"Eu me confesso ser do número daqueles que, aprendendo, escrevem; e escrevendo aprendem" - Agostinho

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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

10 Maneiras de usar uma Arma para a Glória de Deus



"Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus" (1Co 10.31)

1. Tenha-a dentro da legalidade, pois precisamos obedecer aos magistrados (Rm 13.1-2);

2. Saiba manuseá-la e guardá-la de forma segura, pois somos responsáveis por isso (1Tm 5.8);

3. Não a use como instrumento de vingança pessoal, pois esta pertence ao Senhor (Rm 12.19);

4. Não haja precipitadamente com ela, pois esta é a atitude dos tolos (Pv 25.8);

5. Use-a para defender sua esposa, pois se for necessário, devemos até mesmo dar nossa vida por elas (Ef 5.25);

6. Não tenha prazer na morte, pois se Deus assim não tem, nós também não devemos (Ez 33.11);

7. Pratique tiros ao alvo, a fim de ser corretamente instruído e preparado (1Sm 17.33-37);

8. Fale com os outros sobre como, biblicamente, é lícito defender-se (Êx 22.2-4);

9. Faça manutenções regulares em sua arma, pois é necessário cuidar dos bens dados pelo Senhor, pois são como que emprestados a nós (2Rs 6.5);

10. Não confie em sua arma, mas no Senhor (Sl 20.7).

*nota: em breve será lançado o livro "Armas, Defesa Pessoal e Bíblia". Por favor, não pense que esta postagem é uma apologia à morte ou para se atirar sem qualquer motivo. A única coisa biblicamente defensável é a legítima defesa.
[Editado]: o livro já foi lançado. Você pode o adquirir aqui: www.livro.reformahoje.com.br

Assim lemos claramente: "Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira [de Deus], porque está escrito: Minha é a vingança; eu recompensarei, diz o Senhor. Portanto, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isto, amontoarás brasas de fogo sobre a sua cabeça. Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem" (Rm 12.19-21). Paulo é preciso em suas palavras e ensina todos os cristãos a não serem "justiceiros particulares", de modo a não violarem a ordem do Senhor ao Estado (falaremos sobre isso no decorrer do livro). O apóstolo coloca um ponto sumário para nosso entendimento; isto é, o motivo pelo qual o cristão não deve ser vingativo é porque "Minha é a vingança; eu recompensarei, diz o Senhor". Desta forma, o cristão não precisa desesperar-se ao ver a impunidade crescente em nossos dias – embora tenha de lutar contra ela –, afinal, é o Todo Poderoso quem está no controle de Sua criação e Ele a julgará com justiça no dia estabelecido: "Minha é a vingança e a recompensa, ao tempo que resvalar o seu pé; porque o dia da sua ruína está próximo, e as coisas que lhes hão de suceder, se apressam a chegar" (Dt 32.35).

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