"Eu me confesso ser do número daqueles que, aprendendo, escrevem; e escrevendo aprendem" - Agostinho

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quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Dia da Reforma Protestante! Promoção de livro!


ATENÇÃO E AJUDE A DIVULGAR, POR FAVOR!

Promoção do meu livro para o Dia da Reforma Protestante (31 de outubro)!

De R$23,00 por R$16,00 (uma unidade)
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Promoção válida apenas de hoje até segunda-feira!

Link para adquirir: www.livro.reformahoje.com.br

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

10 maneiras de se alimentar uma criança para a glória de Deus


"Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus" (1Co 10.31).

1. Agradeça ao Senhor pelo dom da vida e por ter sido agraciado com um filho (Sl 127.3);

2. Lembre-se de que é melhor dar do que receber e busque praticar isso (At 20.35);

3. Se seu filho apresenta dificuldade para gostar dos alimentos, entenda sua dificuldade e busque o ensinar, indo no passo do mais fraco (Gn 33.14);

4. Ensine seu filho a partir do seu bom exemplo, comendo alimentos saudáveis e o estimulando a fazer isso (Pv 22.6);

5. Crie o hábito de agradecer ao Senhor pela comida e renda graças a Ele por tudo que possuem (Sl 92.1; Mt 15.36);

6. Não seja violento ou estúpido com seu filho, pois antes de ser seu, ele pertence ao Senhor (Pv 3.31);

7. Embora você não deva ser violento, caso seu filho demonstre obstinação constante, o discipline com amor (Pv 13.24; Hb 12.6)

8. Procure entender que assim como você precisa dar o alimento adequado e na medida certa para o seu filho, igualmente o Senhor trata os seus (Rm 12.6);

9. Faça do momento uma ocasião para interagir, brincar e criar laços maiores e duradouros com seu filho, de modo que ele tenha alegria nestes momentos (1Tm 6.6);

10. Diga a seu filho que cada alimento foi criado por Deus, de maneira que fixe o ensinamento de que todo o bem provém das mãos de Deus (Sl 78.24)

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

O ENEM e os malditos ensinos do Diabo


Neste final de semana ocorreu mais uma prova do ENEM e desta vez, em vez de fotos dos cadernos com respostas hilárias, a "bola da vez" foi a doutrinação esquerdista que estampava inúmeras questões. A imagem desta postagem é um destes exemplos.

Vamos direto ao ponto: o Salmo 2 nos é claro em dizer: "Agora, pois, ó reis, sede prudentes; deixai-vos instruir, juízes da terra. Servi ao Senhor com temor, e alegrai-vos com tremor" (Sl 2.10-11). Não há como entender este Salmo, apenas, na ênfase do povo de Israel, pois ele começa dizendo que "Os reis da terra se levantam e os governos consultam juntamente contra o Senhor e contra o seu ungido" (Sl 2.2), mostrando que ao contrário do povo de Israel que tinha o Senhor como único e eterno Deus, o restante da terra se levantava e se irava contra o Senhor. Daí o autor, inspirado pelo Eterno, escrever que todos os governantes da terra deveriam servir ao Senhor com temor, do contrário, "Tu os esmigalharás com uma vara de ferro; tu os despedaçarás como a um vaso de oleiro" (Sl 2.9).

O que o salmista escreveu há tantos anos atrás, ainda acontece em nossos dias: os governantes se insurgem contra o Senhor e não O server com temor, muito menos se alegram com tremor. Não vivem para promover a Verdade, a Justiça, a verdadeira Paz e a honra a Deus, e sim para desconstruir os ensinos bíblicos que perduram desde toda a criação.

O ENEM deste ano, então, para quem ainda tinha dúvidas sobre a doutrinação esquerdista que este atual governo promove (mas que não é exclusividade dele), deixa claro qual o objetivo de um Estado sem Deus: promover os valores contrários ao Evangelho. Ora, como diz a imagem acima, como é possível alguém acreditar que "ninguém nasce mulher"? Se isto é realmente possível, então a Bíblia é uma completa mentira!

O reformador John Knox (1514-1572) costumava dizer que quando o Senhor envia um governante ímpio a uma nação, é porque ela estava sob Sua ira - e temos boas razões para acreditar nisso, bastando ler o Antigo Testamento e perceber que no próprio povo de Israel, muitas vezes, quando se desviava dos propósito do Eterno, o Senhor enviava um rei mau para os governar. E que ninguém pense que nosso governo é mau, mas o povo é bom - nosso povo é igualmente corrupto, pervertido, ateu e irado com Deus. Nosso povo é rebelde às Escrituras e tal como Faraó, deseja manter o povo de Deus o mais escravizado possível, a cada dia buscando retirar a liberdade cristã que temos.

Com isto em mente e porque o ENEM, geralmente, atinge pessoas mais novas, as quais ainda estão em processo de formação de seu caráter e entendimentos, é necessário que combatamos tais ensinamentos do Diabo, o qual possui somente um propósito nesta vida: enganar as pessoas, fazendo-as pensar que está tudo bem, as levando para uma vida "tranquila" de "paz e amor", onde ser belo é ser "tolerante", aberto à "novas experiências" e compreensivo com todo aquele que é "diferente", pois a moralidade e ética, supostamente, são coisas não estáticas e por isso mudam de tempos em tempos.

Que o Senhor nos dê graça para ensinar a Verdade às crianças, jovens, adultos e idosos, os fazendo perceber de que o Diabo, realmente, "anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar" (1Pe 5.8), mas que maior que o inimigo, é nosso Senhor, o qual no tempo oportuno, caso o homem não se converta, "afiará a sua espada; já tem armado o seu arco, e está aparelhado. E já para ele preparou armas mortais; e porá em ação as suas setas inflamadas contra os perseguidores" (Sl 7.12-13), afinal, "Quem não é comigo é contra mim; e quem comigo não ajunta, espalha" (Mt 12.30).

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

O circulo da morte de muitos religiosos


Neste breve texto, uso o termo religiosos para demonstrar qualquer pessoa que tenha alguma afeição pela Bíblia, mas que não vive conforme ela demonstra que os verdadeiros regenerados devem ser. Assim, leia este breve artigo como sendo uma crítica aos falsos crentes, e não aos verdadeiros - embora estes também possam cair, em algum tempo, nesta armadilha.

O site Climatologia Geográfica,há tempos atrás, publicou um vídeo intitulado Agonia: O círculo da morte. O vídeo demonstra algo do qual eu não tinha conhecimento e provavelmente você também não: formigas que morrem de tanto caminhar em círculos, ficando fadigadas e falecendo de exaustão. Eu diria que é algo surreal e que eu nunca imaginei acontecer.

O texto do site nos diz que "As formigas são praticamente cegas e toda comunicação e o controle de onde vem e para onde vão são feitos a partir de substâncias químicas chamadas feromônio que indicam o caminho que devem seguir", o que significa dizer que precisam da cooperação mútua, a fim de poderem encontrar o caminho. Continua o texto que "Elas se espalham por todos os lados em busca de comida, e fazem qualquer coisa para chegar até o seu objetivo". O problema é que o tal do feromônio, geralmente em áreas abertas, tende a se perder e as formigas não conseguem encontrar o caminho correto, e "Nessa busca, elas podem acabar encontrando o próprio rastro e assim ficar andando em círculos até completa exaustão e morte". O fim é trágico para estes animais: pensando estarem seguindo o justo caminho, morrem andando em círculos, pois seguem a si mesmas.

Este exemplo das formigas me lembrou do povo de Israel no deserto: quase todos que saíram do Egito, morreram no castigos dos 40 anos de peregrinação no deserto, devido à obstinação do coração!

Relembremos que a Bíblia nos diz que o Seu povo viveu 430 anos no Egito (Êx 2.40), sendo oprimidos e castigados pelas mãos inimigas. Todavia, o bondoso Senhor os havia de levar à terra prometida, mas por causa da obstinação do povo, foram forçados a andar errantes por 40 anos do deserto, pois resolveram seguir a própria vontade, duvidando da Palavra do Eterno!

Assim como as formigas ainda hoje podem morrer ao serem enganadas pelo caminho, muitos indivíduos estão na igreja, achando que estão seguindo o caminho de Cristo, quando, em verdade, não estão. O próprio Jesus já alertou dizendo: "Deixai-os; são cegos condutores de cegos. Ora, se um cego guiar outro cego, ambos cairão na cova" (Mt 15.14). Quem ensina o erro é culpado, mas quem segue o erro é igualmente réu. Biblicamente, não existe a desculpa para "eu não sabia que ele era um falso profeta", pois a Escritura, falando sobre a relação do pastor com as ovelhas, afirma que "as ovelhas ouvem a sua voz" (Jo 10.3), isto é, a voz do pastor. As ovelhas conhecem, por causa do Espírito Santo, qual é o caminho santo e que leva ao Senhor. Em vez de escutarem a própria voz, buscam o bom conselho do Alto.

Aqui, talvez, possamos comparar este fenômeno ocorrido com as formigas, com aquilo que Cristo disse: "E, chegando-se os fariseus e os saduceus, para o tentarem, pediram-lhe que lhes mostrasse algum sinal do céu. Mas ele, respondendo, disse-lhes: Quando é chegada a tarde, dizeis: Haverá bom tempo, porque o céu está rubro. E, pela manhã: Hoje haverá tempestade, porque o céu está de um vermelho sombrio. Hipócritas, sabeis discernir a face do céu, e não conheceis os sinais dos tempos?" (Mt 16.1-3 - grifado). Cristo censura aqueles homens por conhecerem tantas coisas da natureza, mas serem tão ignorantes quanto as coisas do reino. Buscamos ter a ciência de tantas coisas por aqui, nos esforçamos e investimos tanto dinheiro em cursos, faculdades, livros e em busca do elevado conhecimento, que podemos correr o risco não estarmos atentos às coisas mais elementares da vida, que é fazer tudo para a glória de Deus (1Co 10.31).

Que hoje, então. da mesma forma, o alerta de Cristo soe em nossos ouvidos: cuidemos para não cair nas ciladas e tentações que este mundo nos coloca, achando que podemos seguir um caminho fácil até a cruz. Que tenhamos o zelo de buscar as "coisas melhores, e coisas que acompanham a salvação" (Hb 6.9). Não creiamos que o estar inserido em algum grupo "reformado", "calvinista", "piedoso" ou qualquer outro apelo para rótulos, seja sinal de verdadeira salvação. As formigas andam em grupos, mas isso não as impede de morrer com o próprio grupo!

Sigamos o bom caminho da Bíblia, pois "Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim" (Jo 14.6). Não queiramos padecer do deserto ou morrer como as formigas.

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Se não for falar de Cristo, não suba no palco


Relata-me um amigo meu, que neste último domingo (18/10/2015) se dirigiu até a igreja, buscando ouvir a Palavra e sair confortado, uma vez que estava passando por uma fase difícil. Conheço a vida deste meu amigo e sei que ele não foi ouvir qualquer bajulação, prosperidade ou "x" passos para a vitória - queria a pregação genuína sobre Cristo e Seus feitos por todos os filhos do Senhor.

Quando estava para começar a pregação, notou que um pastor convidado iria pregar. O receio lhe sobreveio, pois se conhecendo o pastor titular, já se tem algumas ressalvas, quanto mais aos convidados. Então, se pôs o pregador a falar e pediu para que todos abrissem no conhecido trecho das Escrituras sobre as "Bem-aventuranças". Lido o texto, divagou o pregador sobre "como ser feliz"; lendo a parte sobre ser "puro de coração", disse que deveriam ser como as crianças e falar a verdade. No meio do sermão, contou três piadas; na primeira, risadas; na segunda, menos; na terceira, aquela sensação de que já tinha dado o que deveria ser. Finalizou a pregação e meu amigo pode tristemente concluir: NENHUMA menção ao nome e méritos de Cristo. Uma pregação, então, sobre o que o homem deve fazer por si mesmo, como se pudesse alguma coisa sem o Senhor.

Tal situação com meu amigo, longe de ser exceção, parece estar se aproximando da regra. Eu mesmo, não muito tempo atrás, tive o desprazer de acompanhar uma "pregação" de mais de uma hora, onde a única parte proveitosa foi de quando o pregador leu o texto bíblica, pois no resto, NENHUMA vez o nome de Cristo foi citado ou Sua obra foi mencionada.

Ora, não é preciso ser teólogo para lembrar do que Cristo disse: "Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer" (Jo 15.5). O texto é claro: NADA podeis fazer - e isto inclui pregar com sabedoria e abençoar o povo de Deus! Um pregador que sobe no palco para falar sobre o que o indivíduo deve ser por si mesmo, quais pecados deve abandonar e outras coisas mais, é um simples papagaio inútil ao reino dos céus, porque se Cristo não é enfatizado, tudo mais vem a ruir.

Eu não quero acreditar que todos os pregadores que têm tido tal conduta de omitir a Cristo, o façam por deliberada vontade, mas urge a necessidade de se compreender que se for para pregar e não mencionar a obra de Cristo, bem como Sua aplicação na obediência ao texto sagrado, que se cale e apenas leia a Bíblia - ao menos evitará heresias. Se for para contar piadas e ser engraçado, utilize algum sistema de streaming online e crie um canal de stand-up comedy que será melhor. 

Por isso, nobres pregadores, escrevam seus sermões e procurem pontuar, em cada diretriz que forem dar, sobre como Cristo é enfatizado e glorificado. Ao fazer a aplicação do sermão, verifique se Cristo está pautado da maneira correta (ou seja, de acordo com o texto bíblico) e que seus ouvintes irão entender que mesmo sendo terríveis pecadores, em Cristo possuem a rocha eterna e que não conseguirão cumprir coisa alguma, se não se refugiarem em Cristo.

Por favor: pregue Cristo e Sua igreja será edificada. 

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

[VÍDEO] Série de vídeos sobre a Política

Amados irmãos, abaixo alguns vídeos que já gravei sobre o tema "política".

Assine nosso canal no YouTube (https://www.youtube.com/reformahoje) e fique por dentro dos outros vídeos que ainda virão!





segunda-feira, 5 de outubro de 2015

A dificuldade de orar (e uma solução)


Oração não é fácil. Eu vejo que isso é verdade para mim, mas outros que têm meu respeito também dão testemunho da dificuldade de orar. Alguns indivíduos fazem parecer fácil; se eles passam horas por dia na tenda do encontro, provavelmente eles levam também o computador para lá.

Considere os seguintes testemunhos, que são de cheios de pensamentos que, muito curiosamente, não são normalmente ouvidos quando as pessoas dão seus testemunhos públicos:

“Tudo que fazemos na vida cristã é mais fácil que orar” (Martyn Lloyd-Jones).

“Não há nada em que somos tão ruins em todos os nossos dias do que a oração” (Alexander Whyte).

“Houve momentos em minha vida em que preferia morrer a orar” (Thomas Shepard).

Imagine Thomas Shepard dizendo essas palavras após ser levado para a frente da igreja para “falar sobre as coisas maravilhosas que Deus tem feito em sua vida”. Seja qual for o caso, eu considero um tanto confortantes essas palavras daquelas homens citados. De fato, leia isso de John Bunyan:

“Eu posso falar por experiência própria, e a partir dela contar-lhe sobre a dificuldade de orar a Deus como devia; isso é o suficiente para te fazer pobre, cego, carnal, para cultivar estranhos pensamentos sobre mim. Pois, quanto ao meu coração, quando eu saio para orar, eu descubro tanta relutância em ir a Deus, e quando estou com ele, tanta relutância em continuar ali, que muitas vezes, em minhas orações, eu sou forçado a primeiro implorar a Deus que ele tome o meu coração, e o coloque diante de Cristo, e quando estiver ali, que ele continue ali. Com efeito, muitas vezes eu não sei o que orar ­­(eu sou tão cego), nem como orar (eu sou tão ignorante); somente (bendita Graça) o Espírito ajudando nossas enfermidades [Rm 8.26].”

Aqui está um – ahem – puritano que obviamente batalha, como muito de nós, com a oração.

Às vezes, os cristãos caem em um “círculo vicioso de oração” e acham difícil acabar com esse círculo. Não é que eles desistiram de orar, mas eles parecem desistir de gastar tempo a sós com o Senhor naquilo que os puritanos chamaram de “oração privada e fervorosa” (ver Hebreus 5.7).

Evidentemente, não há uma regra estabelecida sobre que frequência e duração devem ter nossas orações. Ainda assim, nós oramos sem cessar (1 Tessalonicenses 5.17); devemos orar em todo tempo (Efésios 6.18) e oramos subitamente por causa de necessidades e ocasiões (Neemias 2.4).

A Bíblia também nos dá exemplos daqueles que pareciam ter horários escolhidos ou específicos em que se dedicavam à oração (Mateus 6.6). Considere Daniel, que orava três vezes ao dia, “como também antes costumava fazer” (Daniel 6.10). “Subiu Pedro ao terraço para orar, quase à hora sexta” (Atos 10.9). E nosso Senhor Jesus que “retirava-se para os desertos, e ali orava” (Lucas 5.16).

Considerando que a oração é difícil, como Cristo nos motiva a orar? Em Mateus 6.6, ele promete a seus discípulos que seu Pai os recompensará pelo que eles fazem (i.e., orar) em segredo. Perceba o quanto a palavra “recompensa” aparece somente neste capítulo.

Nós precisamos questionar-nos se adequadamente cremos nas palavras de Mateus 6.6. Você realmente crê – o que deveríamos fazer – que Deus nos recompensará? Se nós crêssemos, certamente gastaríamos muito mais tempo na oração em secreto do que fazemos. Não temos porque não pedimos. Não pedimos porque nos falta fé (Mateus 21.22).

Fé é a mão que suplica a Deus: “Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam” (Hebreus 11.6).

Cristo, o homem de fé por excelência, certamente entendeu esse conceito em sua vida de oração. De fato, ele orou por sua recompensa: “E agora glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse” (João 17.5).

Eu não sei precisamente como o Senhor nos recompensará pelo que fazemos em segredo. Algumas vezes, as respostas à oração são óbvias ou imediatas. Às vezes, ele nos recompensa ao não nos dar o que (erroneamente) pedimos. E há orações que sequer podem ser respondidas em vida (veja a oração de Estêvão em Atos 7.59-60, que pode ter resultado na conversão de Saulo de Tarso; ou perceba como a oração de Moisés para ver a glória de Deus em Êxodo 33.18 foi respondida na Transfiguração).

Mas eu sei disto: As recompensas do Pai vêm da graça: “É chamado recompensa, mas é pela graça, não por dívida; que mérito pode haver em mendigar?” (Matthew Henry).

E ele tem prometido recompensar seus filhos quando eles oram em secreto, e somente essa motivação deveria ser o suficiente para nos levar aos nossos “quartos de oração” onde pedimos para receber.

- por Mark Jones
Fonte: Reforma21

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