"Eu me confesso ser do número daqueles que, aprendendo, escrevem; e escrevendo aprendem" - Agostinho

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sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Um celular quebrado e a confiança em Deus


Nem de longe sou alguém rico. Economizei bastante e pesquisei durante vários meses sobre qual celular deveria comprar. Ainda assim, o preço era demais para mim. O jeito foi comprar um usado. A alegria durou pouco mais de um mês: o deixei cair e o valor para conserto (na assistência técnica autorizada), girava nos seus R$ 650,00. Era o fim de um "sonho". Após ter meu primeiro celular "razoável", tudo se foi.

É triste você trabalhar para conseguir algo e quando vê, aquilo que lhe custou bastante esforço, foi por "água abaixo" e se volta a estaca zero. É difícil se empenhar por qualquer coisa e depois a perder, pois surge em nós um misto de sentimentos, os quais não se podem expressar corretamente, mas vagueiam entre ódio, tristeza, impotência diante dos fatos da vida e alguma revolta para com Deus. Aquilo que era para ser uma fonte de alegria, se tornou de tristeza. O aparelho que era para ser forte, se revelou fraco.

Fato é, porém, que o Senhor utiliza todas as coisas da vida para o nosso crescimento - "E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito" (Rm 8.28). E se são todas as coisas, isto inclui um celular recém comprado e que eu estava gostando bastante. Por algum motivo o Deus que possui o controle de absolutamente tudo, teve por bem que meu celular caísse e simplesmente se tornasse inútil. Algum motivo existiu e eu preciso aprender com isso.

No dia do ocorrido (quarta-feira, 27/01/2016), fiquei, como descrevi acima, com um misto de sentimentos. Não sabia porque tinha ocorrido aquilo. Sei que falhei ao segurar o objeto, mas por que comigo? Justamente um celular com pouco uso e comprado com bastante esforço? Eu me perguntava, somente, por que disso acontecer. Na verdade, eu estava decepcionado comigo e de certa forma, com Deus - muito embora eu soubesse que não merecia coisa alguma.

Ainda na quarta-feira, então, liguei para minha esposa e informei do ocorrido, a fim de que se ela tentasse me ligar, talvez não tivesse sucesso. Mas ao chegar em casa, parece que todos os problemas e angústias cessaram: vi minha esposa e meu filho, sorrindo, brincando e ficando feliz com minha chegada. Para o pequeno, não importava o celular, não importavam as dívidas, não importava estar sem a possibilidade de tirar fotos dele e da família; nada mais importava, porque o seu pai havia chego para brincar com ele.

Refleti, então, sobre isso e agora escrevendo, me lembro das palavras de Cristo: "Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como meninos, de modo algum entrareis no reino dos céus" (Mt 18.3). Agora tendo um filho, compreendo melhor o que é ser como criança. Meu filho não sabe se existe ou não comida para ele na geladeira; se sua cama estará ou não pronta para o aquecer; não entende alguns perigos dentro de casa e outras coisas mais; mas de uma coisa está certo: que vive com seus pais e isto significa que possui todos os cuidados necessários. Ele não vê, mas sabe que está em boas mãos.

E diante de tudo isso, olho para trás e vejo o quão bobo fui em valorizar tanto aquele celular. Algo passageiro e efêmero, se comparado a minha esposa e filho, e muito menos importante se comparado ao cuidado que o Senhor tem tido por nós.

Lembremos, portanto, sempre das preciosas palavras: "Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós" (1Pe 5.7). Se Ele tem cuidado de nós, por que nos afligimos tanto por coisas pequenas da vida? Reflita nisso, querido crente. Aprendamos, ainda que seja de um jeito difícil.

Que Deus o abençoe.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

O amor é um sopro diário


O amor não é tão complexo quanto a física quântica nem tão abstrato como a maioria dos quadros do Jackson Pollock, agora eu sei.

O amor, acredite se quiser, está bem mais para feijão com arroz feito no capricho do que para o complexo prato de bistrô que comemos somente em datas comemorativas, cujo nome nós não conseguimos nem pronunciar.

O amor, apesar de exigir de nós constantes contorcionismos, tem muito mais a ver com um papai-e-mamãe cheio de entrega do que com elaboradas posições do Kama Sutra realizadas apenas a pedido do ego que, vez ou outra, coloca em xeque o próprio desempenho.

Engana-se quem pensa que o amor é apenas aquilo que rola em datas especiais, nas quais vestimos trajes de gala e trocamos presentes à luz de velas. Engana-se, redondamente, porque amor é, principalmente, a carícia verdadeira que acontece numa terça-feira comum; é o beijo na testa que antecede uma segunda-feira cheia de e-mails na caixa de entrada.

O amor, apesar de ser comumente representado por buquês imensos de rosas colombianas e por declarações de parar quarteirões, a meu ver, está muito mais para um “Eu adoro a cara que você faz quando acorda!” dito espontaneamente num domingo de manhã. Ou para um cafuné que continua a acontecer, a todo vapor, mesmo depois que os dedos começam a doer e o sono ameaça nos desligar.

Amar não é dar joias caríssimas escolhidas pela vendedora que precisa bater a meta para não levar um pé na bunda. Amar é ir ao supermercado só para escolher, com todo carinho do mundo, as frutas que ela gosta e que servirão como matéria-prima para uma vitamina surpresa capaz de mudar humores, amenizar os reflexos da TPM e fazer com que ela se esqueça das grosserias recém-ditas pelo chefe insensível.

Amar é aprender a dizer “Tá” em vez de “VÁ SE FERRAR!”; é arranjar forças para fazer silêncio quando houver vontade de berrar as tripas.

Amar é deixar uma blusa extra no carro por saber que ela vive a sair de casa sem consultar o Climatempo, é reservar apenas hotéis que têm secador de cabelo para evitar que ela caia no mundão de madeixas molhadas.

Amar é entender que em uma relação normal há muito mais calcinhas beges e confortáveis do que fios dentais de oncinha.

Amar é ajudar o outro a lidar com o tanto que o mundo vive a cobrar, em vez de se tornar mais um cobrador. Não entendeu? Se a sociedade tem mania de exigir rostos sempre maquiados e peles sem imperfeições, incentive-a a sair de cara limpa e a se amar, perdidamente, sem rímel, base e batom. Se ela não pode trabalhar de cabelos bagunçados e de Havaianas nos pés, faça o possível para demonstrar o quanto você ama vê-la dentro de trajes confortáveis, ao menos nos finais de semana ou quando estão de férias. Sacou? Porque amar é aliviar a pressão, não pressionar.

Amar não é preparar duas surpresas mirabolantes por ano e passar 363 dias sem tocá-la direto na alma. Amar é surpreendê-la com um cupcake coberto de Nutella quando ela estiver triste, com um abraço apertado quando ela estiver se sentindo só, com um “Eu gosto do seu cabelo assim” quando ela estiver se sentindo horrível, com um “Vai ficar tudo bem, acredite!” quando ela achar que tudo está prestes a desmoronar, com uma careta bizarra quando ela estiver achando a vida mais sem graça do que Zorra Total. E por aí vai…

O amor, em minha opinião, está mais para pijamas velhos, pernas entrelaçadas sob o edredom e maratonas de séries na TV do que para as poses repetidas e os beijos milimetricamente arquitetados que vemos em festas de casamento.

O amor é dia a dia, é manter os corações lado a lado faça chuva ou faça tempestade de sapos à la Magnólia; não é só aquilo que é retratado – e postado – em dia de solão, céu azul e feriado.

O amor é a soma de pequenas e regulares carícias atômicas, não uma faraônica comemoração anual feita para tentar suprir a constante falta delas.

O amor é um sopro diário que não deixa a chama apagar, não fogos de artifício lançados sazonalmente para tentar reacender uma fogueira que já não aquece mais.

- por Ricardo Coiro
Fonte: Superela

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Mulheres: fujam destes quatro tipos de homens!


O que muito tem sido visto pelo mundo, e também (infelizmente) nas igrejas, são moças que se entregam a rapazes degenerados ou as vezes, cheios de problemas. Resolvi, então, ser mais claro e objetivo, citando quais são estes que você, mulher cristã e piedosa, deve fugir para que não seja contaminada.

1. O ÍMPIO

Chega a ser tão óbvio que normalmente não seria necessário a explicação do porque uma moça cristã deve fugir deste, mas como o mundo atual tem tentado distorcer os princípios bíblicos, é necessário falar. O ímpio é aquele rapaz que não quer nenhum tipo de compromisso com Deus e nem está interessado no que se diz em relação a Palavra de Deus. Paulo disse: "Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?" (2 Coríntios 6.14). Paulo não está se referindo diretamente ao namoro, mas sim na comunhão impossível de acontecer quando se trata de um cristão e de um ímpio. Ora, como seria possível você, uma mulher cristã, namorar um rapaz que não está preocupado em agradar a Deus? O pai dele é o diabo e ele está preocupado em agradá-lo (João 8.44). Deus chamou você, moça, para uma vida de santidade. Alguém que não O ame, não estará preocupado em agradá-Lo. Em Amós 3:3 é perguntado: "Andarão dois juntos se não estiverem de acordo?" A resposta para essa pergunta é um grande e sonoro "NÃO!". É incompatível! Portanto, não arrisque e nem pense que você irá convertê-lo depois que começar o namoro. Isso não vai acontecer. Uma frase que sempre ouvi da minha mãe é: "se começou errado, vai terminar errado". Até hoje, tenho visto inúmeros exemplos como estes se cumprindo e principalmente quando se trata de namoro. Não arrisque e nem tente, pois a certeza que tenho em relação a isso é que você, moça, irá sofrer demais. Preserve e guarde o seu coração, entregue-o apenas a quem quer honrar a Deus em um namoro. Fuja de tudo o que vier além disso.

2. O GALANTEADOR

Muitas moças tem caído na lábia de rapazes com essa característica. Meninos assim não querem compromisso nenhum nem com Deus, nem com você. Geralmente, ele chega com elogios, tal como "linda", "princesa" e as vezes até "meu amor". Tais elogios são sem nexo principalmente por acontecerem nas primeiras conversas. Se isso acontecer com você, fique atenta. É bem provável que esse cara esteja dizendo as mesmas coisas para outras. Portanto, se o galanteador lhe aparecer, ele não irá sequer tocar na palavra "namoro", muito menos em casamento. Ele só quer tirar "uma casquinha" sua.

O propósito de Deus para o casamento é uma união entre UM homem e UMA mulher. Temos visto muitos rapazes deste tipo na internet, e é por isso que moças devem vigiar e não entregar os corações a qualquer um. Não é porque ele te chamou de linda ou de princesa que ele quer ser seu marido. Fique atenta. Lembrem-se do que Lewis disse: "O coração de uma mulher deve estar tão bem escondido em Deus, que um homem para achá-lo, precisa buscar a Deus primeiro".

3. O SEPULCRO CAIADO

Estes são, aparentemente, belos por fora. Quando olhamos para eles, vemos uma vida cheia de Cristo. Mas quando o seu interior é revelado, mostra-se que são apenas hipócritas. Jesus chamou os fariseus de "sepulcros caiados" por uma razão lógica. Veja: "Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda a imundícia" (Mateus 23.27). Por fora eles até pareciam verdadeiros cristãos, mas por dentro estavam podres por conta do pecado. Assim estão muitos destes que vivem na internet. Quando olhamos para eles, vemos crentes fervorosos e que buscam a santidade. Mas eles quando estão sozinhos, em seu quarto, mostram o quanto são sujos. Suas conversas em secreto nos "Whatsapp" da vida são todas com conteúdos pornográficos, cheio de lascívia e desejos imorais. Moças, fujam sem pensar duas vezes. Moleques assim precisam de correção por parte de Deus e não de uma namorada. Não pense que com você ele irá fazer diferente, pois isso é praticamente raro de se acontecer. Manter a distância é o recomendado. Preserve sua vida piedosa e séria diante de Deus e fique longe de pessoas assim.

4. O NEÓFITO

De todos, este é o único que salva. Mas mesmo assim uma moça cristã não deve namorar neófitos (novos na fé). Este é aquele rapaz que até semana passada vivia afundado no pecado e hoje está aprendendo a lutar contra ele. Não é a hora dele namorar, é a hora dele entender cada dia mais quem é o Senhor Jesus Cristo. O novo convertido ainda luta para abandonar certos vícios, e talvez um namoro antes da hora pode torná-lo ainda mais viciado em certas coisas, tal como a pornografia. O melhor que você pode fazer por ele é orar, para que se for da vontade de Deus, que ele seja o homem da sua vida, que o próprio Deus o capacite a ser um líder que O agrade e um cristão que queira te amar como Cristo amou a igreja. Paulo ao escrever a Timóteo as características de um bispo/líder/pastor, diz: "Não neófito, para que, ensoberbecendo-se, não caia na condenação do diabo" (1 Timóteo 3.6). Ainda que o contexto não seja acerca de namoro, é válido entender que o líder não pode ser neófito para que não se ensoberbeça. O que vale também a um relacionamento, afinal, no namoro/casamento, o homem deve exercer o papel de líder, e um líder neófito correrá grandes riscos de cair. Portanto, fuja destes também, mas continuem a orar ao Senhor. Quem sabe após certo período, ele amadureça e seja o homem que o Senhor preparou a você?

Estes são somente alguns dos tipos que vocês, moças, devem fugir. Lembrem-se, qualquer homem que não está preocupado em agradar a Deus deve ser rejeitado sem pensar duas vezes, quando o assunto é namoro. Respeitem-se e procedam de maneira honrosa a vida que o Senhor Deus deu a você. Glorifique a Deus, pois foi para isso que Ele mesmo a chamou (1 Coríntios 10.31).

- por Clinton Ramachotte e Natali Albuquerque 

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Aconselhamento bíblico - opine, por favor


Olá, amados.

Tenho trabalhado neste blog há mais de seis anos (mais de novecentos artigos publicados) e à frente da igreja (com pregações, ensino e aconselhamento) há quase dez anos. Durante todo este tempo, pude ajudar as mais variadas pessoas (e ser muito ajudado!) em assuntos voltados à teologia - ou seja, como fazer isso ou aquilo de modo bíblico. Fiz e faço todas estas coisas, porque creio que este é um dos focos que o Senhor tem para minha vida, até mesmo para me dedicar mais intensamente a isso.

Porém, tenho sentido uma necessidade maior com relação ao aconselhamento mais pessoal, algo que possa ser utilizado de modo específico na vida ou projeto de cada um. Pessoas tem me procurado, por exemplo, para ajudar em seus casamentos, na criação de filhos ou em como ensinar teologia em suas igrejas.

Diante disso, estou pensando em abrir uma espécie de "Consultoria Teológica", um espaço onde possamos conversar de modo mais envolvente, resolver problemas e trilhar um caminho juntos à luz da Palavra.

Gostaria, então, de saber o que você, leitor deste blog, acha da ideia. Você tem sentido falta de algum aconselhamento mais pessoal? Acha válido investir algum dinheiro nisso? Quer dizer, você sente esta necessidade de uma ajuda mais pessoal no matrimônio, digamos, e apoiaria este trabalho? Pode ser um aconselhamento sobre casamento que você precise; um passo-a-passo para escrever um livro; uma direção e ajuda para como reformar sua igreja; um direcionando sobre namoro ou finanças... São muitas as opções e em todas elas a Escritura nos tem muito para ensinar.

Se você puder deixar sua opinião nos comentários, serei muito grato! E se tudo der certo, quem sabe podemos começar o quanto antes!

Deus abençoe!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

7 maneiras de ensinar o seu filho a ser grato


Ensinar gratidão a seu filho não envolve culpa, sermões sobre os menos favorecidos e os benefícios são duradouros. Crianças agradecidas podem se tornar adultos mais felizes, de acordo com a Dra. Christine Carter, socióloga da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos.

“Cientistas sociais pioneiras afirmam que 40% da nossa felicidade é intencional, e vem de atividades escolhidas ao longo do dia. Gratidão não é uma característica fixa, é uma habilidade que pode ser cultivada”, afirma. Por isso, experimente estas dicas simples e interessantes para ensinar ao seu filho como desenvolver.

1. Organize e doe

Encoraje seu filho a doar os brinquedos que eles não usam mais ou as roupas que não servem. Ensine-os que as coisas que eles não precisam podem ser muito úteis a outras crianças. Sugira uma lista de itens para a doação, mas lembre-se de não forçar se eles ainda não se sentirem prontos para dar alguma coisa.

2. Compre e divida

Idas ao mercado, à farmácia ou à loja de brinquedos podem ser oportunidades para pensar no próximo. Da próxima vez que estiver indo às compras, incentive seu filho a escolher um ou dois itens para doar a um banco de alimentos, abrigos ou instituições de sua confiança, como sabonete, pasta de dentes, fraldas ou roupas. Inclua seu filho na escolha dos mantimentos. Eles vão aprender a pensar além de si mesmos e começar a pensar nas coisas que eles têm garantidas.

3. Ceda seu tempo

Procure oportunidade para se voluntariar como família. Amigos e famílias podem saber de algum grupo que precisa de ajuda. Mostre como dar tempo, não só dinheiro e objetos, é outra forma de ser útil e reconhecer que é grato pelo que já tem. Cozinhar uma refeição para parentes e amigos também é uma opção.

4. Escreva notas de agradecimento

Peça a seus filhos que escrevam bilhetes à mão para alguém a quem eles são gratos. Se eles forem muito novos para escrever, podem fazer um desenho. Pergunte quem fez ou faz a vida deles melhor. Uma tia? Uma amiga da família? A babá? Quando as crianças refletem sobre para quem querem enviar a nota, aprendem o valor que as pessoas têm na vida delas. E não duvide que o receptor vai apreciar o bilhete de coração.

5. Dê o exemplo

Muitos pais ensinar que a os filhos devem agradecer quando recebem um bilhete, mas acabam esquecendo de agradecer membros da família quando eles fazem um favor. Agradeça seu filho ou seu esposo ou esposa dizendo “obrigada por arrumar a sala”, ou “obrigada por dividir com seu irmão”. Assim, seu filho saberá que os esforços dele estão sendo reconhecidos. Além disso, esta atitude passa a ideia de que palavras de agradecimento não são restritas aos aniversários. É bom para a harmonia da casa e para colocar a gratidão em ação.

6. Aprecie os pequenos momentos

Separe tempo para apreciar as coisas boas com as crianças. Por exemplo, use o tempo que vocês passam no carro como uma oportunidade para dizer algo positivo como “Não foi divertido fazer aquele desenho na aula hoje?”. Esse simples diálogo encoraja seu filho a contemplar as coisas boas ao redor dele. Quando coloca-los na cama, pergunte a que eles são gratos naquele dia em particular. Gradualmente, você vai cultivar a gratidão.

7. Continue praticando a gratidão

É importante ser grato fora da temporada de festas ou de datas comemorativas. Ou seja, durante o ano todo. Uma das formas mais práticas de inspirar a gratidão é também a mais simples. Separe tempo para nomear uma ou duas coisas que cada um da família tem motivos para agradecer todos os dias. “Pesquisadores descobriram que pessoas que praticam a gratidão se sentem mais felizes. Elas são mais alegres, interessadas e determinadas, além de terem tendência maior a serem gentis e prestativas”, afirma a Dra. Carter. Criar filhos com essas características é suficiente para fazer qualquer pai agradecido.

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Não envergonhe publicamente seu filho


Orientação 3: Escolha o momento e o lugar certos

Não envergonhe seu filho. Ele estará mais atento às suas instruções se não estiver envergonhado por ser repreendido na frente de seus amigos. Quando você repreende seu filho na frente de outras pessoas, você tira o seu foco do pecado em seu coração e coloca sobre a vergonha e humilhação que você desnecessariamente lhe causou. Seu objetivo não é constrangê-lo, mas trazê-lo ao arrependimento. 

Ocasionalmente, pode ser necessário repreender seu filho na frente de outros, mas a maior parte do tempo, se outros estiverem por perto, será melhor levar a criança a outro cômodo ou silenciosamente instruí-la em seu ouvido. Jesus nos ensinou: "Se teu irmão pecar [contra ti], vai argui-lo entre ti e ele só. Se ele te ouvir, ganhaste a teu irmão" (Mt 8.15).

- por Ginger Plowman
Fonte: Não me faça contar até três - o olhar de uma mãe sobre a disciplina orientada para o coração, Ed. FIEL

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