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Artigos sobre a família – Uma cosmovisão Cristã (parte 4 - final)


Um chamado à ação na Família

Ações Gerais

Por causa das convicções acima mencionadas, chamamos a todos os homens e mulheres que confessam a Jesus Cristo como seu Salvador e Senhor pessoal, que se junte a nós para:

1. examinar seriamente estas afirmações e negações à luz da Palavra de Deus, para ver se são verdadeiras, e nos informar diretamente sobre aqueles pontos nos que creem que nós nos distanciamos das Escrituras ou da lógica;
2. reexaminar nossas próprias teorias e práticas educativas, e pedir a Deus que nos mostre onde estamos caindo;
3. arrepender-nos de todos os pecados conhecidos, confessando-os e abandonando-os, pedindo perdão tanto a Deus, quanto a todos aqueles que temos ofendido, e depois fazendo toda a restituição possível.
4. pedir a Deus que encha a todo Seu povo com o poder capacitador do Espírito Santo, para que façamos que nossas vidas pessoais e nossas teorias e práticas educativas sejam em maior conformidade com Sua vontade revelada, em uma base permanente e consistente
5. buscar direção de nossos irmãos e autoridades da igreja local, quanto a como podemos mutuamente apoiar e nos influenciar para que nossas práticas educativas glorifiquem a Deus.

Depois de ter lidado com nossos pecados e fracassos pessoais, e termos feito responsáveis de dar contas com a Bíblia e ante nossos irmãos agora nos comprometemos a:

1. influenciar a todos os cristãos e organizações cristãs com os quais trabalhamos, a considerar seriamente nossas afirmações e negações, com a meta de registrar suas respostas;
2. influenciar àqueles no campo da família que estão de acordo com nossas afirmações e negações a implementar estas propostas em seu trabalho;
3. mobilizar e conectar nossos recursos Cristãos e trabalhar de maneira coordenada com as outras esferas profissionais, tanto ou dentro fora da Aliança para o Avivamento,  para ver a conduta do Corpo de Cristo e da nação mudadas para que se aproximem mais da visão da realidade e da moralidade que nos são apresentadas nas Sagradas Escrituras.

Ações Específicas

Para estes fins nos comprometemos às seguintes ações específicas:

1. Colocando a disposição este documento junto com uma lista curta de leituras de livros pertinentes, por autores Bíblicos, para toda igreja no mundo que creia na Bíblia, e estimular aos líderes das igrejas locais a treinar seus membros nestes princípios essenciais da família Bíblica;
2. Aplicando a disciplina eclesiástica cada vez que os membros de uma congregação se envolverem em pecados relacionados especialmente com a família, tais como a fornicação, o divórcio fácil, a falta de submissão das esposas, o abuso da autoridade por parte dos esposos, o abuso dos cônjuges, a desobediência dos filhos, o abuso infantil, a falta de apoio por parte do esposo, o abandono, o incesto, a homossexualidade, ou a falta deliberada de crianças por qualquer outra razão que não seja um chamado especial de Deus;
3. Incitando as juntas diretivas das igrejas a solicitar a renúncia ao líder de todos os pastores, anciãos, evangelistas, membros de equipe de trabalho na igreja e nas organizações para eclesiástica, músicos Cristãos, e outros líderes que não cumprem com os requerimentos escriturísticos para a liderança do Corpo de Cristo (1 Timóteo 3), particularmente em administrar bem seus próprios lares, ou que passaram por um divórcio antibíblico e não provaram sua contrição e arrependimento, até que suas vidas estejam em conformidade com a Escritura;
4. Exortando a todos os Cristãos a se unirem na cidade, estado e em escala nacional em oposição a qualquer intenção ímpia por parte do governo civil de tirar os direitos paternos ordenados por Deus sobre seus próprios filhos. (Devem tomar todos e cada um dos meios institucionais, por parte do indivíduo e da igreja institucional, para oporem-se a qualquer ataque contra o direito básico, essencial e fundamental dos pais de conceber, controlar, educar, criar, guiar e disciplinar a seus próprios filhos. As igrejas devem estar dispostas a perder seu status de isenção de impostos sobre este tema, e os pais Cristãos devem estar dispostos a serem presos, se for necessário, ao batalhar contra esta possessão última do poder por parte dos devotos do estatismo idólatra);
5. Fazendo qualquer ação que podemos, dentro dos nossos limites Bíblicos e Constitucionais, para reajustar a legislação do município, do estado e da legislação federal, com respeito aos assuntos familiares, com o propósito de fazer que estejam em conformidade à visão Bíblica da realidade e moralidade, especialmente perseguindo o recomeço de fortes  leis com respeito ao apoio às crianças, o adultério, a homossexualidade, a prostituição, o treinamento com atos sexuais, a pornografia, o abuso sexual, o incesto, o estupro, o aborto, o infanticídio e o divórcio;
6. Animando aos pastores, anciãos, e equipe de trabalho na igreja a persuadir e ensinar aos pais que Deus os tem como responsáveis por desenvolver uma maturidade espiritual e o entendimento Bíblico de seus próprios filhos e que não podem delegar esta obrigação primeira ou totalmente à Igreja ou às escolas Cristãs;
7. Guiando e socorrendo, e insistindo às Igrejas a guiar e socorrer aos pais no cumprimento de suas funções como cabeças espirituais de suas famílias;
8. Desafiando a Igreja a reconsiderar sua visão do cuidado dos anciãos, e insistir que os filhos e os netos assumam a primeira responsabilidade de cuidar dos idosos inválidos, em suas próprias casas e como membros de suas próprias famílias, antes que recorram às casas de retiro;
9. Ensinando que quando as crianças são abandonadas ou ficam órfãs, ou seus pais estejam presos, devem ser cuidados preferencialmente por parentes, amigos ou pela Igreja, antes do governo civil, instituições ou albergues de menores;
10. Pedindo contas às Igrejas evangélicas cada vez que, de maneira antibíblica e inescusável, aceitam o divórcio fácil, e insistir para que adotem atitudes e práticas Bíblicas (A taxa de divórcios entre aqueles que frequentam igrejas evangélicas está crescendo e aproximando cada vez mais a taxa que existe entre os não cristãos. Deve-se lançar uma campanha massiva para educar as congregações, para chamar aos divorciados e recasados de maneira antibíblica ao arrependimento, a exercer a disciplina eclesiástica nos casos antibíblicos de divórcio e novo matrimônio, e ajudar a restabelecer pastores divorciados – que devem renunciar a seu ministério pastoral – em carreias alternativas.  O avivamento e a reforma não virá até que a Igreja resolva seus divórcios ímpios e reverta sua excessiva taxa de divórcios);
11. Ajudando a cada igreja local a estabelecer, por si, somente, ou em cooperação com outras congregações locais, seu próprio centro de crises de gravidez e um programa antiabortos (Esta não é uma obrigação menos  requerida para os Cristãos de hoje nos Estados Unidos do que foi a oposição Cristã ao Holocausto de Hitler na Alemanha, também ao risco de prisão e morte.);
12. Chamando à Igreja evangélica a educar aos pais e a seus adolescentes em conhecimento, sabedoria, respeito e responsabilidade  pela sua sexualidade para preparar aos jovens para reverter a tendência para a fornicação entre os adolescentes Cristãos.

- por The Coalition on Revival, Inc.

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