"Eu me confesso ser do número daqueles que, aprendendo, escrevem; e escrevendo aprendem" - Agostinho

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segunda-feira, 5 de março de 2012

Efésios 1.4 (parte 3) - Determinismo Bíblico - Exposição em Efésios - Sermão pregado dia 04.03.2012



Efésios 1.4 (parte 3) - Determinismo Bíblico
Exposição em Efésios - 
Sermão pregado dia 04.03.2012

"Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo" (Ef 1.4 - grifo meu).

As Escrituras são claras: "antes da fundação do mundo". Não há quem possa negar esse termo, seja por vã pretensão ou por ignorância. Mas visto que os homens esquecem-se facilmente daquilo que leem, ouvem e por vezes até mesmo aprendem, o Senhor proveu ainda outros testemunhos de como esse entendimento é de suma importância para a vida cristã:

- "Conhecidas são a Deus, desde o princípio do mundo, todas as suas obras" (At 15.18 - grifo meu).
- "Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo" (Mt 25.34 - grifo meu).
- "Pai, aqueles que me deste quero que, onde eu estiver, também eles estejam comigo, para que vejam a minha glória que me deste; porque tu me amaste antes da fundação do mundo" (Jo 17.24 - grifo meu).
- "O qual, na verdade, em outro tempo foi conhecido, ainda antes da fundação do mundo, mas manifestado nestes últimos tempos por amor de vós" (1 Pe 1.20 - grifo meu).
- "E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo" (Ap 13.8 - grifo meu).

Quando a Bíblia declara a sentença que estamos vendo, de modo algum ela pretende ser abstrata ou uma mera conjectura do que pudesse ser a realidade. Homem algum tem o direito ou poder de dar outra interpretação àquela mesma fornecida pela Escritura, isto é, de que mesmo antes da fundação do mundo o Senhor já havia decretado invariavelmente todas as coisas que haveriam e deixariam de acontecer. Um Deus soberano não poderia decretar o Seu querer e simplesmente aguardar passivamente a atitude de seus criados. Um Deus soberano não poderia dar vida à uma massa caótica e em seguida iniciar o seu descanso sabático. A soberania de Deus não poderia ser passiva de controvérsia ou rebeldia humana, pois tal feito anularia Seu pleno poder e decretos eternos. Por isso é que na teologia bíblica e verdadeira se diz crer no chamado determinismo bíblico.

Enfatizo o bíblico porque muitos homens incautos têm ultrajado essa bela e magnífica doutrina legada pelo Senhor a todos os Seus santos, levando muitos a crer num mero fatalismo sob o pretexto de "o que quer que deva ocorrer, certamente ocorrerá, por isso não faremos coisa alguma". O determinismo bíblico é o entendimento de que nada que nos vem nesse mundo ou deixa de ocorrer, escapa à mão soberana e completa do Senhor - os pássaros nascem por ordem decretada pelo Senhor, antes da fundação do mundo; os rios deságuam no mar, e, contudo, ele não se enche - por meio do decreto divino; os animais procuram e encontram comida em meio à terra seca, devido ao decreto do Senhor; a natureza reúne suas nuvens e trovões e desgarra sua força sobre a terra, pois assim foi do agrado do Senhor; o infante que nasce com algum problema genético incurável, nasce sob a soberania plena de Deus; até mesmo a mais forte e equipada aeronave cai sobre o mar com a determinação de Deus -, contudo, também tem muito firme em seu corpo de doutrina que apesar do Senhor ter-nos ensinado que todos os eventos - tanto bons como maus - ocorrem por Seu firme propósito, Ele também nos ensinou que somos responsáveis por nossos atos. O homem é responsável e instruído a não construir sua casa em barrancos que podem escorregar, o construtor de navios deve ter toda cautela e prudência ao fixar as juntas e soldá-las ao casco do navio, o atirador de elite tem o dever de ser bem treinado a fim de executar o malfeitor e não a vítima. Já para o determinismo fatalista, embora ecoe nosso primeiro ponto, nega veementemente o segundo, isto é, crê na soberania plena de Deus, mas dispensa a responsabilidade humana, pois diz ser contraditório afirmar que Deus ordena todos os feitos e ao mesmo tempo nos tornarmos responsáveis diante d'Ele.

Quando falamos em determinismo bíblico, precisamos ter muito claro em nossos corações que o Senhor não é homem para que fale falsidades: "Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa; porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria?" (Nm 23.19); nem tampouco é inconstante em Seus feitos: "Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação" (Tg 1.17 - grifo meu). A Bíblia claramente nos ensina que não há nada que se faça debaixo do sol que não tenha sido previamente determinado pela vontade secreta e soberana do Senhor. Por algum motivo - que nos é desconhecido - o Senhor teve por bem decretar absolutamente tudo o que iria acontecer aos homens. Para o Senhor, o tempo não é marcado em séculos, décadas, anos, meses, horas, minutos ou segundos, mas sim por uma determinação que se estende até o final do universo. Deixe-me explicar melhor:

O Eterno não controla o universo por meio da presciência, pois isso seria dizer que o Senhor criou o universo, colocou o homem, "congelou" a criação, isto é, fez com que tudo cessasse de funcionar sobre a terra e então apertou "play" para ter uma prévia do que aconteceria: viu então que o homem estava no jardim, nomeava os animais e com eles interagia, mas, de repente viu que o homem estava sozinho; pensou então o Senhor: "Não é bom que o homem esteja só" - apertou "stop" e resolveu que também deveria criar uma mulher, pois conseguiu visualizar que no futuro, caso o homem estivesse sozinho, não lhe seria benéfico tal situação. Ora, não é preciso se alongar em tal exemplo simplório, pois se o Senhor raciocinasse dessa forma, Ele seria a menor criatura de todo o universo, não sendo sequer capaz de ordenar e orquestrar de forma plenamente correta e adequada aquilo que Ele mesmo criara. Se Deus não houvesse determinado cada momento de nossas vidas, seria o mesmo que ao dar vida a uma invenção, não saber como colocá-la para funcionar. O determinismo está de mãos dadas com a total soberania do Senhor. Determinar os acontecimentos no mundo é um desdobramento natural da essência pura, santa e plenamente capaz do Senhor, pois se n'Ele reside toda sabedoria, quem melhor para arquitetar tudo o que se passa conosco e com a natureza?

No entanto, reconheço que o determinismo está sujeito a ofender muitas pessoas, pois um dos primeiros pensamentos que lhes veem a mente é: "Então quer dizer que tudo o que eu faço é porque Deus quis que eu fizesse?". Respondo: Exatamente. "Então até mesmo o meu pecado está dentro dos decretos divinos?". Respondo novamente: Certamente. Porém, ressalvo usando as palavras de Paulo: "Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde? De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?" (Rm 6.1,2). Ou seja, já nos é claro que temos nossa responsabilidade diante do Senhor, que devemos buscar viver uma vida santa e piedosa diante do Altíssimo, que o pecado habita em nós e que temos o dever de dominá-lo pelas forças dadas mediante o Senhor - "Se bem fizeres, não é certo que serás aceito? E se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas sobre ele deves dominar" (Gn 4.7) -, que conforme também lemos no relato de Gênesis, o pecado foi fruto da maldade humana e rebeldia contra o Senhor; ainda que tudo isso estivesse nos Seus planos eternos e insondáveis. É dado a esse fato de ambas as doutrinas serem apresentadas na Bíblia que devemos compreender que: precisamos orar, planejar e executar tudo nessa vida como se dependêssemos de nós mesmos, sabendo, contudo, que tudo depende de Deus (Rm 11.36). Isto é, a determinação eterna do Senhor não nos deve ser desculpa para não realizar as suas ordenanças nesse mundo, ao mesmo tempo que quando as executamos, não devemos nos esquecer de que é Ele quem efetua em nós tanto o querer como o realizar (Fp 2.13).

"Porque quem compreendeu a mente do Senhor? ou quem foi seu conselheiro?" (Rm 11.34). Paulo é enfático ao fazer a pergunta retórica aos romanos. Paulo questiona-lhes acerca de que vã pretensão o homem poderia  partir para questionar os intentos de Deus. O apóstolo indaga aos romanos: "Quem foi seu conselheiro?" - quer dizer, quem de vós esteve junto na eternidade e definiu e traços planos juntamente com o Deus trino? Qual dentre vós desejou sobrepujar a sabedoria divina, santa e imaculada do Senhor, a ponto de querer Lhe orientar sobre como os eventos deveriam ser regidos? "Porque, quem conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo?" (1 Co 2.16). Não há homem nessa terra que saiba o que o Senhor tem planejado desde os tempos primórdios. As perguntas de Paulo são por demais claras para nós: não há ninguém que possa conhecer a vontade secreta do Senhor; e mais: não há ninguém que possa mudar tal vontade.

Devemos ser francos conosco mesmos e admitirmos: "O profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos!" (Rm 11.33). E também: "E quão preciosos me são, ó Deus, os teus pensamentos! Quão grandes são as somas deles!" (Sl 139.17). Não sabemos o que porquê do Senhor haver decretado todas as coisas nesse mundo e ao mesmo tempo ter dito que somos responsáveis por elas. Não entendemos como pode ter sido Adão um homem livre e ao mesmo tempo escravo da determinação de Deus. Não compreendemos como podemos dominar o pecado e ao mesmo tempo ter a ciência de que todas as coisas acontecem por meio do decreto de Deus. Simplesmente não sabemos, não nos "entra" na mente essa aparente dualidade conflitante de doutrinas; e essa  é, portanto, uma das razões porque devemos rejeitar um racionalismo demasiado, isto é, buscar compreender todas as coisas por meio da mera razão, pois se assim procedermos, estaremos negando que o pecado corrompeu até mesmo a razão e lógica humana. Em nosso ser decaído e  manchado pelo pecado, não conseguimos adentrar a mente divina e captarmos o sentido de tudo o que faz, no entanto, como já temos visto, o apóstolo Paulo nos diz que o Senhor já "nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo" (Ef 1.3), ensinando-nos de que mesmo contra nossa lógica e argumentação, o Senhor decretou que havemos de ser grandemente abençoados por nossa união salvífica em Cristo, afinal, "todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito" (Rm 8.28).

Alguns argumentam que no Senhor não reside qualquer determinismo, pois segundo pensam, o seguinte versículo - "Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também" (Jo 5.17) - abona a ideia de que o Senhor ainda "trabalha", ainda está executando seus propósitos de acordo com o que a situação requer. Ainda que tal argumento seja parcialmente válido, o intento dessas palavras santas de Jesus são de que, apesar de ter criado o mundo, não o deixou (o mundo) livre para para ver o que acontecia, mas sim que, além da criação, também nos proveu o Seu sustento, de forma a entendermos que o Senhor trabalha até agora em nossa providência e bênção, mas jamais como intentando nos dizer que o Senhor está trabalhando hoje sem que isso tenha sido decretado na eternidade. Deus trabalha pelos Seus, mas nunca baseado na situação momentânea, e sim tão somente devido ao Seu próprio decreto eterno ter firmado que dia-a-dia nos susteria mediante Sua mão graciosa.

Diante disso nos perguntamos qual vem a ser a validade e bênçãos que decorrem dum decreto estabelecido desde a eternidade e que certamente não falhou, falha ou falhará nos tempos vindouros.

Em primeiro lugar, o determinismo bíblico nos ensina a confiar na mão poderosa do Senhor e render-Lhe glórias e louvores por tudo o que temos recebido, pois não há nada melhor do que confiar em Sua onipotência, afinal, quem é tão grande e excelso em poder a ponto de poder afirmar que "até mesmo os cabelos da vossa cabeça estão todos contados" (Mt 10.30) e que por isso nos diz, "Não temais, pois"?

Em segundo lugar, o determinismo bíblico instrui-nos a não confiar em nossas próprias forças, pois apesar de termos de lutar contra toda adversidade, tentação e pecado presente em nossas vidas, o Senhor nos instruiu: "Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer" (Jo 15.5 - grifo meu). Nosso bom mestre nos ensina que devemos estar firmemente arraigados n'Ele, presos, unidos, alicerçados na Sua palavra e em Sua justiça, pois Ele é a videira, Ele é o canal principal, a fonte que possui as raízes para nos nutrir e dar o devido crescimento - A glória do fruto não está em si mesmo, mas naquele em que está firmado.

Em terceiro lugar, o determinismo bíblico nos ensina a baixar nossas cabeças e ser reverentes diante do Senhor: "Não te precipites com a tua boca, nem o teu coração se apresse a pronunciar palavra alguma diante de Deus; porque Deus está nos céus, e tu estás sobre a terra; assim sejam poucas as tuas palavras" (Ec 5.2). O autor é claro: " porque Deus está nos céus, e tu estás sobre a terra". Como constantemente nos esquecemos dessa realidade e queremos contender com o Senhor sobre os "porquês" de Suas obras e os motivos de muitas vezes não nos ter sustentado da maneira como achávamos que deveria ter operado! Jó quis argumentar com o Senhor, mas em vez de fazer sua sustentação oral e persuadir o Eterno, ouviu-O diretamente dizer: "Onde estavas tu, quando eu fundava a terra? Faze-mo saber, se tens inteligência" (Jó 38.4).

Por fim, o determinismo bíblico deve-nos estimular a oração, vida santa, evangelismo e tudo o mais quanto o Senhor requer de Seus filhos. A determinação eterna de Deus dever-nos-ia impulsionar na oração, pois embora não saibamos como orar, deixou registrado: "E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis" (Rm 8.26) - ainda que sejamos falhos em nossas orações, a certeza de que tudo é ordenado por Deus necessita nos fazer alegres por saber que até mesmo em nossas fraquezas o Senhor está conosco. Do mesmo modo, o determinismo também precisa nos carregar à uma vida santa diante do altar do Senhor, pois mesmo diante de tantos percalços e vicissitudes da vida, temos a certeza de que o Senhor guiará todos os Seus filhos rumo à vida eterna: "Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo" (Fp 1.6) - mas essa não é uma promessa na qual devamos descansar de braços cruzados e vivermos de maneira devassa, e sim que apesar de estarmos na labuta pelo reino dos céus e pecarmos por diversas vezes, o Senhor nos leva ao arrependimento sincero e nos moldará gradativamente à estatura do varão perfeito (Ef 4.13). Assim também acontece no evangelismo, pois, embora devamos nos esforçar e nos preparar para apresentar a mensagem do evangelho com a mais firme e fiel postura, fazendo uso das melhores palavras a fim de persuadir os homens, o próprio apóstolo nos exorta dizendo que não são as palavras que convencem o homem do pecado, mas o poder do Espírito Santo e soberano do Senhor: "E eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não fui com sublimidade de palavras ou de sabedoria... A minha palavra, e a minha pregação, não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração de Espírito e de poder" (1 Co 2.1,4).

Amém.

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7 comentários :

  1. Filipe,

    gostei bastante deste seu sermão, por vários motivos, mas especialmente por sua biblicidade, claro!

    Sobre a questão da responsabilidade, penso que Deus nos fez responsáveis, e pronto! Pode parecer excessivamente racionalista o que estou dizendo, mas é, mais ou menos, o que você também disse. Como autoridade, Deus nos fez responsáveis pelos nossos atos, sejamos livres ou não para executá-los, pois quem os realiza somos nós, e não Deus.

    Sobre o livre-arbítrio de Adão, não concordo com essa proposição. O livre-arbítrio implicaria em completa neutralidade de Adão, de forma que ele chegaria a uma decisão sem qualquer coerção. Mas o fato é que, Deus, ao proibi-lo de comer do fruto da árvore do bem e do mal, estabeleceu um preceito ou lei, que não poderia ser infringida sem uma consequência, sem punição. A lei e a punição são coercitivas [assim como a falácia proferida pela serpente também], o que exclui a neutralidade. Adão sabia que, caso comesse, Deus o puniria. O que houve foi o autoengano de não considerar o alerta divino e acreditar na mentira da serpente.

    Com isso, quero dizer que o pecado estava "latente" em Adão, no sentido de que, bastou a lei ou preceito para que ele a descumprisse. Como Paulo disse, sem lei não há pecado; mas vindo a lei, o pecado se manifestou no homem.

    Que o bom Deus continue a abençoá-lo, capacitando-o e usando-o na proclamação do Evangelho de Cristo e a guiar suas ovelhas.

    Grande abraço!

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    1. Amado, Jorge.

      Quando falei da liberdade de Adão, apenas parafraseei as palavras de Calvino: "Adão tinha o poder, se quisesse; não teve, entretanto, o querer". Como comentei no texto: não sabemos o porquê de Adão ter sido livre e ao mesmo tempo "não ter sido"; ou como coloquei, ter feito aquilo pelo decreto de Deus. Em sua responsabilidade, falhou, mas não desobedeceu ao decreto.

      Cristo seja contigo!

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  2. Oi abençoado, só queria uma explicação sobre Tiago 1:17. Pois se Tiago tivesse lido Isaías 45:6,7. Ele iria ver que Só temos um Deus. Então tudo que acontece neste mundo está no controle de Deus. Porque vejo que quando Tiago coloca dá a impressão que existe um Deus do bem e um deus do mau. Graças que Deus deixou isto muito claro, em Isaías 45:6,7. Como vejo isto: Veja que a vida é como um filme que tem bandidos e mochinhos ou seja, vaso de honra e de desonra, Rm 9:21. Um flime que só tivesse mochinhos seria muito chato, não é verdade. Obs: não tenho religião e nem sou do sistema que se diz evangélico, e isto tudo Graças a Deus que também não tem- ou tem?

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  3. Olá, Jorge. Obrigado pela visita.

    Tiago não está tratando de dois deuses, até porque o que ele escreve é explícito: "em quem não há sombra de variação". É evidente, também, que Tiago conhecia as Escrituras e isso inclui o Antigo Testamento (pois este já estava "pronto", fechado". Deus é soberano sobre tudo e todos - embora não seja o autor do pecado, o pecado está sob Sua soberania.

    Quanto ao "não ter religião", isto é bastante perigoso - não pelo nome que denota o sentido, mas receio que sua fala de "não ser do sistema que se diz evangélico", possa revelar alguma rebeldia em seu coração, de modo que deixe de congregar e se submeter a Escritura.

    Se puder me responder, me informe onde mora - talvez haja uma igreja piedosa e bíblica para eu lhe indicar.

    Um abraço!

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    1. Caro Felipe, boa tarde.
      Não pude deixar de observar o final do seu comentário sobre deixar de congregar... Refere-se a congregação em templos? Neste caso, o que dizer de “Mt 18:20 – Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles.”?

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    2. Caro Felipe, boa tarde.
      Não pude deixar de observar o final do seu comentário sobre deixar de congregar... Refere-se a congregação em templos? Neste caso, o que dizer de “Mt 18:20 – Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles.”?

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  4. Para sua tese ser verdadeira, Deus seria autor do pecado e o maior manipulador de todos. Devia ler a biblia toda e nao ficar isolando textos, tentando se passar por um bom conhecedor da palavra , vc é mais um achando se o senhor da verdade, abrcs

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