"Eu me confesso ser do número daqueles que, aprendendo, escrevem; e escrevendo aprendem" - Agostinho

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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Sou um Verdadeiro Cristão? Uma Palavra aos Miseráveis e Enfraquecidos


Gostaria de dizer aos amados leitores que nasci em um lar cristão e meu pai foi pastor por aproximadamente 15 anos. Fazem mais de duas décadas que vou à igreja nos fins de semana. Possuo boa quantidade de livros em minha estante. Costumo ler desde Agostinho, até os reformadores, tal qual Martinho Lutero, João Calvino, João Knox, passando pelos gigantes puritanos, cuja ossada estampa os nomes de João Owen, João Flavel, Thomas Watson, Richard Baxter, seguindo a trilha de Jonathan Edwards, se aproximando de Charles Spurgeon e chegando até nossos dias. Possuo este presente blog, cuja primeira postagem é de 22.11.2009. Aos domingos, há uns 5 anos, sagradamente, levo a Palavra de Deus à Igreja Cristã Reformada de Blumenau - muitíssimas pregações são escritas e posteriormente publicadas neste blog. Durante a semana, algumas vezes, me encontro com os homens da igreja e juntos conversamos sobre as dificuldades e falamos da Bíblia. Em trabalhos na igreja, junto com os demais irmãos, edito um jornal cristão chamado Jornal Reforma Hoje, cuja tiragem é, em média, de 7 mil exemplares. Recentemente escrevi um livro chamado "Armas, Defesa Pessoal e a Bíblia", além de ter outros semi-prontos.

Por que escrevi estes fatos sobre mim? Por que expus estas coisas, ainda que não sejam qualquer segredo e visualizáveis no dia-a-dia? Escrevo estes pontos, de modo que o leitor entenda que "fazer" não é a mesma coisa que "ser". Tentarei explicar.

O fato de eu exercer as atividades religiosas acima descritas, não me tornam mais ou menos cristão. Não pense que devido ao fato de pregar aos domingos, por si só, me transforme em um cristão. Ademais, nem mesmo as leituras que faço me tornam mais aceitáveis ao Senhor. Muito menos ainda, o fato de nascer em uma família cristã me torna um homem impoluto, isto é, completamente limpo e sem pecado - ou menos pecador. O mesmo, portanto, é válido para você.

Algumas vezes, como todo professo da fé cristã, também duvido de minha profissão de fé - tenho de admitir. Reconheço bom progresso nas doutrinas da graça e no conhecimento de Deus; também vejo que há frutos do Espírito Santo em mim; todavia, muitas vezes olho para minhas atitudes, contemplo meus pensamentos, analiso minhas ambições e penso: um verdadeiro cristão possui estas características? Não estaria eu sendo um farsante? Como posso ser um cristão tendo pensamentos desta natureza? É possível que eu seja um verdadeiro eleito e que foi predestinado para as boas obras (Ef 2.10)?

Caros irmãos, muitas vezes pegamos livros para ler e nos deparamos, parece-nos, por ironia, com um livro que nos deixa mais abatidos do que estávamos - não por culpa do livro ou do escritor, mas porque, se posso assim dizer, não era a literatura apropriada para aquele momento.

Não há nada mais triste do que ler a biografia de um homem santo, por exemplo. Sim, não errei ao escrever. Embora seja magnificamente importante ler biografias, você sabe como é lê-lo quando não se está bem: senta-se com um livro, por exemplo, sobre Spurgeon, folheia-se algumas páginas e se pensa: eu não sou cristão! Olhe o que este homem fazia! Olhe seus feitos! Olhe sua família! Seus pensamentos! Sua igreja! Que santo! Que homem! Não sou igual! Troca-se, então, voltando um pouco no tempo e se lê sobre David Brainerd (genro de Jonathan Edwards), no livro escrito por Jonathan e que remonta ao diário que David escrevia - o sentimento é o mesmo de ler sobre Spurgeon: que homem! Que santos pensamentos! Que choro pelo pecado! Que angustia pelo avanço do evangelho! Que noites em claro buscando a Deus! Que piedade! Na esperança de achar uma biografia mais "humana", mais tangível, mais semelhante ao que somos, recorremos aos puritanos - resultado: não achamos nada; todos parecem ser de outro planeta.

Nada há mais triste, embora possa animar por algum tempo, do que andar na companhia de um homem de grande vigor - ele nos estimula a realizar grandes proezas e viver em prol de Cristo, mas tão logo iniciamos, entendemos que não podemos prosseguir; achamos que o caminho é pedregoso demais e não estamos calejados o suficiente. Você sabe sobre o que estou dizendo - em reuniões com os irmãos da igreja, enquanto todos falam sobre santidade, perdão, amabilidade, você pensa, "meu Deus! Ai de mim! Não tenho estes pensamentos!". Na verdade, achamos que não somos cristãos. Bem, na mais estrita verdade, as vezes não sabemos em que definição nos encontramos.

Você, amigo pregador ou ouvinte, sabe qual é nosso drama: lemos sobre os grandes, chegamos ao púlpito e "algo acontece"; as palavras parecem nos faltar. Vamos até a igreja desejando que o Senhor fale conosco e, tão logo nos assentamos, um número sem fim de pensamentos nos acomete e o sono, outrora imperceptível, parece se apoderar de nosso corpo de uma forma tal, que a única vontade plena é a de fechar a Bíblia e repousar no ombro ao lado.

Alguma dessas situações acima são genuínas para você? Você tem buscado ser um grande cristão, mas tem descoberto que, na verdade, está muito aquém do pretendido? Caso positivo, permita-me fornecer algumas palavras de alento.

1. Entenda a doutrina do pacto com Cristo.

Assim diz a Escritura: "Porque naquilo que ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados... Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado" (Hb 2.18; 4.15). Também na carta de Pedro: "Ora, pois, já que Cristo padeceu por nós na carne, armai-vos também vós com este pensamento, que aquele que padeceu na carne já cessou do pecado" (1Pe 4.1).

É verdade que a Escritura ordena seguirmos os passos de Cristo (1Pe 2.21), porém, igualmente afirma, como está exposto nos versículos, que Cristo "pode socorrer aos que são tentados". A maior causa de muitas pessoas crerem que não são cristãs é porque vacilam constantemente em pecados. Não conseguem vencer e extirpar aquele mal de uma vez por todas. No entanto, muitas vezes, se esquecem de que devem se armar "com este pensamento, que aquele que padeceu na carne já cessou do pecado". Pedro não está dizendo que o verdadeiro cristão é aquele que já não peca mais, mas, sim, que "cessou do pecado" (grifo meu).

Na teologia há uma importante diferença entre "o pecado" e "os pecados". "O pecado" é o pecado original, aquele que a nós foi imputado pela queda de Adão e Eva; "os pecados" são a consequência do pecado.  Se os cristãos tivessem cessado "dos pecados", então, a começar pelo apóstolo Paulo, talvez, teríamos de considerá-lo como descrente, tendo em vista que ele mesmo lamentava fazer, por vezes, aquilo que não desejava e não fazia aquilo que queria (Rm 7.22-23).

A doutrina pacto, portanto, nos ensina que sobre Cristo estavam os nossos pecados - "Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados" (Is 53.5 - grifo meu). O profeta é explícito em dizer que em Cristo estavam todos os Seus filhos. Ele sofreu toda a ira de Deus (o cálice que Cristo, como homem, tanto relutava tomar) pelos Seus e, então, conferiu, com sua vida, morte e ascensão, a vida eterna aos eleitos. Todos os crentes estavam unidos em Cristo, de modo que Ele não é um simples exemplo para se seguir, e sim o único e perfeito cumpridor da Lei, e que já levou todos os pecados de Seus escolhidos.

2. O primeiro Adão recebeu vida e legou morte; o segundo Adão recebeu morte e trouxe vida.

"Assim está também escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito em alma vivente; o último Adão em espírito vivificante" (1Co 15.45). O primeiro Adão foi homem de grande expoência, a ponto de receber toda a terra para lavrar e cuidar (Gn 2.15) - mas ele pecou e, com ele, toda a humanidade. Porém, "assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo" (1Co 15.22). 

Nos momentos de grande fraqueza espiritual e que Diabo já não parece mais lhe rodear (1Pe 5.8), mas, sim, sentar-se à mesa com você; nos momentos, geralmente - para não dizer, sempre - após cometer um pecado intencional, busque dizer como Jeremias: "Por isso digo: "Meu esplendor já se foi, bem como tudo o que eu esperava do Senhor". Lembro-me da minha aflição e do meu delírio, da minha amargura e do meu pesar. Lembro-me bem disso tudo, e a minha alma desfalece dentro de mim. Todavia, lembro-me também do que pode dar-me esperança: Graças ao grande amor do Senhor é que não somos consumidos, pois as suas misericórdias são inesgotáveis" (Lm 3.18-22 - NVI; grifo meu).

3. Ache conforto na vida dos apóstolos.

Nas muitas batalhas que você já perdeu contra o pecado e que buscam lhe afundar ainda mais em desespero, se lembre dos apóstolos. Relembre-se da vida de Pedro que, por três ocasiões negou a Jesus. Noutro momento, teve pouca fé e quase sucumbiu às águas (Mt 14.28-31).

Olhe para Paulo e contemple suas palavras: "Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus; Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros" (Rm 7.22-23). Sua reação diante disso? "Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?" (Rm 7.24). Eis, então, sua gloriosa esperança: "Dou graças a Deus por Jesus Cristo nosso Senhor. Assim que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus, mas com a carne à lei do pecado" (Rm 7.25).

4. Deus é riquíssimo em perdoar.

"Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça" (1Jo 1.9). Sei que você conhece este versículo e, por vezes, deve pensar: "eu sei disso, mas sequer tenho forças para pedir perdão - eu já cometi este pecado tantas vezes!" Veja, todavia, o que diz apóstolo Paulo: "Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou" (Ef 2.4). Se nós devemos perdoar até setenta vezes sete (Mt 18.22), não teria o Senhor muitíssimo mais compaixão?

É verdade que necessitamos nos afligir por causa do pecado e devemos colocar a boca no pó, porque, "talvez ainda haja esperança" (Lm 3.29), mas lembre-se disso: "E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus" (Rm 12.2 - grifo meu). Não estou sugerindo que você não chore pelos pecados e passe a agir friamente para com eles. O que desejo é que você sublinhe o fato de que jamais entenderemos a necessidade do perdão, se não compreendermos o que é o evangelho. Ao pecar, a pior coisa que podemos fazer é tentar nos afastarmos de Deus. Só haverá lamento pelo pecado, quando entendermos o evangelho, pois o simples entristecer-se e rolar das lágrimas não significam coisa alguma, como bem evidenciou Faraó e Judas Iscariotes.

Incontáveis vezes, após cometermos certos pecados (que nos afligem mais, embora todos devem nos levar ao arrependimento - leia mais, aqui), buscamos ofuscar nossa consciência que nos acusa. Ela diz: "você pecou, vai pagar por isso; você pecou contra Deus e Ele é justo em lhe punir; você morrerá, é réu de morte! Inferno é o teu lugar!" Os puritanos reconheciam a importância de dar ouvidos à consciência, mas como ela faz parte do corpo que ainda padece dos efeitos do pecado, diziam que era preciso "domesticá-la" com a Palavra, a fim de que pudesse emitir juízos corretos - não somente amedrontadoras sentenças.

Leia com atenção o que diz o profeta e busque, junto ao trono da Graça, tudo o que precisa: "O vós, todos os que tendes sede, vinde às águas, e os que não tendes dinheiro, vinde, comprai, e comei; sim, vinde, comprai, sem dinheiro e sem preço, vinho e leite" (Is 55.1).

5. Somente nos céus, com Cristo, seremos livres dos pecados.

"E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus. E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas. E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E disse-me: Escreve; porque estas palavras são verdadeiras e fiéis" (Ap 21.3-5).

Um erro muito comum, ainda que seja movido por genuíno zelo espiritual, é o achar que se pode aniquilar, por completo, toda dificuldade e peso do pecado. Queridos, entendam isso: esta é a razão de existirem céu e inferno. Se todo o pecado e tristeza pudessem ser eliminados nesta vida, por que desejaríamos o céu, sendo que o teríamos "conquistado" nesta terra? Direcionemos nossas vidas ao propósito cristão peregrino: "Saiamos, pois, a ele fora do arraial, levando o seu vitupério. Porque não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a futura" (Hb 13.13-14).

6. Fixe-se nas promessas de Deus.

"Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós" (Tg 4.7). Neste versículo de Tiago, existem dois baluartes da Verdade: sujeitar-se a Deus e resistir ao Diabo. Se a sequência do texto bíblico é importante, então precisamos entender que para resistir às tentações, primeiramente devemos nos sujeitar a Deus. O resultado? O inimigo "fugirá de vós".

"Bem", você pensa, "eu já fiz isso e nada resolveu". Deixe-me ser sincero e afirmar que você ainda não realizou de maneira correta. "Eu fiz, irmão", você novamente pensa - "eu luto contra determinados pecados faz tanto tempo! Você não sabe o quanto tenho sofrido!". Caso esteja realmente convicto de que está lutando contra o pecado, saiba que a Bíblia não nos fornece uma fórmula instantânea sobre quando virá a fuga do inimigo e das tentações, mas afirma que acontecerá, "Porque eu, o Senhor, não mudo; por isso vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos" (Ml 3.6).

Como diz a frase atribuída a João Calvino, se Deus sempre respondesse nossas orações no momento em que as fizéssemos, não haveria espaço para a fé. Jogue-se aos pés da cruz e creia nas promessas. Se você teve seu entendimento renovado pelo evangelho, em Cristo és mais que vencedor (Rm 8.37).

7. Há algum tipo de pecado incorporado ao seu estilo de vida?

Esta foi a pergunta feita por Jonathan Edwards (clique aqui). A vida nos traz tantos problemas sérios e que diariamente nos fazem tropeçar e pecar - mas existe algum pecado incorporado, isto é, arraigado, que já faz parte de sua vida - aquele pecado "doméstico"? Se sua resposta é inclinada ao "sim", preciso ser sincero, de modo a não fugir da centralidade da Palavra: "Portanto, se a tua mão ou o teu pé te escandalizar, corta-o, e atira-o para longe de ti; melhor te é entrar na vida coxo, ou aleijado, do que, tendo duas mãos ou dois pés, seres lançado no fogo eterno. E, se o teu olho te escandalizar, arranca-o, e atira-o para longe de ti; melhor te é entrar na vida com um só olho, do que, tendo dois olhos, seres lançado no fogo do inferno" (Mt 18.8-9).

Se você é casado, por exemplo, e o seu pecado  mais grave está sendo a falta de controle financeiro, seja sábio e peça ajuda, pois vergonhoso é entrar em dívidas impagáveis, ao passo que pedir socorro é algo prudente e necessário. Ainda, se casado e seu problema é a falta de amor por sua esposa, busque auxílio, ore e converse com seu cônjuge, a fim de que possam orar juntos (clique aqui para ler mais). Se solteiro ou mesmo casado e seu problema é para com a pornografia, procure estar o mais longe das mídias e lugares que o levam a pecar - sim, eu sei que você já tentou, mas insista outra vez - vá para a cruz e morra. Caso seu pecado verse sobre ira, ódio ou inveja, se concentre e medite nos 10 mandamentos, contemplando a grandeza de Deus e analisando sobre quantas são suas transgressões diante d'Ele.

Não obstante, seja qual for o seu pecado, a Bíblia possui saída para todos eles - exceto para o pecado contra o Espírito Santo; tal pecado, porém, visto que não tem perdão, não pode ser cometido por um verdadeiro cristão.

Por fim, analise sua vida e veja se, à semelhança dos cristãos Hebreus, você também, eventualmente, ainda não tem tomado a resolução de lutar contra o pecado e resistido "até ao sangue". Não caia no erro do Diabo de que você "já batalhou o bastante". Dois, cinco, dez ou vinte anos lutando contra o pecado, não são nada. Não conte a batalha contra o pecado em anos, mas, sim, em dias, "porquanto os dias são maus" (Ef 5.16). Sim, espere o livramento, mas com uma mão na reconstrução de sua vida e outra na espada, como fizeram os homens do Senhor: "cada um com uma das mãos fazia a obra e na outra tinha as armas" (Ne 4.17).

Lembre-se de que você não está sozinho na peleja: "Portanto nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta, Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus. Considerai, pois, aquele que suportou tais contradições dos pecadores contra si mesmo, para que não enfraqueçais, desfalecendo em vossos ânimos. Ainda não resististes até ao sangue, combatendo contra o pecado" (Hb 12.1-4).

Certamente que "Grande e extensa é a obra" (Ne 4.19), todavia, "o nosso Deus pelejará por nós" (Ne 4.20).

Que Deus nos abençoe.

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