como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver" (1Pe 1.15). Buscar a santidade é algo oposto à natureza do homem, pois desta forma se lê: "E viu o SENHOR que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente" (Gn 6.5). Inverídica toda e qualquer movimentação no sentido de creditar ao homem a "criação" da perfeita e única crença.

6. O cristianismo demonstra a impossibilidade do homem crer em Deus. Registra o evangelista as palavras de Cristo: "Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha os seus pintos debaixo das asas, e não quiseste?" (Lc 13.34 - grifo meu). Somente um desvairado de mente e coração para crer que este versículo ensina o livre arbítrio. Paulo esclarece a questão: "E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados, Em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência. Entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também" (Ef 2.1-3). É evidente o arrazoado do apóstolo, demonstrando que, não fosse a mão graciosa e misericordiosa de Deus (Ef 1.4), o homem para sempre estaria morto em seus pecados. Se o homem houvesse criado tal cristianismo, plausível seria que houvesse articulado sua religião de maneira a lhe dar condições de alcançá-la.

7. O cristianismo fala de um salvador que foi morto. Categoricamente está escrito: "Homens israelitas, escutai estas palavras: A Jesus Nazareno, homem aprovado por Deus entre vós com maravilhas, prodígios e sinais, que Deus por ele fez no meio de vós, como vós mesmos bem sabeis; A este que vos foi entregue pelo determinado conselho e presciência de Deus, prendestes, crucificastes e matastes pelas mãos de injustos" (At 2.22-23 - grifo meu) O homem natural odeia todo aquele que diz ser o salvador, pois o orgulho não lhe permite dobrar-se diante de outrem. A natureza humana se inclina para a morte, jamais para a vida. Se o cristianismo fosse criação de homens, no mínimo o salvador seria ele próprio.

8. O cristianismo fala de um céu com lugares contados. Firmemente está estabelecido: "Pai, aqueles que me deste quero que, onde eu estiver, também eles estejam comigo, para que vejam a minha glória que me deste; porque tu me amaste antes da fundação do mundo" (Jo 17.24). Em Paulo: "Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor" (Ef 1.4). Pedro: "O qual, na verdade, em outro tempo foi conhecido, ainda antes da fundação do mundo, mas manifestado nestes últimos tempos por amor de vós" (1Pe 1.20). João finaliza em Apocalipse: "E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo... A besta que viste foi e já não é, e há de subir do abismo, e irá à perdição; e os que habitam na terra (cujos nomes não estão escritos no livro da vida, desde a fundação do mundo) se admirarão, vendo a besta que era e já não é, mas que virá" (Ap 13.8; 17.8 - grifo meu). Por que os homens arquitetariam uma religião (no melhor sentido da palavra) onde os predestinados para a salvação já estariam contados? Certamente que o número dos eleitos é incalculável (Ap 5.11), mas jamais esse número pode ser incontável a Deus, pois cada verdadeiro filho de Deus já tem seu nome escrito.

9. O cristianismo prescreve um árduo e penoso remédio. Conquanto está escrito: "Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me" (Mt 16.24; Mc 8.34; Lc 9.23). Este, no entanto, não é o desejo do homem. O homem natural é bem expresso por Tiago: "dizeis: Hoje, ou amanhã, iremos a tal cidade, e lá passaremos um ano, e contrataremos, e ganharemos" (Tg 4.13). Não é do interesse do homem o tomar a cruz. Jamais o homem deseja sacrifícios. Pelo contrário, seu desejo é sempre de dizer: "Paz, paz; quando não há paz" (Jr 8.11).



10. O cristianismo prescreve duras punições aos falsos líderes. Salta aos olhos com nitidez: "Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda a imundícia" (Mt 23.37). Novamente Cristo afirma a punição: "Virá o senhor daquele servo num dia em que o não espera, e à hora em que ele não sabe, E separá-lo-á, e destinará a sua parte com os hipócritas; ali haverá pranto e ranger de dentes" (Mt 24.50-51). Até mesmo aos bons mestres é advertido: "Meus irmãos, muitos de vós não sejam mestres, sabendo que receberemos mais duro juízo" (Tg 3.1). Não é crível que o homem tenha criado o cristianismo para poder manipular as massas, pois estaria agindo contrário ao seu propósito principal, afinal, estaria criando mecanismos de também ser condenado!

É necessário que nós tenhamos esta firme confiança, a saber, que o evangelho que temos ouvido e pregado é fruto do próprio Deus, pois o evangelho "é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê" (Rm 1.16). Notemos como a Bíblia é enfática em demonstrar que o evangelho é o "poder", em vez de simplesmente "conhecer". Bem verdade que o Senhor ensinou o seu povo sobre a importância do conhecimento (Os 6.6), entretanto, ele deve ser acompanhado do poder do Senhor. O simples conhecimento do evangelho em nada pode transformar o homem pecador. Em verdade, quando o homem possui apenas o conhecimento sobre o que diz a Palavra, ele se iguala aos demônios e às hostes malignas, as quais conhecem de maneira ímpar a Escritura.

Quando Tiago estava a ressalvar a importância das obras na vida dos cristãos - porque as tais são o necessário desdobrando do poder salvífico do Senhor, conforme já vimos em Ef 2.10 -, escreveu: "Tu crês que há um só Deus; fazes bem. Também os demônios o creem, e estremecem" (Tg 2.19). Tiago é categórico em ensinar os homens que a crença de que existe um Deus verdadeiro, em nada lhes melhora sua situação natural, pois tal crença também os demônios possuem. Vê-se, portanto, como é necessário haver o "o poder de Deus" para testificar de que tal indivíduo é genuinamente um cristão. Este poder é o que habilita o crente é se desgarrar de sua velha natureza e passar a andar em novidade de vida (Rm 6.4).

Assim, o apóstolo Paulo escrevera aos efésios para lhes animar e não esmorecem diante das dificuldades, porque o evangelho que haviam recebido tinha sido dado por "pela revelação". Mas esta revelação não fora inventada por ele, de maneira que ele relembra os irmãos de que já havia falado sobre isso - "como antes um pouco vos escrevi". Falsos mestres falam de supostas revelações, mas somente uma revelação nos basta: a Escritura!

Por isso, podemos ser consolados e animados nesta manhã. Podemos levantar nossas frontes e agradecer a Deus por termos sido alcançados com as boas novas de Deus. Devemos louvar ao Eterno porque nos fez bem e nos mostra em Sua Palavra, mediante Seu Espírito Santo, que Ele mesmo é real. O cristão pode e é amado por Deus, de maneira que quando atenta para a revelação fornecida (a Bíblia), encontra firmes declarações de que não está a seguir ações e invenções de homens.

Porque o cristão segue a Palavra de Deus, ele jamais poderá desistir do evangelho. E para que tenhamos esta firme consciência, sverifiquemos como isto pode ser real.

Em primeiro lugar, não conseguimos abandonar o evangelho porque Ele é a causa de todas as coisas. Lemos cristalinamente: "Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele" (Cl 1.16). Perceba que a Bíblia, sempre, sem qualquer chance de ser diferente, começa de "cima para baixo", isto é, inicia com Deus em direção ao homem. Ele criou os céus, Ele criou a terra, Ele criou os animais, Ele criou os homens, Ele manda a chuva, Ele domina sobre os planetas, Ele é o dono das guerras... Daí, então, ser claro o porquê de lermos: "Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém" (Rm 11.36).

Os cristão não "conseguem" abandonar o evangelho, por mais mazelas que sofram, pois não se alistaram forçadamente ao Reino de Deus. Foi com grande benignidade que fomos atraídos e remidos (Sl 86.13). Porque Ele a causa de todas as coisas, então os cristãos verdadeiros não podem abandonar o evangelho, pois o Senhor é infinitamente mais forte do que suas vontades pecaminosas.

Em segundo lugar, não conseguimos abandonar o evangelho porque Ele nos amou primeiro. O apóstolo João afirma: "Nós o amamos a ele porque ele nos amou primeiro" (1Jo 4.19). Esta declaração é de suma importância, pois se nós O tivéssemos amado primeiro, então Deus seria refém de nosso amor. Poderíamos barganhar com o Senhor e ordená-Lo a responder nossas orações, intimidando-O e O alertando sobre que, caso não nos atendesse, O deixaríamos.

Porque Deus nos amou e enviou o Unigênito (Jo 3.16), nós O amos. A causa de não conseguirmos deixar o evangelho pode ser claramente resumida neste versículo: "Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados" (1Jo 4.10).

Em terceiro lugar, não conseguimos abandonar o evangelho porque Ele nos elegeu para a santidade e amor. À própria igreja em Éfeso foi escrito e já lemos: "Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor" (Ef 1.4). Deus elegeu cada cristão que haveria de permanecer até o fim. Esta preciosíssima doutrina é ecoada também no Apocalipse segundo João, quando nos é revelado que só adoraram a besta (clique aqui para ler mais) aqueles "cujos nomes não estão escritos no livro da vida, desde a fundação do mundo" (Ap 17.8).

A razão pela qual, mesmo sofrendo duras baixas na luta contra o pecado, o cristão permanece buscando a santidade, é porque para isso foi eleito. Jamais ele foi eleito pelos seus próprios méritos, pois Deus tem misericórdia de quem deseja (Rm 9.15) e a única expressão de nosso coração deve ser: "graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo" (1Co 15.57).

Em quarto lugar, não conseguimos abandonar o evangelho porque Ele nos predestinou para louvor da Sua glória. A Escritura ensina de maneira ímpar: "E nos predestinou [...] Para louvor e glória da sua graça, pela qual nos fez agradáveis a si no Amado" (Ef 1.5-6). A Bíblia nos exorta a não contender com o Senhor (Rm 9.20). Ser eleito e predestinado por Deus, jamais deve ser fonte de orgulho. É um falso cristão ou na melhor das hipóteses, um cristão que está em erro, todo aquele que se orgulha por ter sido eleito. Se acaso assim pensa alguém, que se recorde de Judas, que apesar de figurar entre os doze, seu pacto era com Satanás.

Os cristãos não conseguem abandonar o evangelho porque para isso foram criados. Fomos criados para louvarmos ao Senhor e, portanto, não conseguimos fazer nada diferente disso! Todas as vezes em que o pecado nos assedia e lamentavelmente a ele nos juntamos, posteriormente, sempre, o Espírito Santo de Deus nos recorda: "Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo" (Rm 10.9). Devemos engrandecer ao Senhor, porque nos predestinou e nos criou para Seu louvor. Que imensa e maravilha boa nova!

Em quinto lugar, não conseguimos abandonar o evangelho porque Ele é nosso irmão mais velho. Cristo Jesus é descrito como nosso genuíno irmão: "Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos" (Rm 8.29; Mc 3.32-34). Se assim é, então necessariamente somos membros da família de Deus! Se Cristo é um irmão mais velho, Deus é também nosso pai! 

Querido crente, descanse em Cristo. Não, não esmoreça. As tentações virão, mas lembre-se de que se você verdadeiramente está em Cristo, perseguirá as boas obras para o qual foi criado (Ef 2.10).

Atentemos, porém, sempre ao santo aviso, quando Paulo escrevia à igreja na Galácia e lhes admoestava de que haviam sido libertos das amarras do pecado e agora eram livres dele em Cristo Jesus: "Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne" (Gl 5.13).

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